20/2/2020

Nissan investe em programa piloto de locação de carros

 

Com base em projeto interno de aluguel de veículos para colaboradores em prática há um ano, a Nissan do Brasil está lançando nesta quarta-feira, 19, um programa piloto de locação de automóveis 0 Km que será destinado aos funcionários de fornecedores e prestadores de serviços que atendem a empresa.

 

Com o propósito de oferecer mobilidade a um número cada vez maior de consumidores, o programa recém-lançado é base de um projeto mais amplo, que tende a se estender para outros tipos de usuários futuramente. A entrada das montadoras no segmento de locação de veículos não é novidade e tudo caminha para ser comum no setor. Em setembro passado, por exemplo, a Toyota lançou programa do gênero em parceria com sua rede de concessionários, que vem se expandindo desde então.

 

“Em todo o mundo, a Nissan está trabalhando para transformar a maneira como os carros são conduzidos, impulsionados e integrados na sociedade. E o Brasil está inserido nesta visão que chamamos de Nissan Intelligent Mobility”, comenta Marco Silva, presidente da montadora no País.

 

Segundo o executivo, o objetivo é oferecer a qualidade dos modelos da marca a um número cada vez maior de consumidores brasileiros. “Nosso propósito agora é fazer testes e ter o maior número de informações possíveis para, depois, avaliarmos novas possibilidades e públicos”, explica.

 

Os veículos contemplados nesta etapa do programa são o Kicks, SUV mais vendido pela marca no Brasil e na América Latina, e os compactos March e Versa, todos produzidos no Complexo Industrial da Nissan em Resende, no Sul Fluminense. Os contratos de locação têm duração de 12 meses, com direito às revisões periódicas, seguro e opção de compra do veículo após o término do período.

 

De acordo com a fabricante japonesa, o programa oferece uma plataforma 100% online, em que os usuários podem acompanhar as etapas do processo de solicitação de seu automóvel, consultar as infrações e o histórico dos serviços realizados nas concessionárias, entre outros. (AutoIndústria)

 

 

 

Sada investe R$ 110 milhões em expansão no polo automotivo de Goiana

 

A Sada Transportes, operadora logística do grupo Fiat Chrysler Automobiles (FCA), vai investir R$ 110 milhões na expansão da sua operação no polo automotivo de Goiana. O grupo adquiriu uma nova área de 63 hectares na Mata Norte, ao lado da fábrica da Jeep, onde irá construir um novo terminal logístico e uma usina de geração de energia solar. As obras já tiveram início e a estimativa é que durem 12 meses até a conclusão final. A perspectiva é gerar 300 empregos, entre diretos e indiretos, nos próximos cinco anos.

 

Na nova área, funcionarão a extensão do parqueamento de veículos e a unidade de geração de energia solar, com a capacidade de 5 MWh. Os serviços do grupo passarão a contemplar: unidade de PDI (Pre-Delivery Inspection), para revisão de entrega dos veículos; transporte de veículos; carga geral, armazenagem e distribuição; unitização e desconsolidação de Contêiner. A assinatura do protocolo de intenções aconteceu na última terça-feira, no Palácio do Campo das Princesas. "Essa ampliação é uma consolidação e mostra que nosso estado, apesar da crise, conseguiu manter e ampliar os investimentos. Hoje, somos referência não apenas no Brasil, mas no mundo, por termos um polo automotivo que só faz crescer a cada ano, gerando emprego e renda de qualidade", afirmou o governador Paulo Câmara.

 

Vittorio Medioli, presidente do Grupo Sada, explicou que a expansão em Goiana segue uma tendência de ampliar a capacidade de atendimento. Além da parte logística, ele ressalta a montagem da usina fotovoltaica. "Isso sinaliza a chegada dos carros elétricos, que, muito em breve, chegarão, além do compromisso com os fornecedores da FCA com as energias sustentáveis", disse.

 

O secretário de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, Bruno Schwambach, explicou que, embora a SADA já esteja instalada em Pernambuco, o investimento da FCA para ampliação da planta demandou, também, a expansão da questão logística. "Além disso, teremos uma grande planta solar de 5 MWh, que vai abastecer não só a estrutura da Sada. Isso porque haverá um excedente que terá condições de oferecer e disponibilizar para outros investidores da FCA. É um trabalho do adensamento da cadeia do polo automotivo", concluiu. (Diário de Pernambuco)

 

 

 

Governo brasileiro negocia com a Tesla para ter fábrica no Brasil

 

Há alguns dias começaram a aparecer notícias sobre a possibilidade da Tesla erguer uma de suas "gigafábricas" no Brasil, mas não havia qualquer elemento que comprovasse isso. Agora alguns sites começam a apresentar evidências de que a negociação existe e que a fabricante quer mesmo ter uma presença na América Latina.

 

A primeira reportagem dizia que o deputado federal Daniel Freitas conversou com Marcos Pontes, ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. Segundo a RevistaW3, Freitas teria identificado uma oportunidade de negócio com "uma das fabricantes automotivas mais valiosas do mundo" e teria discutido um plano para trazê-la ao Brasil.

 

No final do texto, a publicação citava como fonte a assessoria de imprensa do deputado. O político virou notícia nos últimos meses após ser acusado de violência doméstica, porém o caso foi arquivado por falta de evidências. Ser conhecido como a pessoa que trouxe a Tesla ao Brasil poderia ajudar o deputado a fazer as pessoas esquecerem das acusações.

 

Decidimos ir atrás de qualquer coisa que pudesse confirmar ou negar estas negociações entre o deputado e o ministro. O que encontramos foram estas imagens de um encontro entre Freitas e Pontes no dia 4 de fevereiro, só que as fotos não seriam da reunião sobre este assunto, apesar da RevistaW3 ter usado para ilustrar sua reportagem.

 

O usuário do Twitter CanalTeslaBrasil fez o mesmo e falou com a assessoria do deputado. Ele recebeu uma resposta de que "o contato com a empresa está na fase inicial, e que segue em sigilo, até que tenhamos informações concretas".

 

Mas o CanalTeslaBrasil recebeu a segunda reportagem que comentamos. Ela foi publicada em 18 de fevereiro pelo site Engeplus.com e apresenta o cronograma oficial de Pontes. Checamos a informação e ela está no site do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, aberta para qualquer um.

 

De acordo com a agenda do ministro no site, Pontes teve uma videoconferência com Freitas, Claiton Pacheco Galdino (Secretário de Desenvolvimento Econômico de Criciúma) e Anderson Pacheco (Engenheiro Sênior de Produção da Tesla).

 

A página de Anderson Pacheco no LinkedIn confirma a identidade do engenheiro, trabalhando na cidade de Sparks, no estado norte-americano de Nevada, onde fica a primeira gigafábrica da empresa. Ele está na Tesla há mais de quatro anos e tem mestrado em Ciências. O engenheiro brasileiro formou-se exatamente em Santa Catarina, onde a Tesla supostamente iria erguer a fábrica no Brasil. Além disso, Freitas representa este mesmo estado no congresso.

 

Já Claiton Pacheco Galdino dá a dica de qual cidade iria receber esta gigafábrica, por trabalhar para a prefeitura de Criciúma, que já tem uma presença industrial forte na região e ajudaria a Tesla a ter uma proximidade com seus fornecedores e um porto a cerca de 150 km de lá, o Porto de Imbituba.

 

O Brasil nunca poderia ter uma Giga São Paulo ou Giga Rio de Janeiro, como a Alemanha tem a Giga Berlim e a China tem Giga Xangai. As duas maiores cidades brasileiras têm um problema de trânsito e um custo muito alto, o que aumentaria muito os gastos da fabricante na logística.

 

Além disso, o governo dá incentivos para projetos em cidades menores e em áreas menos desenvolvidas, como Iracemápolis, onde a Daimler fez a fábrica da Mercedes-Benz, Itirapina (para a Honda) ou Araquari, também em Santa Catarina, onde a BMW faz o Série 3.

 

InsideEVs tentou contato com Pontes e Pacheco para descobrir mais sobre os planos da Tesla para o Brasil, caso eles existam. O artigo da RevistaW3 diz que a ideia é organizar uma comitiva presidencial para visitar a fábrica da Tesla em Fremont (Califórnia) e apresentar o Brasil como o local ideal para uma linha de produção da empresa, ganhando acesso a outros mercados da América Latina. O presidente Jair Bolsonaro era do mesmo partido que o deputado Freitas.

 

Será que estes encontros irão resultar em alguma coisa? Faz muito sentido a Tesla ter uma fábrica no Brasil, porém, há problemas envolvendo impostos e os custos de operacionais para serem resolvidos de forma a fazer o país ser mais atrativo para investimentos.

 

Há um tempo o pessoal do CanalTeslaBrasil tem mandado mensagens para Elon Musk sobre as chances da Tesla operar no Brasil. Seria realmente uma ótima notícia ter a empresa vendendo seus carros por aqui de forma oficial, principalmente agora que ela pensa em criar um hatchback mais barato. Talvez isso não tenha acontecido ainda pela fabricante ter planos maiores. Será que veremos uma Giga Criciúma? (Motor 1/Gustavo Henrique Ruffo)

 

 

  

Dólar tem terceira alta seguida e novo recorde, R$ 4,36

 

O dólar emendou a terceira valorização seguida e, pela sétima vez somente em fevereiro, renovou o recorde nominal de fechamento no Plano Real. A moeda à vista terminou o dia cotada a R$ 4,3656, em valorização de 0,19%. Apesar disso, o Banco Central não atuou extraordinariamente ontem e apenas fez operações de rotina. A autoridade monetária também não prevê nenhuma medida excepcional no câmbio hoje. A divisa acumula ganho de quase 8,82% no ano.

 

A moeda dos EUA está se valorizando em todo o mundo e, ontem, o índice DXY, que mede o comportamento do dólar ante uma cesta de divisas fortes, atingiu o maior nível em quase três anos. A causa dessa disparada é o melhor desempenho da economia americana em relação a outras, como a da zona do euro, a da China e a do Japão.

 

Questões internas também têm influenciado no comportamento do câmbio, especialmente por causa da Selic na mínima histórica de 4,25%. Na época dos juros altos, os investidores pegavam emprestado recursos em países com taxas mais baixas e aplicavam em outros com retornos mais altos.

 

Operadores do mercado vêm relatando ainda decepção com indicadores econômicos no fim de 2019. Comércio, indústria e serviços tiveram resultados negativos em dezembro.

 

Ruídos políticos também foram citados nas mesas de câmbio ontem. O rumor de que o ministro da Economia, Paulo Guedes, pudesse entregar o cargo ajudou a pressionar ainda mais o dólar. A saída dele, no entanto, foi descartada pelo presidente Jair Bolsonaro.

 

Contudo, a persistência da valorização do dólar não é consenso. Embora não veja espaço para a moeda cair abaixo de R$ 4 até o ano que vem, o Itaú Unibanco estima o câmbio em R$ 4,15 tanto em dezembro de 2020 como no fim de 2021.

 

“Com a retomada de crescimento, devemos ver um fluxo de capital maior para o Brasil”, avaliou a economista do Itaú Unibanco Julia Gottlieb. O banco manteve ontem a projeção de alta do PIB em 2,2% este ano e 3,0% em 2021.

 

Bolsa

 

O Ibovespa teve valorização de 1,34%, encerrando em 116.517,59 pontos, embalado por balanços trimestrais melhores do que o esperado.

 

“Os resultados têm vindo sólidos e mostram o vigor das empresas brasileiras no último trimestre de 2019”, afirmou o economista-chefe da Nova Futura CTVM, Pedro Paulo Silveira.

 

O movimento da Bolsa ontem também foi creditado à melhora do cenário externo. Os índices americanos Nasdaq e S&P 500 renovaram recorde de fechamento.

 

Retomada

 

“Com a retomada do crescimento da economia, devemos ver um fluxo de capital maior para o Brasil”, Julia Gottlieb, econom ista do Itaú Unibanco. (O Estado de S. Paulo/Altamiro Silva Júnior e Simone Cavalcanti)

 

 

 

Petrobras tem lucro recorde de R$ 40,1 bilhões

 

A Petrobrás fechou 2019 com lucro recorde, de R$ 40,1 bilhões. O bom resultado reflete a venda de ativos, como o controle da BR Distribuidora, e o aumento da produção da empresa, que passou a se concentrar na extração no pré-sal.

 

Com a venda de ativos e o crescimento da produção, a Petrobrás fechou o ano de 2019 com lucro recorde, de R$ 40,1 bilhões. O bom resultado reflete o novo momento da empresa, agora mais concentrada no petróleo do pré-sal, que, entre as demais regiões produtoras, oferece mais rentabilidade ao seu caixa. Ao mesmo tempo, a companhia encolheu ao se desfazer de subsidiárias de outros segmentos de negócio, como do controle da BR Distribuidora, da rede de gasodutos da TAG e da distribuidora de gás de cozinha Liquigás.

 

“Não se trata de discutir se a Petrobrás será maior ou menor no futuro. Nossa meta é que no futuro seja muito melhor”, destacou o presidente da empresa, Roberto Castello Branco, em carta de apresentação do resultado ao mercado. Segundo ele, os desinvestimentos foram fundamentais para ajudar a viabilizar o foco nos ativos que, em sua opinião, são naturalmente da empresa.

 

O conjunto de ativos vendidos no ano passado rendeu US$ 16,3 bilhões à companhia, valor que convertido ao real de ontem equivale a R$ 71 bilhões. Apesar de contar com mais dinheiro, a empresa também ficou mais endividada. O compromisso com credores subiu para US$ 78,86 (R$ 343 bilhões) e, consequentemente, tornou mais distante a meta financeira de chegar ao fim do ano com um patamar de endividamento equivalente a uma vez e meia a sua geração de caixa.

 

Pré-sal

 

Isso aconteceu porque em 2019 a empresa teve um elevado gasto com a compra de áreas do pré-sal, conhecidas como excedentes da cessão onerosa. No leilão, em que saiu como a grande vencedora, a estatal se comprometeu com o pagamento de bônus de assinatura bilionários à União o que consumiu boa parte do dinheiro que entrou com a venda de ativos.

 

Um dos principais blocos adquiridos no leilão foi o de Búzios, na Bacia de Santos, considerado a grande promessa do reservatório brasileiro. A avaliação da Petrobrás é que esse é um ativo de primeira linha, de baixo risco e custo de extração.

 

“Estamos num negócio com horizonte de longo prazo, em que temos os desafios de mitigar os efeitos negativos dos muitos erros cometidos no passado, cuidar do curto prazo e nos prepararmos para as próximas décadas”, disse Castello Branco. Em 2019, a estatal superou a marca de produção de 3 milhões de barris de petróleo e gás natural por dia (boe/d). Grande parte desse volume saiu do pré-sal, principalmente, do campo de Lula, na Bacia de Santos, no litoral do Rio de Janeiro. Isso aconteceu porque a empresa conseguiu colocar em operação num curto período de tempo oito plataformas que há anos estavam em construção.

 

Em contrapartida, a Petrobrás sofreu influências negativas do desaquecimento da economia no ano passado e da competição com importadores. Com isso, a venda de derivados de petróleo caiu e, como consequência, a receita da empresa retraiu 2,58%, para R$ 302,24 bilhões. O principal baque foi sentido no mercado de gasolina, que encolheu 9,4% com a presença de concorrentes.

 

Ainda assim, a gasolina continua a ser o segundo produto mais importante no portfólio da companhia. Em primeiro lugar está o óleo diesel, responsável por 48% da receita com a venda de derivados de petróleo.

 

“A Petrobrás vem crescendo significativamente a participação das exportações no total da sua receita. De 2018 a 2019, a participação das exportações na receita subiu de 18,1% para 23,8%, enquanto as receitas com a venda de derivados caíram para 61,1%”, avaliou o economista e pesquisador do Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis Rodrigo Leão.

 

“Não se trata de discutir se a Petrobrás será maior ou menor no futuro. Nossa meta é que no futuro seja muito melhor”, Roberto Castello Branco, presidente da Petrocrás. (O Estado de S. Paulo/Fernanda Nunes, Cristian Favaro, Denise Luna e Wagner Gomes)

 

 

 

Nova placa Mercosul já está disponível em todos os estados

 

O governo federal, por meio do Serpro, Serviço Federal de Processamento de Dados, informou nesta quinta-feira, 19, que todos os estados brasileiros e o Distrito Federal estão aptos a emplacar veículos com o novo modelo da Placa de Identificação Veicular (PIV) no padrão Mercosul.

 

“O novo modelo corrige equívocos da antiga placa Mercosul, diminui o custo e garante mais segurança” afirma o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas. “Nós eliminamos todos os elementos da placa que a encareciam. Tiramos o chip e os elementos gráficos patenteados e, principalmente, abrimos para vários estampadores”.

 

O governo federal não estabeleceu preço único para a nova placa, apostando na lógica da livre concorrência. Segundo o Ministério da Infraestrutura, cabe aos Detrans estaduais e do Distrito Federal credenciar empresas capacitadas para estampar e para vender ao consumidor final. Dessa forma, o proprietário do veículo poderá buscar o valor mais em conta na hora de adquirir o item.

 

Nessa primeira fase, a nova placa passa a ser obrigatória no primeiro emplacamento de automóvel 0 Km, para proprietários de veículos que já têm a placa antiga (placa cinza) mas precisam alterar o município ou estado e se houver necessidade de uma nova placa por motivo de roubo, furto, dano ou extravio.

 

De acordo com o Serpro, 5 milhões de veículos já usam a nova PIV. Em relação as placas antigas, o diferencial da nova identificação são os itens de segurança, como o QR Code, que possibilita a rastreabilidade, dificultando a sua clonagem e falsificação.

 

O QR Code funciona como uma impressão digital eletrônica da placa veicular, possuindo uma assinatura exclusiva emitida pelo Serpro que possibilita que smartphones façam a leitura do código e acessem um número serial, que é uma espécie de CPF da placa.

 

O novo modelo, com quatro letras e três números, permite mais de 450 milhões de combinações, o que resolve o problema da falta de combinações de caracteres para as placas do país, que acabariam em poucos anos. (AutoIndústria)

 

 

 

Scania quer lançar ônibus a GNV até o fim do ano

 

De acordo com o novo gerente de Vendas de Ônibus da Scania Fábio D´Angelo, em entrevista ao Diário do Transporte, a Scania pretende lançar um ônibus rodoviário a GNV (Gás Natural Veicular) até o fim do ano de 2020.

 

Segundo o executivo, o chassi será o K320 4×2 e a perspectiva de comercialização é para o segundo semestre do ano. Com o veículo, a estimativa de economia é de 20% em comparação ao diesel.

 

“Nós lançaremos um rodoviário a GNV. A expectativa é de que no segundo semestre tenhamos uma versão rodoviária dedicada ao segmento de fretamento. A ideia é focar no primeiro momento em operações de curta distância, de no máximo 300 quilômetros entre abastecimentos”, disse.

 

D´Angelo afirmou que a Scania já está realizando os processos de homologação e preparação do lançamento do produto e as perspectivas de venda são boas.

 

“Temos perspectivas não só de operadores, mas de clientes contratantes. Assim como acontece com caminhões, os embarcadores vêm demandando soluções sustentáveis em sua cadeia logística. Os provedores de transporte estão sendo levados a comprar caminhões GNV e já existe esse movimento também para o transporte de fretamento”, explicou.

 

“Empresas com grande número de colaboradores, que têm notoriedade e compromisso com meio ambiente vêm buscando soluções ao diesel. Alguns operadores de fretamento já nos demandaram um ônibus a gás para o transporte de fretamento. Estamos trabalhando com isso e até o final do ano vamos lançar o produto”, completou o executivo. (Frota & Cia/André Garcia)

 

 

 

Inédito Honda City hatch surge como opção mais "esportiva" ao Fit

 

A China é um país tão diferente e que consome tantos tipos de carro que há muitos modelos e versões exclusivas para aquele mercado. Uma delas é o Gienia, uma variante do Honda City lançada em 2016, e que era mais um notchback (como o antigo Ford Escort) do que um hatch. Será diferente na nova geração do sedã, que desta vez dará origem a um hatch de verdade. Ele acaba de aparecer em imagens de registro na Ásia, dando a entender que será um carro para competir com modelos como Ford Fiesta, Hyundai i20, Toyota Yaris e Volkswagen Polo.

 

As imagens, descobertas pelo Canal Carros, mostram que este hatchback baseado no novo Honda City tem uma frente idêntica ao que vimos no sedã, sem mudar absolutamente nada – até mesmo comprimento dos faróis é igual. Ele muda, claro, é na traseira, não só pelo balanço menor para ter aspecto de carro compacto, como também no design. As lanternas continuam na horizontal, mas são mais curtas e, junto com a nova tampa do porta-malas, faz lembrar muito a traseira de alguns outros carros, como Audi A3 Sportback.

 

Por ser um registro do desenho industrial, ainda não há informações sobre suas medidas. Vale lembrar que o novo City mede 4,553 metros de comprimento, 1,748 m de largura, 1,467 m de altura e 2,589 m de entre-eixos. Como comparação, o Gienia atualmente vendido na China tem 4,517 m, apenas 22 milímetros menos do que o sedã. O hatch será obviamente mais curto.

 

Caso o novo carro siga as opções de motores do City, então o hatch terá o novo 1.0 turbo de três cilindros de 122 cv e 17,6 kgfm, combinado ao câmbio CVT que simula 7 marchas. Ainda poderia adotar o conjunto híbrido formado pelo motor 1.5 aspirado e duas unidades elétricas, mesmo sistema usado pelo novo Fit e que será lançado no City ao longo deste ano na Ásia.

 

A ideia de ter dois compactos faz total sentido para a Honda. Afinal, o Fit sempre teve um perfil mais familiar, com seu estilo monovolume e soluções de espaço interno. No entanto, falta um modelo de aspecto mais jovem para competir, por exemplo, com Yaris hatch e VW Polo aqui no Brasil. Formaria uma boa dupla com o novo Fit? Deixe sua opinião nos comentários. (Motor 1/Nicolas Tavares)  

 

 

 

Randon lança Randon Ventures, empresa com foco em startups

 

As Empresas Randon anunciaram, nesta terça-feira, 18 de fevereiro, o lançamento da Randon Ventures, uma empresa de investimentos em startups. Sendo assim, com investimentos iniciais no valor de R$ 3 milhões, a nova companhia tem como objetivo oportunizar novos negócios para a Randon. Dessa forma, aproximando a organização de ecossistemas de inovação e estimulando projetos de pesquisa envolvendo novas tecnologias.

 

A atuação da Randon Ventures será focada, principalmente, em segmentos complementares aos negócios da empresa. Dentre eles, logística, serviços financeiros, seguros e mobilidade das coisas.

 

De acordo como CEO das Empresas Randon, Daniel Randon, a ideia é ampliar os serviços e produtos da marca. “A partir do trabalho em rede com startups, queremos ampliar os serviços e produtos oferecidos pela companhia e adquirir aprendizado para acelerar ainda mais a inovação organizacional na Randon”.

 

Para investir, coinvestir e acelerar startups, a Randon Ventures conta com a parceria da ACE, que colaborou na construção do processo de governança da nova empresa. Além disso, também conta com outras parceiras, como a Ventiur e a Baita Aceleradora.

 

De acordo com Randon, a expectativa é impulsionar até 12 startups no primeiro ano de atuação. “Sabemos que esse relacionamento resulta em ganhos mútuos, pois temos as competências de inovação da startup. Assim, com conceitos de agilidade e ideias disruptivas, aliada à solidez e à experiência de uma organização com 70 anos de presença nos mercados nacionais e internacionais”, destaca o CEO. (Frota & Cia/André Garcia)

 

 

 

Chevrolet anuncia saída da Tailândia e muda futuro da S10 brasileira

 

Depois de se retirar de países como Reino Unido, Índia, Japão e África do Sul, a marca Chevrolet se despede nesta semana de outro importante mercado de mão inglesa: a Tailândia. Em anúncio oficial, a General Motors confirmou que venderá toda a estrutura que mantém no país desde os anos 2000 para a chinesa Great Wall, dando como justificativa a baixa demanda local.

 

A operação inclui uma fábrica com capacidade para produzir anualmente 180.000 veículos, além de uma planta para montagem 120.000 motores e transmissões - ambas localizadas nos arredores de Rayong. A retirada do mercado será completa e nem mesmo modelos importados serão vendidos.

 

"A baixa utilização da planta e a baixa previsão de volumes domésticos e de exportação impactaram significativamente o negócio", disse Andy Dunstan, presidente da GM para mercados estratégicos. Em recado aos clientes, a marca garantiu que continuará dando suporte pelos próximos anos através dos serviços de garantia, pós-venda e reparos.

 

Os cerca de 1.900 funcionários serão indenizados e boa parte poderá ser aproveitada pela Great Wall, que pretende não apenas manter como ampliar as instalações atuais. A GM esperar concluir a venda das fábricas e o processo de saída do mercado ainda em 2020.

 

A decisão, vale lembrar, tem relação direta com o anúncio recente do fim das operações de venda, design e engenharia da Holden na Austrália e na Nova Zelândia. A fábrica tailandesa é responsável por produzir a picape Colorado (nossa S10) e o SUV Trailblazer para estes dois mercados e o fim da marca australiana acaba por inviabilizar a continuidade das operações fabris da GM no país asiático. Os dois utilitários também são vendidos na própria Tailândia, porém com o logotipo da Chevrolet.

 

Futuro da S10

 

A saída da GM da Tailândia terá impacto também no desenvolvimento das novas picapes médias do grupo. O país é um grande produtor de modelos do tipo e concentrou o projeto que originou as atuais S10 e Colorado. Fora da região, a empresa terá de transferir os trabalhos de engenharia e design para outros países (sendo os Estados Unidos, até agora, o destino mais provável).

 

Não por acaso, tudo indica que haverá unificação das futuras gerações de S10 e Colorado (modelo norte-americano, e não tailandês), com reflexos diretos no Brasil. Por aqui, esta nova linhagem já tem R$ 5 bilhões assegurados para ser produzida em São José dos Campos (SP), a exemplo do modelo atual. (Yahoo Finanças)

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