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NOTÍCIAS DO DIA

22/02/2024

 

De Goiana para o mundo, US$ 2,5 bilhões em exportações da Stellantis

 

O aumento de 23% das exportações de veículos produzidos em Goiana, PE, a partir do Porto de Suape, com total superior a R$ 2,5 bilhões no ano passado, foi revelado pelo presidente da Stellantis, Emanuele Cappellano à governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, durante encontro realizado na terça-feira, 19, em Recife.

 

“Os resultados alcançados demonstram a competitividade de nossos produtos e serviços, e atesta a qualidade do processo produtivo do polo de Goiana. É uma conquista a ser comemorada pelo time da Stellantis de Pernambuco e de todo o País”, destacou o dirigente da companhia na América do Sul.

 

Os modelos exportados para mercados da América do Sul e Caribe foram o Fiat Toro, Ram Rampage, Jeep Commander, Compass e Renegade.

 

Segundo Cappellano, o encontro com a governadora teve por objetivo reafirmar o compromisso da empresa com o Estado e revelar que o polo receberá novos aportes dentro do ciclo que será anunciado em breve. Desde  a implantação do complexo de Goiana, em 2015, a Stellantis gerou mais de 60 mil empregos diretos e indiretos na região.

 

“O plano de investimentos que estamos para anunciar levará a Stellantis a um novo patamar. Avançaremos como protagonistas da mobilidade segura, sustentável e acessível, gerando desenvolvimento e riqueza para a região e todo País”.

 

O novo ciclo de investimentos contemplará novos produtos e serviços, além da expansão da cadeia de fornecedores para o desenvolvimento e localização de novas tecnologias para acelerar a descarbonização da mobilidade.

 

Conforme divulgado no ano passado, o complexo de Goiana deverá ser responsável pelo primeiro modelo híbrido a etanol feito pela Stellantis no Brasil. Provalmente da marca Jeep. (AutoIndústria/Alzira Rodrigues)

 

 

 

Renault Kardian começa a ser produzido no Paraná

 

Revelado globalmente em outubro no Rio de Janeiro, a Renault iniciou hoje a produção do Kardian no Complexo Ayrton Senna. A fábrica do Paraná é a primeira do mundo a produzir esse SUV do segmento B, que inaugura uma nova plataforma, um novo motor 1.0 turbo flex e uma nova caixa de câmbio automático de dupla embreagem. O Kardian é o primeiro carro do Renault International Game Plan 2027 e será lançado no mercado brasileiro em março.

 

A Renault também iniciou nesta semana a pré-venda do Kardian. Os pedidos podem ser feitos no site prevenda.kardian.renault.com.br/r-pass comprando o R Pass no valor de R$ 1.000. Com isso, o cliente tem acesso a reserva do carro e entrega prioritária, além da garantia de preço de pré-venda. O carro será entregue a partir do final de março.

 

Na pré-venda estão disponíveis as três versões de acabamento: evolution, techno e première-edition, com preços a partir de R$ 112.790. Todas com o novo motor turbo TCe de 125 cv com 220 Nm combinado ao eficiente câmbio automático EDC (Efficient Dual Clutch).

 

O Kardian se diferencia pelas inovações e recursos normalmente encontrados no segmento superior, como as rodas de 17 polegadas, o console mais alto com alavanca de velocidade do tipo “e-shifter”, bem como as regulagens do sistema MULTI-SENSE que permitem customizar a condução e o ambiente interno, que também pode ser personalizado por meio de opções de oito ambientes luminosos. O veículo é equipado com seis airbags e 13 sistemas avançados de assistência ao motorista (ADAS), como o controle de velocidade adaptativo (ACC) e alerta de distância segura (DW). (Motor Mais)

 

 

 

XCMG Brasil anuncia nacionalização de caminhão elétrico

 

A XCMG Brasil acaba de anunciar investimento na ordem de R$ 270 milhões para a nacionalização e ampliação da linha de produção. O valor inclui também a criação de um Centro de Pesquisa e Desenvolvimento para atender o mercado nacional e latino-americano.

 

O vice-presidente da XCMG Brasil, Tian Dong, o gerente de elétricos, destacou que a XCMG vai continuar investindo neste setor. “Fizemos um levantamento no ano passado e tivemos o maior volume em emplacamento de caminhões pesados”, afirma.

 

O gerente de elétricos, Ricardo Senda, também aposta na expansão da eletrificação no País. “No ano passado, comercializamos entre 120 e 130 caminhões do modelo no Brasil e América Latina, número que deve triplicar neste ano”, prevê.

 

XCMG Brasil entregou 10 caminhões elétricos

 

A XCMG Brasil anunciou também a entrega de 10 caminhões elétricos para a Reiter Log, empresa de logística do Rio Grande do Sul, no último dia 20 de fevereiro. Para Vanessa Pilz, diretora de ESG, da Reiter Log, o investimento na aquisição de veículos elétricos resultou em mais de 30% de crescimento dos negócios.

 

“Hoje, 30% da nossa frota de veículos é movida a energias alternativas, e pretendemos atingir o 100% de veículos movidos a energia sustentável em 2035”, estima a diretora de ESG.

 

O XCMG E7-49T, entregue a Reiter Log, possui capacidade de carga total de 49 toneladas e autonomia de 150 km, sendo capaz de fazer a substituição do pacote de baterias quando descarregado, ou seja, é possível substituir rapidamente as baterias, em vez de esperar o processo de recarga. É equipado com um motor elétrico síncrono de ímã permanente, que oferece 482cv de potência e um torque de 204,1kgfm. O E7-49T possui uma transmissão automatizada de quatro marchas, com a opção de realizar trocas manuais, através da alavanca localizada no console central. A inclusão dessa transmissão e das reduções de engrenagem favorecem a economiza de energia elétrica, durante as arrancadas. (O Carreteiro/Daniela Giopato da Silva)

 

 

 

Gerdau vai entrar com pedido de defesa antidumping contra empresas asiáticas

 

A Gerdau vai entrar com pedidos de defesa antidumping contra empresas asiáticas nos próximos meses tanto para aços longos quanto planos, informou ontem o diretor-presidente da siderúrgica, Gustavo Werneck, durante divulgação dos resultados do quarto trimestre da companhia. O pedido será feito ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic).

 

De acordo com Werneck, a empresa esperava uma decisão do governo sobre o aumento da alíquota de importação para produtos siderúrgicos até o final deste mês, expectativa frustrada até aqui apesar do esforço intenso do Instituto Aço Brasil, entidade que representa as siderúrgicas, para sensibilizar o governo em relação ao pleito do setor.

 

Werneck comentou que a decisão da Gerdau “já está tomada” em relação ao próximo movimento da companhia para a adoção de pedidos de defesa antidumping. O executivo relembrou ainda que em 2022 a siderúrgica já havia feito um pedido semelhante para o aço laminado a quente, mas não foi atendida pelo governo.

 

Sobre o pleito daquele ano, Werneck disse ter recebido uma resposta do Getip (Grupo Técnico de Interesse Público), órgão do Mdic, que reconheceu que a Gerdau sofreu danos em seus resultados por conta de uma concorrência desleal, mas que não poderia atender ao pleito da empresa por conta de um “risco inflacionário” e prejuízos em outros setores da economia.

 

Descrença

 

“Estamos fazendo essas formalidades, mas estamos descrentes de que isso (uma aprovação) possa acontecer”, afirmou o executivo, acrescentando que uma tomada de decisão específica sobre o pleito demora em média 18 meses, o que seria um tempo muito longo para a urgência que o cenário atual enfrentado pela siderúrgica no Brasil exigiria. “Pedimos que o governo coloque medidas de curtíssimo prazo como a elevação das tarifas para 25%. Quem sabe até a implementação de cotas”, disse Werneck.

 

O vice-presidente executivo de Finanças e diretor de Relações com Investidores da Gerdau, Rafael Japur, afirmou que a empresa também avalia entrar com outras ações com mais companhias do setor. “Estamos avaliando entrar com outras empresas com medidas de defesa contra a concorrência, mas não podemos detalhar quais são as linhas ou produtos. Estamos verificando taticamente a melhor decisão, tomando todas as precauções jurídicas e de governança”. (O Estado de S. Paulo/Jorge Barbosa)

 

 

 

Caio se consolida como a maior produtora de ônibus urbano do país

 

A Caio reafirmou a condição de maior produtora de ônibus urbano do país, ao encerrar 2023 com uma participação de 49% nesse mercado. Segundo a Fabus, que reúne os fabricantes de carrocerias, a empresa com sede em Botucatu (SP) produziu exatos 4.964 ônibus urbanos para o mercado brasileiro; alta de 49,5% em relação às 3,3 mil unidades fabricadas no ano anterior. O feito ganha ainda mais importância, se levarmos em conta que o resultado ficou acima da média da indústria, que mostrou uma evolução de 24,6% no período.

 

O bom desempenho da Caio ganhou o reconhecimento público na forma do Prêmio Lótus Campeão de Vendas 2024, de Frota&Cia, como “Marca de Carroceria Urbana”. É o 11ª ano seguido que a fabricante conquista essa cobiçada certificação.

 

Trabalho de equipe

 

“É uma honra participarmos e sermos reconhecidos pela 11ª vez com o Prêmio Lótus”, admite Maurício Lourenço da Cunha, vice-presidente industrial da Caio. “Essa conquista é resultado do trabalho de todo o time de gestores e colaboradores, reconhecido pelos nossos clientes, comunidade, parceiros e imprensa”.

 

Segundo o executivo, a Caio tem em seu DNA a visão real do que os clientes necessitam e transforma isso em soluções para a mobilidade urbana. “Por isso, a premiação reflete o esforço e comprometimento da marca com a qualidade, competitividade, durabilidade e inovação, que nos move a continuar a vencer desafios e obter novas conquistas”,  explica Maurício.

 

Em 2023, a produção de modelos urbanos para o mercado interno saltou de 8,1 mil para 10,1 mil carrocerias, representando um incremento de 24% no biênio 2022/2023. O segundo lugar no ranking de fabricantes de carrocerias urbanas foi ocupado pela Marcopolo, que alcançou 31% de market share, seguido da Mascarello (10,8%), Neobus (6,4%) e Comil (2,1%). (Frota & Cia/José Augusto Ferraz)

 

 

 

Imposto Seletivo sobre petróleo e minério deve onerar exportações

 

Embora a reforma tributária tenha beneficiado os exportadores, ao reduzir custos e aumentar a competitividade, a cobrança do Imposto Seletivo sobre minérios e o petróleo “preocupa” o governo, já que esses dois itens estão entre os três mais importantes da pauta de exportações do País. “A gente trabalha com o texto que foi aprovado no Congresso, mas temos algumas questões técnicas que se relacionam com o objetivo de garantir a competitividade exportadora do Brasil. Isso significa que a questão da oneração das exportações nos preocupa”, disse ao Estadão a secretária de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), Tatiana Prazeres.

 

O Imposto Seletivo, chamado de “imposto do pecado”, incidirá sobre itens considerados nocivos à saúde e ao meio ambiente, incluindo a extração de recursos naturais não renováveis. Pelo texto promulgado, a alíquota será de até 1% sobre o valor de mercado do produto extraído. E essa cobrança, diz a secretária, deve impactar a rentabilidade das exportações, já que os preços dos produtos são definidos no mercado internacional – ou seja, não é possível alterar o preço para acomodar esse tributo. “O Brasil não é um país que tem tradição de imposto de exportação; foram casos muito pontuais ao longo da história. O ideal é que as exportações sejam completamente desoneradas.”

 

Peso na balança

 

Por isso, Tatiana diz que a secretaria está participando do grupo de trabalho da regulamentação da reforma para participar desse debate – que já vem mobilizando os setores de mineração e petróleo.

 

O petróleo e o minério de ferro ocupam, respectivamente, o segundo e o terceiro lugares entre os itens mais exportados pelo País, atrás apenas da soja. O petróleo deve ter exportação recorde neste ano e rivalizar com a soja no topo da balança comercial.

 

A Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) projeta que, em 2024, as vendas de petróleo podem somar US$ 43,6 bilhões. Já a projeção para as exportações de minério de ferro é de US$ 31,5 bilhões.

 

Tatiana diz que, ao longo da regulamentação da reforma, a secretaria vai batalhar para garantir outros mecanismos que evitem que o produto brasileiro seja onerado, como a preservação do chamado “drawback” – que suspende a cobrança do imposto de importação de insumos para produtos que serão exportados. “É importante que a regulamentação garanta que isso possa prosperar”, disse, ressaltando que, de maneira geral, a reforma tributária é “extremamente positiva” para o comércio exterior. “O ganho do ponto de vista das exportações é evidente”. (O Estado de S. Paulo/Luiz Guilherme, Bianca Lima e Anna Carolina Papp)

 

 

 

Diesel apresenta aumento em quase todas as regiões do país

 

Na primeira quinzena de fevereiro, o preço do diesel comum e S-10 aumentou em quase todo o país, de acordo com a última análise do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL). O litro do comum ficou 0,50% mais caro, ante o fechamento de janeiro, e foi encontrado com a média em R$6 nas bombas de abastecimento do país. Já o tipo S-10 registrou acréscimo de 0,66% e foi vendido a R$6,14.

 

“As altas no preço do diesel seguem a tendência do início da vigência das novas alíquotas do ICMS em fevereiro, que encareceu o combustível repassado ao caminhoneiro, fazendo a média nacional cravar acima de R$6, como é o caso do diesel S-10”, destaca Douglas Pina, Diretor-Geral de Mobilidade da Edenred Brasil.

 

A Região Nordeste liderou o ranking do maior aumento no preço dos dois tipos, com o comum 1,66% mais caro e comercializado a R$6,12; e o S-10 com incremento de 1,31% e média de R$6,17. Ainda assim, a Região Norte apresentou o preço médio mais alto de todo o território nacional para ambos, R$6,62 o comum e R$ 6,51 o S-10.

 

Apenas a Região Sul registrou redução no preço do diesel comum, que ficou 0,51% mais barato ante janeiro e fechou a quinzena a R$5,80. Em contrapartida, o S-10 vendido nos postos sulistas encareceu 0,51% e foi comercializado a R$5,90. Entre as regiões, essas foram as médias mais baixas para os dois tipos de diesel. Apenas o Sudeste apresentou estabilidade no preço do tipo comum, vendido a R$5,91, e o Norte para o S-10.

 

O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base em abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Edenred Ticket Log. Mais de 1 milhão são administrados pela marca, com uma média de oito transações por segundo. (Frota & Cia/Priscila Ferreira)

 

 

 

Motoristas com mais de 50 anos poderão pagar menos na renovação da CNH

 

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal aprovou ontem, 20 de fevereiro, um projeto de lei que prevê valores menores para que motoristas com mais de 50 anos renovem sua CNH.

 

A relatora, Teresa Leitão (PT-PE), ressaltou a contribuição da medida para a realocação de pessoas de mais idade no mercado do trabalho.

 

Ela aponta que a concessão de desconto na renovação da CNH para pessoas acima de 50 anos é meritória. A senadora diz que, se os indivíduos com idade entre 50 e 70 anos precisam renovar sua habilitação duas vezes a cada dez anos, é justo que paguem a metade daqueles que podem renová-las uma única vez a cada década.

 

O mesmo raciocínio se aplicaria aos maiores de 70 anos, que necessitam renovar sua CNH três vezes a cada década.

 

O texto do projeto determina que o desconto será calculado sobre o valor integral cobrado aos demais condutores pelo órgão executivo de trânsito a título de taxa administrativa na renovação das carteiras.

 

O texto, de autoria do senador Fernando Dueire (MDB-PE), reduz em 50% o valor da taxa para condutores com idade igual ou superior a 50 anos e inferior a 70 anos. Para aqueles com idade igual ou superior a 70 anos, a redução será de 70%.

 

O autor do projeto argumenta que a cobrança sem diferenciação aos condutores sujeitos a prazo menor de renovação impõe ônus financeiro desproporcional aos maiores de 50 anos.

 

Para Dueire, é injusto que o mesmo valor a título de taxa administrativa seja cobrado de um condutor cuja CNH tenha vigência menor. O senador cita como exemplo o idoso de 75 anos, que precisa fazer a renovação a cada 3 anos e pagaria 30% do valor aplicável aos condutores menores de 50 anos. O projeto seria, na visão do autor, uma forma de privilegiar a isonomia e a inclusão no trânsito.

 

O PL 5153/2023 segue agora para a análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Com informações da Agência Senado. (Blog do Caminhoneiro/Rafael Brusque)

 

 

 

Jeep Now oferece taxa zero para Renegade, Compass e Commander

 

Em ação batizada de Jeep Now, a marca americana oferece condições especiais para sua linha de SUVs. Renegade, Compass e Commander têm taxa zero no financiamento e IPVA 2024 grátis.

 

Para o Renegade e o Compass, a Jeep ainda oferece super valorização do usado.

 

Os três SUVs podem ser comprados na Jeep Now com entrada de 60% e o saldo em 36 parcelas com taxa zero de juros.

 

Para o Renegade, as condições especiais são válidas paras as versões Sport, Longitude, Longitude Dark, Série S e Trailhawk, para o Compass ela é válida para todas as versões, com exceção da importada 4xe e por fim, para o Commander a ação comercial inclui todas as versões.

 

A ação comercial é válida até o dia 5 de março de 2024 ou enquanto durar o estoque de 100 unidades para cada modelo. (Portal Autos Segredos)

 

 

 

Porsche Panamera E-Hybrid ganhará duas novas versões no Brasil

 

A Porsche está aumentando a opção de motorização para o Panamera híbrido. Em breve chegarão ao Brasil duas novas versões do modelo: o Panamera 4 E-Hybrid e o Panamera 4S E-Hybrid. A Porsche identificou um crescente interesse em modelos híbridos em vários mercados.

 

O Porsche Panamera 4 E-Hybrid ganhou um novo sistema com um motor a gasolina 2.9 V6 biturbo de 306 cv “profundamente revisado”. O conjunto híbrido tem 470 cv de potência e o 650 Nm de torque. Com ele, o carro acelera de 0 a 100 km/h em 4,1 segundos e atinge 280 km/h.

 

Mais acima, o Porsche Panamera 4S E-Hybrid tem 306 cv no motor 2.9 V6 biturbo. A potência do sistema híbrido é de 544 cv e o torque máximo é de 750 Nm. Isso permite que o Panamera 4S E-Hybrid acelere de 0 a 100 km/h em 3,7 segundos e chegue a 290 km/h.

 

Porsche Panamera 4S E-Hybrid Executive

 

Com 25,9 kWh (brutos), a nova bateria de alta voltagem fornece 45% a mais de capacidade com o mesmo tamanho da bateria anterior. O novo carregador On-Board-AC de 11 kW reduz o tempo de carregamento para 2h39min.

 

O motor elétrico do Porsche Panamera E-Hybrid tem 140 kW de potência (190 cv) e 450 Nm de torque. Com uma recuperação de até 88 kW, o motor elétrico também contribui para a autonomia elétrica significativamente maior dos modelos Panamera E-Hybrid. Segundo a Porsche, as potências foram aumentadas sem prejudicar a autonomia.

 

A Porsche confirmou que as novas versões E-Hybrid serão vendidas no Brasil. Preços, especificações e data de abertura das pré-vendas serão divulgados futuramente. (Portal Terra/Guia do Carro)

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