NOTÍCIAS DO DIA

29/1/2022

 

Investimento de R$ 10 bilhões da Great Wall no País vai priorizar elétricos

 

A montadora chinesa Great Wall Motor (GWM) anunciou ontem que seus planos no Brasil preveem investimentos de longo prazo da ordem de R$ 10 bilhões, meta de faturamento de R$ 30 bilhões em três anos e o lançamento apenas de veículos eletrificados. Os carros que o grupo automotivo vai vender no País, a partir do fim deste ano, serão híbridos – tecnologia que combina um motor convencional a outro, elétrico – ou totalmente elétricos.

 

Conforme o plano de negócios divulgado ontem, os investimentos serão divididos em duas fases. Como já havia anunciado cinco meses atrás, na época da aquisição da fábrica que pertencia à Mercedes-Benz em Iracemápolis (SP), os investimentos iniciais serão de R$ 4 bilhões. O montante inclui a adaptação da unidade e o desenvolvimento de fornecedores locais para que os carros fabricados no Brasil tenham 60% de peças locais.

 

A Great Wall também ajudará a criar uma rede de postos de recarga de carros elétricos. Essa primeira fase vai até 2025, e a expectativa é de que sejam gerados até lá 2 mil empregos diretos na unidade, que será a maior operação industrial da Great Wall fora da China. O faturamento anual previsto é de R$ 30 bilhões em três anos.

 

Depois disso, virão outros R$ 6 bilhões entre 2026 e 2032, período em que a produção de baterias entra na pauta. “Até poderemos ter produção de baterias no Brasil a depender das condições de mercado. O Brasil tem minerais estratégicos que compõem a bateria”, adianta Pedro Bentancourt, diretor de relações governamentais da Great Wall.

 

A fábrica no interior paulista passará por obras para alcançar capacidade de produção de 100 mil carros por ano, com o início da operação previsto para os primeiros meses do ano que vem. A montadora decidiu que vai lançar apenas utilitários esportivos e picapes, segmentos que já representam mais de 50% das vendas no Brasil.

 

Importação

 

Se tudo sair dentro do previsto, o primeiro carro produzido no Brasil será lançado no segundo semestre de 2023. Antes disso, a Great Wall começará a importar seus primeiros carros para o País. Até 2025, no primeiro ciclo de investimento, serão lançados dez modelos das marcas Haval (SUVs urbanos), Tank (SUVs off-road de luxo) e Poer (picapes). Na segunda etapa do plano de negócios, a montadora deve trazer os carros elétricos premium da Ora. Os carros híbridos da Great Wall no Brasil terão autonomia elétrica de 200 km – ou seja, serão capazes de percorrer essa distância sem a necessidade de acionar o motor a combustível (gasolina ou etanol).

 

Além de atender consumidores locais, a operação brasileira será uma base de exportação da Great Wall para a América Latina. O Brasil está inserido no projeto que objetiva transformar a Great Wall num grupo automotivo com faturamento de US$ 95 bilhões e venda global de 4 milhões de veículos até 2025. Em 2021, a empresa comercializou 1,28 milhão de automóveis no mundo. (O Estado de S. Paulo/Eduardo Laguna)

 

 

 

Volvo atinge marca de 50 mil chassis de ônibus produzidos no Brasil

 

A Volvo Buses Latin America comemora a produção de 50 mil chassis de ônibus produzidos no Brasil em sua fábrica em Curitiba, Paraná. A fabricação de chassis de ônibus teve início em 1979 com o modelo B58, primeiro veículo da planta brasileira.

 

“A revolução que começou com o B58 inspirou a Volvo a lançar vários modelos rodoviários e urbanos, cada vez mais avançados em tecnologia e sempre com foco em segurança, qualidade e respeito ao meio ambiente, valores fundamentais da nossa marca”, afirma Fabiano Todeschini, presidente da Volvo Buses Latin America.

 

Hoje, a unidade de Curitiba é referência global em eficiência e qualidade dentro do Grupo Volvo, com aprimorados conceitos de indústria 4.0. “Nossos processos são altamente digitalizados, com uso intenso de dados, simulação e realidade virtual para desenvolvimento dos processos e das pessoas”, assegura Marcelo Bruel, gerente de produção de ônibus da Volvo no Brasil.

 

Inovação desde o início

 

Em 1979, o chassi B58 trouxe conceitos muito à frente do seu tempo. Com motor central, privilegiava o espaço e conforto dos passageiros tanto na versão rodoviária quanto urbana. Um ano após seu lançamento, a Volvo apresenta a versão articulada para Curitiba, que posiciona a marca como pioneira em sistemas de transporte de alta eficiência. Sucesso global, os sistemas BRT estão hoje em 179 cidades dos cinco continentes, segundo o BRT Data.

 

Em 1986, a Volvo apresentou um novo chassi, incialmente para operações rodoviárias. Era o B10M, um produto global, com a mais avançada tecnologia disponível naquela época. Traz chassi totalmente soldado e suspensão 100% pneumática, garantido elevado conforto.

 

Biarticulado

 

Em 1992, o ônibus biarticulado surgiu como grande inovação no mercado de urbanos, em especial para sistemas BRTs. Inicialmente para 250 passageiros, o biarticulado transporta um número maior de pessoas, eleva a agilidade e a eficiência com menor custo operacional.

 

Em 1994, a Volvo introduziu no país o modelo B12. Além de ser o mais potente do mercado à época, seu motor ficava na parte traseira, uma novidade para a marca. Os volumes crescentes de vendas favoreceram o início da produção do B12B na fábrica brasileira, a partir de 1997.

 

Um ano depois, em 1998, lançou o B7R para o mercado de urbanos, fretamento e rodoviários de médias distâncias. Com motor traseiro e chassi leve, tinha estrutura de aço robusta com face superior plana, o que permitia uma variedade ampla de carrocerias. Em 2000, introduziu a versão de piso baixo.

 

Eficiência em BRTs

 

Em dezembro de 2000 começou a operar em Bogotá, Colômbia, o BRT Transmilenio com 14 ônibus articulados Volvo em seu primeiro corredor. Nos anos seguintes, o Transmilenio se consolidaria como um dos maiores BRTs do mundo, sempre com a presença forte da Volvo.

 

Em 2003, a Volvo lançou o B12R, chassi rodoviário de alta tecnologia, com novos motores eletrônicos e arquitetura de dados que interliga todos os sistemas do veículo, além de caixa eletrônica I-Shift, freio a disco com EBS e controle eletrônico de estabilidade.

 

Eletromobilidade

 

Em 2007, a marca apresentou os chassis B9R e o novo B12R com o BEA-2, a nova versão do Bus Electronic Architeture, que integra em rede recursos como EBS, ESP, freios ABS, freio motor VEB e a caixa eletrônica I-Shift.

 

Pioneira em eletromobilidade, em 2011 a Volvo iniciou testes do seu ônibus híbrido no Brasil, com a produção do modelo B215RH em sua fábrica brasileira. A empresa apresentou seu ônibus com motor dianteiro, o B270F, que atende nichos importantes dos mercados de urbanos, intermunicipais, rodoviários de médias distâncias e fretamento.

 

Em 2012, uma nova geração de motores passou a equipar os modelos rodoviários da marca. Surgiu o B450R, o mais potente ônibus do mercado, com 450 cv.

 

Em 2017, a Volvo apresentou o novo chassi urbano B250R. O modelo possui motor mais potente e econômico e traz de série os softwares de conectividade Volvo, como sistemas de gerenciamento de frota e de tráfego.

 

Em 2018, Curitiba recebeu a última geração de biarticulados Volvo. Com alto grau de conectividade, os veículos trazem o exclusivo recurso de controle de velocidade por região: por meio de monitoramento remoto e geolocalização, o operador do sistema limita a velocidade em áreas pré-definidas. No primeiro ano de operação o sistema reduziu as colisões em 50%.

 

Em 2019, chegou a nova geração do Sistema de Segurança Ativa da Volvo. Um radar anticolisão capaz de frear o veículo sozinho e um sistema de monitoramento de faixa são exemplos de tecnologias que ajudam a evitar acidentes com ônibus rodoviários.

 

Em 2021, a Volvo introduziu os novos chassis rodoviários B420R+ e B450R+, modelos que seguem a vanguarda de inovação da marca com uma nova geração da transmissão I-Shift e tecnologia de Aceleração Inteligente, que os tornam ainda mais econômicos. (Truck & Bus Builder América do Sul)

 

 

 

Carros elétricos já são realidade e empreendimentos se adaptam à tecnologia

 

De acordo com os dados do Renavam (Registro Nacional de Veículos Automotores do Ministério da Infraestrutura), o País bateu recorde de vendas de veículos elétricos em 2021. Houve um aumento de 54% em relação a 2020, sendo que, de janeiro a novembro, o mercado alcançou a marca de 30 mil unidades vendidas.

 

O setor da construção civil na cidade de São Paulo está inserido nesse contexto desde que a Lei n° 17.336 de 30 de março de 2020 passou a obrigar que edifícios residenciais e comerciais ofereçam um sistema de recarga para veículos elétricos – estrutura que a construtora e incorporadora SKR Arquitetura Viva disponibiliza em seus empreendimentos desde 2014. Tendo a sustentabilidade como um pilar fundamental de seus projetos, a empresa já se adiantava nessa questão para complementar ainda mais seus conceitos.

 

João Leonardo Castro, diretor de Desenvolvimento e Gestão de Produtos da SKR, explica: “todos os nossos projetos e empreendimentos já possuem sistemas elétricos e demanda de energia necessária para possibilitar a instalação dos carregadores de carro elétrico, tanto de uso comum, nos subsolos, quanto individualmente, nas vagas privativas de cada unidade”.

 

O carro elétrico é uma tecnologia sustentável, se comparado aos veículos tradicionais, uma vez que reduz a emissão de dióxido de carbono na atmosfera. “As construtoras estão se adaptando a essa realidade prevendo as demandas de energia necessárias em cada novo empreendimento”, finaliza Castro. (MoveNews)

 

 

 

Verba para rodovias federais em 2022 é a menor em 10 anos

 

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes terá em 2022 o menor orçamento para investimento em uma década. Serão R$ 6,2 bilhões este ano, ante R$ 10,7 bilhões em 2014. Quase um quarto da malha pavimentada está em estado péssimo ou ruim, segundo a Confederação Nacional do Transporte.

 

Responsável por manter as rodovias federais, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) terá em 2022 o menor orçamento para investimentos em pelo menos dez anos. A situação foi agravada com a decisão do presidente Jair Bolsonaro de vetar R$ 177 milhões do órgão, enquanto blindou R$ 16,5 bilhões em emendas do orçamento secreto e priorizou os recursos de maior interesse eleitoral de aliados. Após a tesourada, o Dnit tem R$ 6,2 bilhões previstos para investimentos.

 

O montante foi de R$ 9 bilhões em 2012 e chegou a R$ 10,7 bilhões em 2014. Os valores, informados pelo Ministério da Infraestrutura, são nominais, sem correção pela inflação. Se corrigidos, a discrepância seria ainda mais expressiva. O aperto acontece enquanto a qualidade das rodovias preocupa. Quase um quarto da malha pavimentada está em estado péssimo (6,9%) ou ruim (16,3%), mostrou estudo da Confederação Nacional do Transporte (CNT) no fim do ano passado. Segundo a entidade, a maior fatia, 38,6%, encontra-se apenas regular. Com isso, a qualidade de 61,8% das rodovias é insatisfatória.

 

Confirmado por Bolsonaro como pré-candidato ao governo de São Paulo em 2022, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, deve atuar para incrementar o orçamento do Dnit deste ano. O problema, admitido dentro da pasta, não é novo. Em 2021, os recursos à disposição do ministério já tinham chegado ao pior nível até então. Para 2022, o total à disposição do órgão, incluindo gastos como de custeio e pagamento de salários, fechou em R$ 7,2 bilhões. A estimativa é de que, apenas para manutenção das rodovias, seriam necessários R$ 8 bilhões por ano. (O Estado de S. Paulo/Amanda Pupo)

 

 

 

Preços do Diesel e Gasolina sobem mais uma vez

 

O preço da gasolina subiu na semana passada, de acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP). Assim, o valor médio do litro vendido nos postos do Brasil passou de R$ 6,608, há duas semanas, para R$ 6,664, entre os dias 16 e 22 de janeiro. É um avanço de 0,84%.

 

Essa foi a segunda semana seguida que o levantamento da entidade acusou alta no preço dos combustíveis mais vendidos no país. Além da gasolina, o litro do diesel também subiu, passando de R$5,422, há duas semanas, para R$ 5,582, na semana passada. Avanço de 2,95%, segundo a ANP.

 

Em janeiro do ano passado, o litro do diesel custava em média R$ 3,606, acumulando um avanço de 54,79% até agora. De acordo com especialistas, as altas na bomba refletem o reajuste feito pela Petrobras no último dia 11, quando a estatal anunciou aumento nos preços de venda para ambos os combustíveis. (Frota & Cia/O Globo)

 

 

 

Parcial de janeiro: vendas de veículos leves recuam 27,92%

 

O baixo volume de estoques das concessionárias e fabricantes faz as vendas recuarem 27,92% na parcial de janeiro, mas tem muita marca surpreendendo positivamente.

 

O ano é novo, mas os problemas com os componentes eletrônicos continuam, a produção de dezembro não foi suficiente para suprir a demanda do início do mês de janeiro.

 

Até o dia dezenove foram vendidas 73.280 unidades, um recuo de 33,6% em relação ao mês anterior e 27,92% quando comparado com o mesmo período de janeiro de 2021, se compararmos com o período pré-pandemia a queda fica acima de 35%.

 

A média diária de vendas nesses 13 dias úteis é de apenas 5.637 unidades e projeta vendas entre 125 mil a 132 mil unidades, ainda existe espaço para uma reação, mas está condicionado aos estoques das concessionárias e fabricantes.

 

A Fiat inicia o ano mais uma vez na liderança, suas vendas parciais totalizam 14.984 veículos, abrindo uma grande vantagem para o segundo colocado, seu volume anota uma queda de 18% quando comparado com janeiro de 2021, a Strada lidera o ranking de modelos e seu novo lançamento o Fiat/Pulse está na 10.ª posição.

 

O baixo volume de vendas da VW é um reflexo de um período mais longo de férias coletivas, a montadora já anunciou que em fevereiro mais de 1.200 funcionários terão seus contratos suspensos temporariamente (lay-off), suas vendas anotam uma queda de 48,66% na parcial do mês.

 

O longo período de paralisações da GM em 2021 continua afetando o desempenho da marca, sua queda na parcial do mês é de 50,45%. Suas versões mais baratas, Onix Joy e Onix Plus foram descontinuadas, seu principal modelo de vendas está na 4ª posição.

 

A Jeep surpreende e ocupa a 4ª posição, suas vendas estão alavancadas no excelente desempenho dos modelos Jeep/Renegade (2ª posição) e Jeep/Compass (3ª posição), a marca que encerrou 2021 com sua melhor participação de mercado, parece que vai continuar sendo um dos destaques de 2022.

 

A Peugeot e a Citröen são também os destaques da parcial de janeiro, ocupando a 8ª e 10ª posição, a estratégia das duas montadoras é fortalecer as vendas no atacado, 86% das vendas do C4 foram emplacadas em Minas Gerais, indicando concentração nas vendas para as locadoras.

 

Nas marcas Premium a BMW segue liderando, mesmo com suas vendas anotando uma queda de 36,94%, a 2ª posição é da Volvo que também registra queda (33,76%).

 

Nessa parcial separamos as vendas de veículos comerciais leves da Mercedes-Benz, sua linha Premium está na 4ª posição e anota uma queda de 29%. (MoveNews)

 

 

 

Venda de pneus cresce quase 10% em 2021

 

As vendas totais de pneus registram baixa de 0,4% com relação ao mês anterior, segundo a Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos (ANIP).

 

Venda de pneus registraram aumento de 9,6% em 2021 em comparação com 2020. O comunicado foi publicado, nesta última quarta-feira (26), pela Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos (ANIP). O resultado foi consolidado a partir das empresas representadas pela associação.

 

Na avaliação das vendas por segmento, os pneus de carga registraram 10,6% ante 2020 e 8,7% ante 2019. O resultado superou os volumes pré pandemia e impulsionou as vendas totais do ano com pouco mais de 8 milhões de unidades vendidas. Na reposição o crescimento foi de 7,4% na comparação com 2020 e de 10,3% com relação a 2019, enquanto as compras das montadoras cresceram 22,7% e 3,5%, respectivamente.

 

O segmento comercial leve somou 8,2 milhões de vendas, crescimento de 22,9% sobre 2020 e de 6,9% ante 2019. Na reposição a expansão foi de 17,8% com relação ao ano anterior e de 12,4% ante 2019, enquanto as entregas para montadoras cresceram 32,9% no ano passado, mas ainda recuaram 1,5% quando comparadas a 2019. (Frota & Cia/Priscila Ferreira)

 

 

 

Chevrolet Cruze estreia duas versões de uma só vez: RS e Midnight

 

A classificação dos automóveis por tipo de carroceria está diretamente relacionada às necessidades de diferentes perfis de clientes. E se existe um bem peculiar, é o de consumidores de hatches e sedãs médios. Isto porque valorizam, além de conforto e tecnologia, o prazer ao dirigir. Neste quesito, o Chevrolet Cruze turbo é referência e está dando um passo extra com duas novas versões que evidenciam as principais virtudes do produto. Trazem ainda evoluções em relação a acabamento, equipamento e software.

 

A primeira novidade é o Cruze RS. O modelo ganha customização que acentua o caráter arrojado do hatch. Outra mudança está na nova calibração do conjunto mecânico. Ela aprimora a qualidade de dirigibilidade em situações cotidianas de uso do modelo, que herda o acerto específico de suspensão e direção própria da configuração Sport6.

 

Olhando o veículo de frente, nota-se uma sutil mudança de caráter, proporcionada pelo conjunto mais imponente formado pela grade com detalhes em cromo escurecido, a gravata Chevrolet com fundo preto e os faróis com LED e máscara negra. Aqui, os designers usaram de criatividade para integrar os elementos através da combinação de formas, dimensões, materiais e cores. O logo RS em vermelho junto às entradas de ar marca a versão.

 

Na lateral, a moldura das janelas, o adesivo de coluna e os retrovisores seguem o mesmo visual escurecido para reforçar a ideia de unidade e, assim, evidenciar as proporções atléticas do hatch, incluindo a linha de cintura. Já as rodas personalizadas contribuem para deixar o visual do carro mais esportivo.

 

Novo também é o conceito de teto preto metálico para o Cruze, que parece ampliar a área do teto-solar e altera a percepção de proporções do modelo o deixando ainda mais arrojado. A versão RS está disponível nas cores Branco Summit, Cinza Satin Steel e o Vermelho Chili, exclusivo para este modelo. Caso o cliente prefira um carro estilo monocromático, existe a opção de lataria coberta completamente em Preto Ouro Negro.

 

Na traseira, o aerofólio funcional também foi escurecido, assim como os emblemas com o nome e a marca do veículo na tampa, próximo das lanternas de LED tridimensionais. Interessante o efeito que estes acabamentos singulares para rodas, teto, molduras, retrovisores e aeropartes provocam na personalidade do veículo.

 

“A atual geração do Cruze Sport6 já havia nascido no Brasil com elementos da configuração RS norte-americana, como os para-choques esportivos, os faróis auxiliares horizontais e a saída de escapamento inspirada em carros de competição. Agora esses detalhes extras de acabamento definitivamente credenciam o veículo a receber a chancela desta versão tão cultuada”, explica Alexandre Ameri, gerente de Design da GM América do Sul.

 

Para o interior do Cruze RS, o propósito foi reforçar a sensação de interação humana com a tecnologia sem abrir mão da sofisticação, criando um ambiente mais envolvente e com uma pitada de exclusividade. Aqui, os diferenciais ficam por conta da seleção dos materiais além da escolha da cor para os revestimentos de teto, assoalho, colunas, painéis e dos bancos – todos em preto, enquanto as costuras pespontadas dos assentos, por exemplo, trazem linhas vermelhas.

 

Quem viaja a bordo do modelo também conta com elevado nível de comodidade e segurança. A lista de equipamentos de série segue o mesmo patamar de refinamento e inclui seis airbags, sistema de monitoramento da pressão dos pneus, câmera de ré de alta definição, sensor de estacionamento dianteiro e traseiro além de sistema de áudio premium, acendimento automático dos faróis através de sensor crepuscular, sensor de chuva, central de informação digital colorida, retrovisor interno eletrocrômico e retrovisores externos com rebatimento elétrico e aquecimento.

 

O pacote de conectividade também chama a atenção e nem poderia ser diferente. Afinal, a linha Cruze foi pioneira ao introduzir as mais inovadoras destas tecnologias no mercado.

 

O Cruze RS oferece:

 

– Projeção para Apple Car Play e Android Auto na tela de 8 polegadas do MyLink com pareamento via bluetooth simultâneo de até dois smartphones;

– Wi-Fi nativo com antena amplificada e sinal de internet até 12 vezes mais estável com capacidade de conexão para até sete aparelhos simultâneos;

– Aplicativo myChevrolet para smartphone e smartwatch que permite comandar funções do carro a distância, fazer diagnósticos remotos, consultas técnicas e agendar serviços na rede autorizada;

– OnStar é o sistema de telemática avançado da GM que oferece assistência 24 horas por dia, 7 dias por semana para serviços de emergência e segurança;

– OTA (over the air) é a tecnologia que permite atualizações de sistemas eletrônicos do veículo de maneira remota. Assim, o automóvel pode receber evoluções de programação e software sem precisar necessariamente ter que se deslocar para uma oficina. O processo é semelhante ao que já ocorre com celulares.

 

Vale salientar que o carro é capaz de identificar o motorista através da chave eletrônica e ajustar o conteúdo do multimídia para as preferencias memorizadas de cada usuário (aplicativos, estações de rádio, etc). Por vir com duas chaves, é possível criar até dois perfis diferentes.

 

Sua arquitetura utiliza-se de materiais nobres de alta resistência e bastante leves, que proporcionam uma elevada rigidez torcional para a carroceria. Além disso, a plataforma do hatch da Chevrolet foi minuciosamente acertada para atender ao gosto do consumidor brasileiro e às condições das vias locais, oferecendo uma excelente dirigibilidade sem comprometer o conforto. Tanto que modelo herda amortecedores especiais, eixo traseiro mais rígido e ajuste específico da suspensão, que combinado com uma calibração exclusiva da direção elétrica, entrega melhor estabilidade em curvas, além de uma resposta mais rápida e precisa em altas velocidades.

 

O Cruze RS vem equipado com motor turbo de alto desempenho e elevada eficiência energética. Desenvolve até 153 cavalos e 24,5 kgfm de torque. Tecnologias como injeção direta de combustível, cabeçote com coletor de escape integrado e comando variável de válvulas garantem agilidade ao veículo tanto em arrancadas como em manobras de ultrapassagem. Importante destacar que este propulsor disponibiliza 90% da sua força numa faixa plana entre 1.500 rpm e 5.000 rpm. Já a potência máxima ocorre entre 5.600 rpm e 6.000 rpm. Números realmente impressionantes.

 

A transmissão automática de seis velocidades caracteriza-se pela suavidade e precisão nas trocas de marcha. Dotada de inteligência artificial, ela é capaz de entender as preferências do motorista e se adaptar ao seu modo de condução. Possui paralelamente sistema Active Select, que permite fazer trocas manuais por meio da alavanca do câmbio — perfeito para quem busca em determinadas situações maior interação com o veículo.

 

O Cruze RS é um produto verdadeiramente aspiracional e segue a fórmula que consagrou a versão globalmente, podendo ainda ser customizado com acessórios originais tanto para o exterior como para a cabine. Isto inclui desde tapetes bordados até soleiras com o logo RS.

 

Com base no sucesso desta configuração em clínicas com o público-alvo e em estudos de mercado, a Chevrolet decidiu concentrar a oferta do Cruze hatch no mercado brasileiro na versão RS.

 

A segunda novidade da linha Cruze é a versão Midnight, que chega para ampliar o leque de opções do sedã. Apesar de ser mais acessível que as versões topo de linha LTZ e Premier, o Cruze Midnight carrega a essência de um veículo premium em relação a estilo, tecnologia e prestígio.

 

O modelo estreia um novo conceito para a versão Midnight da Chevrolet: além do tradicional preto Ouro Negro, o cliente terá mais opções de cores metálicas para a carroceria. São elas o Azul Eclipse e o Cinza Satin Steel. Na cabine, os acabamentos desde os do forro do teto até os revestimentos soft touch de portas e painel ganham tons predominantemente escurecidos também, bem como sugere o nome da versão.

 

A ideia de estender o leque de opções de cores escuras para a carroceria veio de consumidores. Aliás, a própria série Midnight nasceu inspirada em tendências de customizações feitas por clientes nas ruas.

 

Igual outros modelos da série, o Cruze Midnight se destaca pelos acabamentos sofisticados e customizados, proporcionando com um toque extra de ousadia incomum em sedãs.

 

Na frente o destaque começa pela gravata Chevrolet com fundo preto e pela moldura em cromo escurecido da barra que divide as duas entradas de ar do motor turbo. A grade com elementos estéticos internos alusivos à tecnologia é própria do sedã. Faróis com máscara negra com luz de condução diurna em LED e luzes auxiliares tipo canhão completam o conjunto.

 

Na lateral, as rodas aro 17 em dois tons mesclam pela primeira vez o preto com o cromado. Um filete do mesmo metal faz a harmonização com as maçanetas. Já o logo Midnight fica na parte inferior da porta dianteira, alinhado com os retrovisores externos. A ausência de frisos é proposital, para que os vincos da carroceria sejam evidenciados, assim como a silhueta do veículo marcada pela caída do teto semelhante ao de um cupê. A seleção para as opções de cores externas considerou também a composição de pigmentos das tintas que refletissem com maior precisão a luz, evidenciando os vincos e o dinamismo do veículo.

 

E, apesar da traseira propositalmente mais curta do que de sedãs tradicionais, o Cruze entrega amplo espaço tanto para cinco passageiros como para bagagens. O entre-eixos mede 2.700 mm e o porta-malas acomoda até 440 litros.

 

O Cruze Midnight ainda reúne equipamentos de comodidade valorizados pelos entusiastas de sedãs médios, como revestimento premium dos bancos e painel, ar-condicionado com controle eletrônico de temperatura mais sistema automático de recirculação, partida por botão, chave eletrônica para travamento e destravamento das portas e da tampa traseira com sensor de aproximação, além de regulagem de altura dos faróis, sensor de estacionamento traseiro, controlador de velocidade de cruzeiro e limitador de velocidade.

 

Em relação ao pacote de itens de segurança, o modelo traz airbag frontal, lateral e de cortina, aviso sonoro para utilização do cinto de segurança em todos os assentos, cintos de segurança dianteiros com pré-tensionadores e controle eletrônico de estabilidade e tração com a função de assistente de partida em aclive.

 

O Cruze Midnight conta também com nível quatro de conectividade, o mais avançado disponível no mercado. Aqui os destaques são o MyLink com Apple Car Play e Android Auto, Wi-Fi nativo, OnStar para serviços de emergência e segurança, myChevrolet app para comandar funções do carro a distância, além de tecnologia OTA (over the air), capaz de promover atualizações de sistemas eletrônicos do veículo via internet.

 

A nova versão traz o consagrado motor de 153 cavalos e 24,5 kgfm de toque, que, junto com os confortáveis bancos e a excelente posição de guiar, tornam a condução extremamente prazerosa. Este quesito inclusive aparece em pesquisas da marca como um dos com mais elevado índice de satisfação, acima da média de veículos rivais.

 

Apesar das dimensões generosas, o sedã da Chevrolet é ágil no trânsito e tem consumo equivalente ao de veículos bem menores e menos potentes. O propulsor 1.4 turbo e a transmissão automática inteligente de seis marchas de última geração são padrão em toda família Cruze e auxiliam nesta tarefa, colaborando ainda para um maior silêncio a bordo.

 

“O Cruze Midnight tem forte apelo emocional, a começar pelo visual marcante, passando pela arquitetura moderna até o prazer ao dirigir de um verdadeiro de sedã médio premium. Mas esta versão especial também seduz pelo lado racional, com um conteúdo de equipamentos bastante abrangente. Tem também todo legado de sucesso da marca Chevrolet neste segmento, com milhares de clientes conquistados, um diferencial estratégico que nos motiva a continuar investindo e buscando expandir as oportunidades para o produto”, diz Rogério Sasaki, gerente Marketing de produto da GM América do Sul.

 

Tanto que o time de engenharia da empresa vem trabalhando no desenvolvimento de novas soluções para melhorar ainda mais a qualidade de dirigibilidade e reduzir as emissões da linha Cruze. Para isso, estão sendo promovidas mudanças importantes em sistemas como o de exaustão e de armazenamento e distribuição de combustível. Outra alteração está na inteligência dos softwares que gerenciam motor e câmbio.

 

O Cruze está adotando inclusive tecnologias que serão requeridas apenas em fases futuras do programa de controle de emissões veiculares, a exemplo do componente que controla e reduz a emissão de vapores tóxicos do tanque durante o processo de abastecimento. Todas estas atualizações tecnológicas contribuem para reduzir drasticamente a descarga de gases na atmosfera, como a de óxidos de nitrogênio (NOx), que cai pela metade.

 

As versões RS e Midnight estão entre as de maior sucesso da Chevrolet no mundo e chegam para o hatch e para o sedã do Cruze, respectivamente. A dupla começa a desembarcar no Brasil a partir do fim de janeiro para ser distribuída a toda rede de concessionária da marca pelo país. (Coisas de Agora)

 

 

 

Família VW Constellation ganha dois novos modelos com o motor MAN D26

 

Desde o final do ano passado, a Volkswagen Caminhões e Ônibus passou a oferecer em sua rede de concessionários no Brasil dois novos modelos da família Constellation com o motor MAN D26: O 25.460, o seu caminhão estradeiro mais potente, e o 41.460, com a maior capacidade de carga dos chassis rígidos da marca.

 

O VW 25.460 é o primeiro Constellation rodoviário com motor MAN D26 de 12,4 litros e 460 cv, o mais potente da linha para essa operação. Para completar o trem de força, a montadora desenvolveu uma nova calibração na transmissão automatizada Traxon, com 12 marchas, voltada à aplicação rodoviária, com tração 6×2 tem capacidade máxima de tração de 70 toneladas.

 

“O VW Constellation 25.460 é o mais novo exemplar do conceito ‘menos você não quer, mas você não precisa’, que consagrou a família de extrapesados Volkswagen com o lançamento do Titan Tractor. E agrega as evoluções ao longo desse período: todas as unidades do modelo já saem de fábrica com a plataforma de conectividade RIO para propiciar a telemetria e os consequentes ganhos operacionais”, destaca Ricardo Alouche, vice-presidente de Vendas, Marketing e Serviços da VWCO.

 

Com entre-eixo de 3.600, o modelo está equipado com suspensão metálica, desenvolvida sob medida para melhor se adaptar à realidade brasileira de operação. Dois tanques de 470 litros de combustível compõem o veículo para agilizar a logística operacional, garantindo grande autonomia. O extrapesado VW também dispõe de tanque para 100 litros de Arla 32, a maior capacidade da categoria, o que maximiza a produtividade por evitar a necessidade de abastecimento durante a viagem.

 

O Constellation 25.460 vem também recheado de tecnologia embarcada, como o bloqueio do diferencial do eixo traseiro e o sensor de inclinação para ajustar a rotação e melhorar o consumo de combustível. Já o Eco-roll aproveita a inércia quando possível e coloca a transmissão em neutro de forma segura e controlada, trazendo resultados significativos em redução no consumo de combustível.

 

O modo manobra controla a velocidade e não permite a troca de marchas, proporcionando assim uma saída suave sem trancos. Já o kick down reduz a marcha ao pisar fundo no acelerador, aumentando o giro do motor para obter melhor performance para ultrapassagem seguras. Por fim, o EasyStart é o assistente de partida em rampa da Volkswagen Caminhões.

 

Com a nova resolução do Contran para cavalos mecânicos 6×2, o novo VW Constellation 25.460 assume ainda mais aplicações, podendo operar com implementos de quatro eixos ou bitrem, além dos semirreboques de três eixos, alcançando um peso bruto total combinado de até 58,5 ton.

 

Já o VW Constellation 41.460 é o modelo que oferece o maior peso bruto total e a maior capacidade de carga dos chassis rígidos da marca. Recente customização do BMB, centro de otimizações exclusivo que conta com todo o apoio da engenharia da montadora, o VW Constellation 41.460 8X4 busca atender a mais aplicações fora de estrada.

 

“Estamos sempre atentos aos anseios de nossos clientes, ofertando um Constellation chassi rígido off-road ideal para trabalhar na mineração, construção mais pesada ou aplicações madeireiras e florestais, com o conforto, a robustez e a economia já reconhecidas na família”, afirma Ricardo Alouche, vice-presidente de Vendas, Marketing e Serviços da VWCO.

 

O veículo está equipado com o motor MAN D26 de 13 litros, produzido no Brasil, que entrega 460 cv e torque máximo de 2.300 Nm numa ampla faixa de rotações. Para garantir um desempenho mais econômico, acompanha esse conjunto a transmissão automatizada V-Tronic com caixa Traxon de 12 ou 16 velocidades, calibrada para operações off-road.

 

O resultado é um melhor consumo de combustível e desempenho superior para as condições de rodagem no país. O extrapesado para operação fora de estrada traz ainda um importante atributo: seus eixos traseiros vêm com redução nos cubos, ideais para aplicações com alto desempenho no transporte pesado off-road. Está disponível com diversas opções de entre-eixos, entre 5.200 e 5.800 mm. Tem peso bruto total de 41 toneladas e capacidade máxima de tração de 125 ton. (Truck & Bus Builder América do Sul)

 

 

 

Entenda o que pode causar danos à embreagem do carro

 

A embreagem é um dos componentes mais importantes da transmissão do automóvel. Ela tem a função de acoplar o motor ao câmbio, garantindo a transferência de torque e uma troca de marcha mais precisa e suave.

 

“Trata-se de um material de desgaste, por isso, é necessário fazer bom uso do sistema para durar o máximo possível”, afirma o engenheiro mecânico Cléber Willian Gomes, professor de engenharia automotiva do Centro Universitário da FEI.

 

O bom uso da embreagem, além de prolongar seu tempo de vida, proporciona um arranque sem trepidações e ajuda a amortecer as vibrações do motor. “Uma das atitudes do motorista que impactam na embreagem é repousar o pé no pedal da embreagem”, diz Gomes. “Isso pode causar o superaquecimento do sistema e comprometer também outros componentes.”

 

Outro vício é dosar os pés nos pedais do acelerador e da embreagem com o carro parado numa subida, aguardando o semáforo abrir, por exemplo. “É um erro que, aos poucos, vai deteriorando o sistema”, revela o engenheiro. “Basta usar o freio de mão. É mais seguro e econômico.”

 

A embreagem tem condições de durar o tempo de vida útil do veículo se o condutor souber usá-la corretamente. No caso de carros com câmbio manual, o certo é pisar no pedal até o fim de seu curso para mudar a marcha. O engate brusco pode causar avarias, pois o movimento é capaz de quebrar os dentes das engrenagens do câmbio.

 

Não saia com o carro em segunda marcha

 

Lembre-se: altas velocidades não são compatíveis com marchas baixas. Elas sobrecarregam o disco e podem inutilizar por completo toda a embreagem – independentemente da quantidade de quilômetros rodados.

 

“Existe uma prática adotada por alguns motoristas que não dá para entender: sair com o carro com a segunda marcha engatada. Se a engenharia automotiva criou a primeira marcha para tirar o automóvel da imobilidade, para que usar a segunda?”, questiona Gomes.

 

Forçar o carro a subir obstáculos, como guias e calçadas, submetê-lo a fortes arrancadas e cantar os pneus também são péssimos hábitos que desgastam a embreagem desnecessariamente.

 

Sintomas de embreagem com problemas

 

O automóvel dará alguns avisos quando a embreagem não estiver funcionando bem: pedal duro, perda de força de transmissão, muita trepidação e, principalmente, dificuldade de engate.

 

Se o veículo apresentar um desses sintomas, deixe de usá-lo imediatamente e procure um mecânico. “O ideal é não esperar que o automóvel chegue a esse ponto. A manutenção, portanto, é fundamental, pois a substituição do componente não é barata”, afirma o professor.

 

Hoje, os modelos mais modernos têm dupla embreagem, tecnologia associada às transmissões automatizadas e que permite trocas mais rápidas. Uma das embreagens é responsável por controlar as marchas pares, enquanto a outra se incumbe de realizar as trocas das ímpares. (O Estado de S. Paulo)