27/3/2020

Montadoras entram na guerra ao coronavírus com conserto de respiradores e doação de máscaras

 

A evolução do coronavírus acelerou a procura por máscaras e a necessidade de uso dos respiradores nas unidades de tratamento intensivo (UTI). Os fabricantes de veículos do país estão se engajando no combate à pandemia. Com as linhas de montagem paradas, as montadoras colaboram com os órgãos oficiais em diversas iniciativas.

 

Os ventiladores de ar médicos, os chamados respiradores, são decisivos para o tratamento dos contaminados pelo covid-19.

 

Além da febre e da tosse, em muitos casos o vírus ataca o pulmão e exige a internação. Nas UTIs, os contagiados com dificuldade de respirar podem precisar da ajuda dos ventiladores de ar médicos.

 

Com a produção nas fábricas de veículos paradas ou em desaceleração, montadoras anunciaram ações de combate ao covid-19 e a colaboração com os governos federal, estaduais e municipais.

 

Conserto de respiradores

 

A General Motors atua junto às autoridades em trabalho com Ministério da Economia, Senai, Associação Brasileira de Engenharia Clínica (Abeclin) e outras montadoras para unir uma força-tarefa no conserto de todos os respiradores que não estão funcionando no Brasil.

 

A Iniciativa + Manutenção de Respiradores aumentará o número de aparelhos disponíveis para atender pacientes graves infectados pelo covid-19. Conforme a GM, já foram mapeados mais de 3 mil respiradores fora de operação, mas o número poderá ser ainda maior.

 

O objetivo é consertar 100% dos aparelhos. Os respiradores são buscados nos hospitais e levados até uma fábrica mais próxima - Gravataí, no RS, e São Caetano do Sul, São José dos Campos e Mogi das Cruzes, em SP.

 

Consertados com a mão de obra técnica voluntária treinada pelo Senai, o equipamento retornará ao hospital de origem para ser usado no combate ao covid-19 depois de voltar a funcionar. 

 

Máscaras e veículos

 

A Volkswagen está com duas ações: o empréstimo de cem veículos para deslocamento dos profissionais da saúde, transporte de equipamentos e medicamentos, entre outras necessidades ligadas ao combate ao coronavírus. Os carros foram emprestados às prefeituras onde a montadora tem fábricas: São Bernardo do Campo, Taubaté, São Carlos (SP) e São José dos Pinhais (PR).

 

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A Volkswagen também anunciou a doação de 2 mil máscaras faciais protetoras para as cidades onde há unidades. As máscaras eram usadas na linha de produção e fazem parte do estoque da empresa. A doação está sendo feita em cooperação com a Defesa Civil dessas localidades.

 

O grupo PSA - Peugeot Citroën - revelou que poderá produzir protetores faciais em impressoras 3D. A ação será parceira com a FabLAb, da Firjan Senai, de Resende (RJ), cidade próxima à fábrica da PSA,em Porto Real.

 

A Renault deverá anunciar nos próximos dias ações como a produção de máscaras faciais em 3D e o conserto de respiradores.

 

Exterior

 

A falta de respiradores na Europa e nos Estados Unidos levou montadoras a avaliarem a produção dos equipamentos durante a pandemia global. Na América do Norte são Ford, GM e Tesla e, no Velho Continente, as alemãs Volkswagen e Daimler, a italiana Ferrari e a ítalo-americana Fiat Chrysler Automobildes. (Zero Hora/Gilberto Leal)

 

 

 

Sem peças, Scania paralisará fábrica de SBC por 15 dias

 

A Scania paralisará a produção de caminhões em ônibus em São Bernardo do Campo (SP). De acordo com a previsão inicial da montadora, a planta ficará fechada de 30 de março a 13 de abril. Ao todo, 3,5 mil empregados da fabricante sueca terão em férias coletivas.

 

“Não tenho, no entanto, a resposta se realmente vamos voltar no dia 13”, afirma o presidente da montadora na América Latina, Christopher Podgorski.

 

Segundo o executivo, o principal motivo da paralisação é a falta de peças. A montadora recebe componentes do exterior e do Brasil.

 

Podgorski explica que a chegada de itens que vêm de fábricas da própria Scania no exterior está normal. Entretanto, a empresa já começa a sentir falta de peças de fornecedores de outras partes da Europa. (Frota & Cia/André Garcia)

 

 

 

Setor de máquinas agrícolas espera reação no segundo semestre após prejuízos causados pelo coronavírus

 

Com as vendas prejudicadas pelo cancelamento de feiras e demais efeitos do coronavírus, o setor de máquinas agrícolas no Brasil aposta no segundo semestre para recuperar uma parcela significativa do faturamento do ano, enquanto os negócios para a infraestrutura da fazenda, como silos, já sofreram perdas "irreparáveis".

 

Sazonalmente, a comercialização de tratores, colheitadeiras e demais implementos utilizados no plantio e colheita se intensificam entre junho e outubro, para a safra de verão, e passam por uma nova rodada de negociações entre abril e maio, para utilização nas culturas de inverno.

 

Segundo Bastos, a expectativa inicial da Abimaq era aumentar em 7% no faturamento de máquinas agrícolas neste ano. Em 2019, a receita atingiu 16,7 bilhões de reais.

 

Além do cancelamento de pedidos de venda e do fechamento de concessionárias, fornecedores pararam de fabricar peças e, em consequência, levaram à suspensão nas atividades de montadoras.

 

Nesta semana, as companhias de máquinas agrícolas Jacto, CNH e John Deere anunciaram suspensões das operações em fábricas no Brasil.

 

Neste cenário, o vice-presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Alfredo Miguel Neto, afirmou que há preocupação em manter ao menos o atendimento aos produtores rurais.

 

"Mesmo que haja individualmente um plano de fechamento (entre as indústrias), (estamos) montando todo o esquema para poder atender o pós-venda, ou seja, os produtores, nossos clientes, na produção de peças e na assistência técnica."

 

Armazenagem e irrigação amargam perdas

 

Enquanto a indústria de máquinas e implementos agrícolas ainda tem chance de recuperar parte dos resultados previsto para o ano, setores como o de armazenagem e irrigação podem amargar perdas irreparáveis, pois são compostos por projetos de médio e longo prazo.

 

O presidente do Grupo de Trabalho de Armazenagem de Grãos da Abimaq, Paulo Bertolini, conta que o setor já vinha prejudicado, desde novembro, pelo término dos recursos do Programa para Construção e Ampliação de Armazéns (PCA).

 

Para o ciclo de 2019/2020, o Ministério da Agricultura destinou R$ 1,81 bilhão para o PCA, a taxas de juros entre 6% e 7% ao ano, pelo Plano Safra. Agora, Bertolini acredita que as incertezas econômicas devem fazer o setor "sofrer bastante".

 

Uma vez instalada na propriedade rural, uma infraestrutura de armazenagem demora de oito a dez anos para ser amortizada e precisar de renovação.

 

Segundo Bertolini, os produtores se apoiam a este argumento para postergar este tipo de investimento e, então, a safra de grãos cresce a níveis mais elevados do que a capacidade de armazenagem do país.

 

Dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) indicam que o Brasil colherá 251,9 milhões de toneladas de grãos na safra de 2019/2020, um recorde. Em contrapartida, Bertolini calcula que o déficit de armazenagem, atualmente, chega a 90 milhões de toneladas.

 

Em resposta à crise do coronavírus, a Kepler Weber, maior fabricante de equipamentos para armazenagem de grãos da América Latina, informou que os funcionários da planta de Panambi (RS) e de Campo Grande (MS) terão férias coletivas por 20 dias.

 

Impulsionada pela recente ocorrência de seca em algumas regiões do país, como o Rio Grande do Sul, e pelo alto patamar de capitalização dos produtores rurais, a perspectiva para o setor de irrigação vinha positiva até a eclosão da crise do coronavírus.

 

"Prevíamos um crescimento de 10% no mercado para 2020, ante a média de R$ 1,4 bilhão de faturamento registrada no ano passado. Agora, se conseguirmos estabilidade no resultado de 2020 significa que contornamos bem a crise", disse o diretor presidente da Valmont no Brasil e presidente da Câmara Setorial de Irrigação da Abimaq, Renato da Silva.

 

"Estamos vivendo uma crise financeira que já está impactando todos os setores. Esse ambiente de incerteza não é favorável para qualquer tipo de negócio... só é cedo para mensurar a dimensão disso (na irrigação)", acrescentou. (Portal G1/Reuters)

 

 

 

Falta de suporte nas estradas faz caminhoneiros começarem a parar

 

De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores autônomos, em Sinop-MT, já há uma redução na disponibilidade de caminhoneiros. Isso acontece porque muitos profissionais estão deixando de exercer as atividades por conta própria devido à falta de apoio logístico como, por exemplo, de oficinas mecânicas fechadas.

 

Segundo o comentarista do Canal Rural, Glauber Silveira, há uma grande preocupação em não interromper o abastecimento “os caminhoneiros são elo fundamental na cadeia de distribuição e abastecimento que precisamos olhar e estar atentos, tanto que o frete já subiu porque diminuiu o número de caminhões em circulação, o que pode ocasionar um problema ainda maior”, diz.

 

Além disso, é importante ressaltar que vários países temem deixar de receber produtos brasileiros. Bem como, milho, soja, farelo e carne. Nesta semana, o presidente chinês fez uma reunião via internet com Bolsonaro para acabar com qualquer desentendimento entre os dois países.

 

“O próprio presidente da China conversou com o presidente Bolsonaro e colocou panos quentes, porque neste momento a China quer manter relações com o Brasil. O país asiático necessita do Brasil como um grande fornecedor de proteína e grãos e, por este fato, é importante manter toda a execução dos portos, principalmente nesta questão aduaneira” completa Glauber. (Canal Rural)

 

 

 

Transporte rodoviário de carga no Brasil recua 26% em dez dias

 

O volume de transporte rodoviário de carga (TRC) no Brasil recuou 26,14% em dez dias. É o que aponta um levantamento feito pela Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística) com 600 transportadoras brasileiras.

 

O objetivo é monitorar o impacto da quarentena imposta pela pandemia do coronavírus. Foram ouvidas empresas de pequeno, médio e grande porte. O levantamento foi realizado entre segunda-feira (23) e terça-feira (24).

 

“Esse é o primeiro estudo que realizamos desde que a doença chegou ao País”, afirma o assessor-técnico da NTC&Logística, Lauro Valdivia, responsável pelo levantamento. “A intenção é ouvir as transportadoras uma vez por semana para monitorar e ajudar o setor a avaliar o impacto nos negócios das empresas e na economia”.

 

A indústria é o setor mais afetado pela quarentena. O segmento que apresentou o maior recuo no volume de carga transportada foi o de embalagens plásticas. A queda foi de 55,36%, de acordo com a apuração da NTC&Logística.

 

Em seguida vêm o setor eletro-eletrônico, com recuo de 46,50%. A queda no volume de transporte de produtos e equipamentos para a indústria automotiva foi de 37,62%.

 

O setor com menor queda foi a indústria química, com recuo de 7,96%. O agronegócio e a indústria alimentícia (produtos não refrigerados) tiveram retração de, respectivamente, 11,50% e 16,21%.

 

O único setor com aumento no volume de carga transportada foi o farmacêutico. O levantamento da NTC&Logística aponta alta de 0,84% nos últimos dez dias.

 

Lojas fechadas, transporte recua

 

O número de entregas ao chamado comércio de rua (lojas em geral) recuou 40,74%. Nos últimos dez dias, o volume de transporte do tipo B2C (da indústria para o consumidor final) caiu 29,81%.

 

As entregas realizadas em shopping Center caíram 26,88%. A menor queda registrada no segmento, de 14,17%, aconteceu nos supermercados e hipermercados.

 

Valdivia avalia que, mesmo com a tendência de aumento na busca por alimentos e produtos farmacêuticos em um momento como o de pandemia, o consumidor está segurando as economias. “Isso explica o fato de até as mercadorias essenciais sofrerem retração de consumo num momento como este”.

 

Presidente da NTC&Logística, Francisco Pelúcio diz que se a letargia econômica se estender por muito tempo, o País entrará em colapso. “Os embarcadores operam com prazo de faturamento de, em média, 30 a 45 dias. Mas já há embarcadores pedindo 90 dias para acertar as contas com as transportadoras”.

 

Para minimizar as perdas e viabilizar o setor, a entidade está solicitando a liberação de uma linha de crédito ao Ministério da Economia. “Temos que retomar os negócios. A indústria não pode parar”.

 

Pelúcio afirma ainda que o setor vem orientando os profissionais acerca da prevenção e dos riscos envolvendo o coronavírus. “Cada empresário está cuidando dos seus colaboradores e motoristas”. (Estradão)

 

 

 

Com férias e isolamento, brasileiro gasta menos tempo no trânsito

 

Dados do sistema de conectividade automotiva VAI, Vehicle Artificial Intelligence, indicam que o tempo gasto  diariamente pelos brasileiros nos veículos entre 18 e 23 de março caiu mais de 50% em relação à média registrada na primeira semana do mês, quando ainda não eram tão intensas as recomendações governamentais para a restrição de circulação de pessoas e comércio e indústria operavam normalmente.

 

Entre 03 e 10 de março, cada motorista gastou diariamente perto de 125 minutos em deslocamentos. Já após as restrições e paralisações para minimizar a proliferação do coronavírus, foram necessários 62 minutos, segundo a Wings, empresa desenvolvedora do VAI.

 

Santa Catarina foi o estado com maior redução proporcional no tempo demandado para os deslocamentos: recuo de 71%. Na sequência aparecem Alagoas e Amazonas, com quedas de 64% e 59%, respectivamente.

 

Em São Paulo, estado com maior número de veículos em circulação, o tempo médio consumido diariamente caiu de 100 para pouco mais de 52 minutos.  No Rio de Janeiro, de mais de 130 para 60 minutos, em Minas Gerais, de quase 123 minutos para 62 e no Distrito Federal, de 129 para 54 minutos.

 

O número de viagens por automóvel também teve redução expressiva mesma comparação: passou de 6,9 para 4 viagens.

 

A redução foi gradativa. De 10 a 17 de março, quando surgiram as primeiras orientações para o isolamento social e empresas começaram a conceder férias coletivas, a média de viagens por carro caiu para 6 por dia e o tempo médio para 105 minutos. (AutoIndústria)

 

 

 

Ford adia por três meses pagamento de financiamento de carros da marca

 

Diante das dificuldades causadas com a chegada ao País do novo coronavírus - que está levando empresas a darem férias coletivas aos funcionários e redução de salários - a Ford oferece a possibilidade de seus clientes suspenderem o pagamento das parcelas dos próximos três meses. Elas serão cobradas apenas no final do financiamento, segundo anunciou a empresa nesta quinta-feira, 26.

 

O juro a ser cobrado pela alteração é o de mercado, informa o vice-presidente da Ford América do Sul, Rogelio Golfarb. Ele ressalta não tratar-se de uma ação de vendas, mas de oferecer alternativa aos clientes que já adquiriram carros da marca por meio de financiamento do Ford Credit a guardarem uma reserva de dinheiro para outras necessidades.

 

"O adiamento de três parcelas para o final do contrato é uma forma de dar um alívio importante para a travessia desse período crítico”, acrescenta José Netto, diretor executivo da Ford Credit, ligada ao Banco Bradesco.

 

O mercado de veículos neste mês vai despencar pois as concessionárias estão fechadas para vendas e os Detrans estaduais não estão realizando emplacamentos. É por esse dado que o setor contabiliza os negócios a cada mês.

 

Queda dramática

 

"Será uma queda enorme, dramática", prevê Golfarb. A maioria das fábricas de todas as marcas que atuam no Brasil também está fechada para evitar a disseminação da covid-19 entre os funcionários. Diversos fabricantes de autopeças também estão suspendendo a produção.

 

Nesta quinta, a Volkswagen, primeira montadora a dar férias coletivas aos funcionários de suas quatro fábricas inicialmente por três semanas - prazo que terminaria no dia 13 de abril, decidiu prorrogar a paralisação até o fim do próximo mês. (O Estado de S. Paulo/Cleide Silva)

 

 

 

Volkswagen prorroga férias coletivas até o final de abril

 

Já se antecipando à provável prorrogação do isolamento imposto pela pandemia do Corid-19, a Volkswagen decidiu prorrogar a suspensão da produção das suas quatro fábricas instaladas no Brasil até o dia 30 de abril.

 

Com operações paralisadas desde a última terça-feira, 23, os trabalhadores da área produtiva encontram-se em folgas administradas por banco de horas por uma semana e entram em férias coletivas – que a princípio durariam duas semanas – a partir de 31 de março.

 

Dessa forma, a empresa se programa para paralisar suas operações por pelo menos 39 dias, um dos maiores períodos já definidos dentro do setor automotivo por conta do novo coronavírus. Segundo nota da Volkswagen divulgada no início da noite desta quinta-feira, 26, a partir do final de abril a produção será retomada de acordo com a programação da cadeia de suprimentos e de logística de cada fábrica. Durante este período os empregados estarão em férias.

 

As medidas adotadas em suas quatro fábricas – São Bernardo do Campo/SP, Taubaté/SP, São José dos Pinhais/PR e São Carlos/SP – enquadram-se nas ferramentas de flexibilização previstas em acordo coletivo de trabalho. (AutoIndústria)

 

 

 

Audi e Volkswagen mudam os logotipos para promover o isolamento social

 

A pandemia do coronavírus (Covid-19), claro, está afetando a indústria de automóveis ao redor do mundo. No Brasil, praticamente todas as fábricas suspenderam suas operações.

 

Audi e Volkswagen criaram uma campanha para promover o distanciamento social. E ambas as marcas usaram uma imagem bastante emblemática para isso: o logotipo.

 

Por meio de uma animação, a VW distanciou ainda mais as letras “V” e “W” do logotipo. Vale lembrar que o símbolo da marca alemã passou por uma remodelação recentemente. O novo logotipo, inclusive, vai estrear no Brasil no inédito Nivus.

 

“Na Volkswagen tradicionalmente estamos juntos em todas as crises e nos apoiamos. Estamos convencidos de que juntos encontraremos novos caminhos e soluções que nos permitirão superar essa crise. No momento, é particularmente importante que sigamos as regras de conduta e higiene com muita disciplina. Fique seguro e mantenha distância social!”, diz a mensagem.

 

No caso da marca de luxo, o movimento começou nos Estados Unidos (um dos países mais afetados pelo vírus), mas logo chegou ao Brasil. As tradicionais argolas, que simbolizam a fusão de quatro fabricantes que existiram no passado, foram separadas justamente para denotar que as pessoas fiquem em casa, em isolamento e sem contato com as outras até a epidemia terminar.

 

“Fique em casa, mantenha distância, mantenha-se saudável, ajude o outro. Estamos juntos nisso. Como empresa global e comunidade global, nossa maior prioridade é identificar as oportunidades de baixar a curva de contaminação. Fique seguro”, é o discurso da Audi. (Revista Auto Esporte/Raphael Panaro)

 

 

 

Carris conclui assinatura de contratos para compra de novos ônibus

 

A Prefeitura de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, informou por meio de nota que a Carris já concluiu a assinatura dos contratos de compra de 97 novos ônibus.

 

Os veículos são do modelo Mascarello Granvia Midi no chassi Mercedes OF-1721 L. Segundo a Prefeitura, as contratações com as empresas fornecedoras Mercedes-Benz e Mascarello, que fabricarão chassis e carrocerias, respectivamente, representam uma operação de R$ 40,9 milhões.

 

As empresas têm 120 dias para realizar a entrega dos ônibus a partir da assinatura dos contratos, o que ocorreu nesta terça-feira, 24 de março de 2020.

 

“Todos os coletivos serão modelo 2020, com emprego de tecnologias que permitirão mais economia em relação aos que estão atualmente em circulação. Os veículos serão equipados com acessibilidade, ar-condicionado e câmeras de monitoramento, além do sistema TRI com GPS e reconhecimento facial. Os ônibus desativados serão leiloados”, informou a Prefeitura, em nota.

 

Pregão

 

A aquisição está de acordo com o pregão eletrônico realizado no dia 2 de março de 2020 e homologado em 11 de março de 2020.

 

Relembre: Carris renova frota com 97 unidades do Mascarello Granvia Midi no chassi Mercedes OF-1721 L

 

Ainda segundo a Prefeitura, o valor investido, 90% provém de uma operação de crédito realizada entre a Carris e a Caixa Econômica Federal, tendo a Prefeitura de Porto Alegre como garantidora, de acordo com a Lei Municipal nº 12.637, de 28 de novembro de 2019. O valor equivalente aos 10% complementares será investido pela Carris. (Diário do Transporte/Jessica Marques)

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