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NOTÍCIAS DO DIA

21/10/2026

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Geely produziu 1 milhão de unidades do EX2 em dois anos

 

A Geely atingiu nesta última terça-feira, 20, a marca de 1 milhão de unidades produzidas do EX2, hatch elétrico vendido na China como Xingyuan. O marco foi alcançado cerca de dois anos após o lançamento do modelo.

 

O EX2, já exportado para dezenas de países, incluído o Brasil desde o ano passado, havia chegado a 200 mil unidades fabricadas em maio de 2025. Apenas dez meses após, as linhas de montagem chinesa acumulavam 600 mil unidades e, em agosto, atingiram 800 mil.

 

Em 2025, o EX2 somou 465,8 mil unidades vendidas na China, resultado que o colocou na liderança do mercado local, considerando todos os segmentos.

 

De janeiro a setembro de 2026, o hatch elétrico acumulou 310,4 mil unidades negociadas, queda de 9,6% sobre igual período do ano anterior. Em setembro, porém, as vendas alcançaram 44,3 mil,  melhor resultado mensal deste ano.

 

Desenvolvido sobre a plataforma GEA, o EX2 tem motor e tração traseiros. Na China, oferece motores de 58 kW ou 85 kW e baterias de fosfato de ferro-lítio. As configurações iniciais têm autonomia de 310 ou 410 quilômetros pelo ciclo chinês CLTC. Uma atualização apresentada em maio acrescentou opção com alcance de 480 quilômetros pelo mesmo padrão.

 

Produção no Brasil

 

No Brasil, onde foi lançado em novembro de 2025, o EX2 tem produção confirmada para dezembro no Complexo Ayrton Senna, em São José dos Pinhais, PR, pertencente à Renault Geely do Brasil. Será o segundo modelo da Geely com fabricação local, após o híbrido plug-in EX5 EM-i.

 

As vendas da versão nacional, informou a montadora, estão previstas para começar dois meses depois, em fevereiro de 2027. Até lá, o abastecimento das concessionárias permanecerá dependente das unidades importadas da China.

 

Desde que chegou às revendas, já foram licenciadas no mercado brasileiro 31,7 mil unidades do compacto até setembro deste ano — 29,2 mil nos primeiros nove meses de 2026, segundo os levantamentos da Fenabrave. (AutoIndústria)

 

 

 

Família Volksbus ganha novo painel digital

 

Em linha com os lançamentos apresentados na Lat.Bus 2026, a Volkswagen Caminhões e Ônibus investe em um novo painel digital para a família Volksbus. Disponível como opcional a partir de 2027, o novo painel digital poderá equipar todos os modelos de ônibus da marca.

 

O novo painel de instrumentos é uma alternativa tecnológica à versão analógica atual e estará disponível nos idiomas português, inglês, espanhol e francês. Totalmente digital, a ferramenta reúne cerca de 80 funcionalidades, entre elas a avaliação do motorista, a indicação do peso por eixo e o controle da altura da suspensão nas versões pneumáticas.

 

Além do design moderno, o novo painel digital aprimora a visibilidade das informações e a navegação pelos menus, proporcionando mais controle e conhecimento sobre a operação do veículo durante a viagem. A solução também torna o cockpit mais ergonômico e eficiente ao concentrar informações operacionais em uma única interface e permitir a total personalização de dados conforme as necessidades da operação. Dessa forma, o motorista acessa com mais agilidade os principais indicadores do veículo, reduz distrações e ganha mais conforto, praticidade e controle ao longo de toda a jornada.

 

Para os modelos elétricos, o sistema conta ainda com integração ao aplicativo VWCOnnect, que disponibiliza no celular do cliente todas as informações do veículo. Entre as funcionalidades, estão a interpretação de códigos de falha, consultas operacionais, acompanhamento de revisões, histórico de viagens, visualização do consumo médio e monitoramento de gastos.

 

Compatível com sistemas Android e iOS, o aplicativo permite ainda o cadastro de até sete veículos em uma única conta, proporcionando uma gestão centralizada e mais eficiente da frota. O novo painel digital reforça a estratégia da VWCO de ampliar o acesso a tecnologias avançadas em toda a família Volksbus. (Portal Technibus)

 

 

 

Michelin lança primeiro pneu para caminhões Wide Body na mineração

 

A Michelin lançou o XDR Wide Body Truck, pneu premium voltado às frotas de mineração. Trata-se do primeiro produto da marca desenvolvido especificamente para a nova geração de caminhões do tipo Wide Body, categoria que cresce rapidamente nas operações de mineração e pedreiras.

 

Esses veículos combinam capacidade de carga, segurança e custo de operação, fatores que explicam sua expansão em minas de todo o mundo. Segundo a Michelin, o pneu foi desenvolvido e lançado em menos de dois anos, a partir de análises em campo.

 

Produto leva padrão Michelin a um segmento de ofertas básicas

 

Com base na experiência da marca em aplicações de mineração e em veículos elétricos, o XDR Wide Body Truck leva padrões de segurança e desempenho a um segmento historicamente dominado por produtos Tier 3, ou seja, ofertas básicas. O pneu acompanha a evolução das frotas rumo a soluções de transporte mais eficientes e cada vez mais eletrificadas.

 

“Os caminhões do tipo Wide Body desempenham um papel cada vez mais importante nas operações de mineração. Com o MICHELIN XDR Wide Body Truck, aplicamos nossa experiência em mineração a essa nova geração de veículos, com um objetivo claro: ajudar nossos clientes a conciliar segurança, produtividade e desenvolvimento de suas frotas”, afirma Kevin Maleterre, diretor de Mercados Beyond Road da Michelin.

 

O pneu suporta 12 toneladas (26.786 lb) por unidade, com pressão recomendada de 9 bar (130 psi). Segundo a Michelin, esses valores são significativamente inferiores aos normalmente observados no segmento, o que contribui para reduzir riscos.

 

Custo total de propriedade e disponibilidade da frota

 

Projetado para operar em velocidades constantes com cargas pesadas, o pneu oferece tração em solo fofo e lama. A banda de rodagem foi desenvolvida para alta resistência a danos, boa aderência e longa vida útil, ajudando a reduzir o custo total de propriedade.

 

Com isso, a Michelin afirma que o produto contribui para diminuir paradas não planejadas e custos de manutenção, aumentar a disponibilidade dos equipamentos e otimizar o volume de material transportado.

 

O XDR Wide Body Truck será lançado mundialmente em 1º de novembro de 2026, inicialmente na medida 16.00 R25. Outras medidas estão previstas para ampliar, progressivamente, a oferta da Michelin nesse segmento. (Frota & Cia/Victor Fagarassi)

 

 

 

ABVE prevê que eletrificados alcancem 30% das vendas de veículos leves em 2027

 

A participação dos veículos leves eletrificados nas vendas brasileiras poderá chegar a 30% já em 2027, três anos antes do previsto inicialmente pela ABVE, Associação Brasileira do Veículo Elétrico. A projeção foi apresentada por Ricardo Bastos, presidente da entidade, durante o Seminário Eletrificação e Descarbonização, promovido por AutoData, nesta terça-feira, 20. Mas vale ressaltar que a ABVE considera na conta os veículos BEV, PHEV, HEV e HEV Flex, excluindo MHEV.

 

Para Bastos a expansão do mercado não depende apenas do interesse dos consumidores pela tecnologia ou dos benefícios ambientais: “A eletrificação tende a ganhar corpo pela questão econômica. É uma expansão de negócios, nos quais quem está aplicando o veículo elétrico, principalmente nas atividades no trabalho, está conseguindo ter melhores retornos”.

 

A avaliação acompanha o avanço das vendas no País. De acordo com os dados apresentados pelo executivo o mercado brasileiro comercializou 381 mil 609 veículos leves eletrificados de janeiro a setembro de 2026. O volume representa 38% de todas as unidades registradas pela série histórica da ABVE, iniciada em janeiro de 2012.

 

Projeção

 

Em setembro a frota acumulada chegou a 1 milhão 3 mil 309 veículos. Além disto a ABVE projeta que as vendas de eletrificados somem cerca de 508 mil unidades em 2026, mais que o dobro das 223 mil 912 comercializadas em 2025.

 

O ritmo de expansão também aparece na participação dos eletrificados nas vendas totais de veículos leves. Segundo a apresentação o índice passou de 5% em novembro de 2023 para 22% em agosto de 2026.

 

Para 2027 a projeção é chegar a 30%, o equivalente a aproximadamente 900 mil unidades, caso o mercado total mantenha volume próximo de 3 milhões de veículos por ano: “É um número que projetamos chegar por volta de 2030. Daqui a pouco, praticamente, um terço das vendas no Brasil serão de veículos eletrificados”.

 

Oferta maior e custo de uso favorecem a demanda

 

Para o presidente da ABVE a ampliação da oferta de modelos em diferentes categorias e faixas de preço contribui para tornar a eletrificação mais acessível. Bastos destacou que o mercado brasileiro oferecia 403 modelos eletrificados, de 66 marcas, até setembro de 2026. Alguns já custavam menos de R$ 100 mil: “Você pode comprar um veículo ideal para sua necessidade, para as distâncias que vai percorrer, para o seu negócio”.

 

Bastos também destacou o custo total de propriedade, TCO, que considera não apenas o investimento inicial mas também as despesas de utilização do veículo. Segundo ele a economia operacional favorece a adoção dos eletrificados, especialmente em atividades profissionais e frotas: “O custo total de propriedade, que é o de uso, considerando também não só o investimento inicial, está muito favorável hoje”.

 

A apresentação apontou ainda que o Brasil já contava com mais de 90 mil carros eletrificados utilizados por motoristas de aplicativos, além de mais de 7 mil motos elétricas, conforme dados da Aliança pela Mobilidade Sustentável.

 

Apesar disto o executivo avalia que ainda há espaço para o lançamento de novos modelos. Ele citou segmentos que podem ampliar a participação dos eletrificados, focados no transporte de cargas: “Acredito que em 2027 este é um segmento de picapes de carga que vai crescer bastante. Assim como o de utilitários”.

 

Produção local precisa avançar

 

Outro ponto destacado foi a participação da indústria nacional na cadeia de eletrificação. Com a instalação e a retomada de fábricas no País a produção local de veículos eletrificados começa a ampliar sua participação, mas ainda depende de componentes importados.

 

Segundo os dados apresentados veículos fabricados no Brasil ou montados em regime CKD/SKD responderam por 38% do mercado em setembro. Os modelos importados completos representaram os outros 62%. De janeiro a setembro as médias foram de 35% e 65%, respectivamente.

 

Bastos avaliou que o aumento da produção nacional deve abrir oportunidades para a indústria de autopeças à medida que as fabricantes estabeleçam parcerias com fornecedores locais e ampliem a utilização de componentes produzidos no Brasil: “Nós estamos só começando esta jornada. A produção começou no ano passado, é muito recente, e precisa agora avançar também no conteúdo local”.

 

O executivo também citou o programa Mover, do governo federal, uma das políticas relacionadas ao desenvolvimento da cadeia nacional: “O que precisamos é de volume para que esses projetos se tornem viáveis”.

 

Além de componentes tradicionais ele considera possível avançar na produção nacional de baterias e componentes eletrônicos. Foi destacado o potencial dos veículos híbridos plug-in com motores a combustão capazes de utilizar etanol — “O único lugar onde você pode fazer isto é aqui, no Brasil”.

 

Desafios

 

A expansão da frota também exige investimentos em infraestrutura. Segundo dados da ABVE o Brasil já superou 30 mil pontos públicos e semipúblicos de recarga, com avanço dos carregadores rápidos, que permitem reduzir o tempo de parada dos veículos. A tendência é que a expansão da rede continue em 2027, principalmente nos equipamentos de recarga rápida e de oportunidade.

 

Ricardo Bastos também destacou a regulamentação para a instalação de carregadores em condomínios. O Estado de São Paulo, afirmou, dispõe de legislação avançada, que começa a servir de referência para outras regiões.

 

Em paralelo a isso o presidente da ABVE também propôs o avanço de políticas públicas e de um plano nacional de eletromobilidade. A iniciativa, segundo ele, poderia orientar investimentos em infraestrutura nas estradas, corredores de recarga e mecanismos de financiamento: “Não é algo que está atrapalhando mas pode impulsionar os investimentos”.

 

Ônibus elétricos ampliam presença

 

A eletrificação também avança no transporte coletivo. Segundo Bastos a cidade de São Paulo já superou 2 mil unidades de ônibus elétricos em circulação e a frota brasileira ultrapassou 2,2 mil veículos, colocando o País na segunda posição da América Latina em número de ônibus elétricos.

 

Ele ressaltou que a ampliação da frota nacional pode contribuir para aumentar a capacidade produtiva e fortalecer a presença brasileira nos mercados externos. Colômbia, México e Chile também ampliam a eletrificação dos transportes: “É uma grande oportunidade para o Brasil continuar sendo um exportador de veículos pesados”. (Agência AutoData/Natasha Werneck)

 

 

 

Financiamento de caminhões cresce 19,1% no Brasil até setembro, mostra B3

 

O financiamento de caminhões no Brasil cresceu 19,1% de janeiro a setembro de 2026, na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo dados da B3 divulgados nesta última terça-feira (20). Foram 209.227 operações nos nove primeiros meses deste ano, ante 188.406 em igual intervalo de 2025.

 

Em setembro, foram financiados 26.596 caminhões, volume 15,9% superior às 22.942 operações registradas no mesmo mês do ano passado. O avanço foi impulsionado pelos modelos novos, que registraram crescimento, enquanto o financiamento de usados permaneceu praticamente estável, com leve queda.

 

As operações com caminhões novos somaram 13.619 em setembro, ante 9.931 no mesmo mês de 2025, uma alta de 37,2%. Já os financiamentos de usados recuaram 0,3%, de 13.011 para 12.977 unidades.

 

Os dados de veículos pesados fazem parte do levantamento da Trillia, linha de negócios da B3 dedicada a dados, analytics e inteligência artificial, que apontou o melhor setembro para o mercado brasileiro de financiamento de veículos em 15 anos.

 

No mercado total, foram financiados 670.675 veículos em setembro, alta de 2,8% em relação ao mesmo mês de 2025. O volume foi o maior para o mês desde 2011, quando foram registradas 665.801 operações. No acumulado de janeiro a setembro, os financiamentos de veículos chegaram a 5,8 milhões de unidades, crescimento de 9,1% na comparação anual.

 

“Mesmo em um cenário econômico marcado por volatilidade, o financiamento de veículos continua mostrando força”, afirma Thiago Gaspar, superintendente de Relacionamento com Clientes na Trillia. Segundo ele, a média diária alcançou 31.937 veículos financiados por dia útil em setembro.

 

O resultado dos caminhões ocorre em um cenário de custo elevado do crédito, que afeta as decisões de compra de transportadoras e caminhoneiros autônomos. Para empresas do setor, as condições de financiamento são um fator importante na renovação da frota e na aquisição de veículos para ampliar a capacidade de transporte.

 

O avanço dos financiamentos de caminhões novos em setembro contrasta com a estabilidade das operações envolvendo usados e indica maior participação dos modelos zero-quilômetro no crescimento mensal. Os dados, porém, não permitem concluir isoladamente se o movimento decorre de maior demanda, de mudanças nas condições comerciais ou da disponibilidade de crédito.

 

CDC continua à frente

 

Entre as modalidades de financiamento, o Crédito Direto ao Consumidor (CDC) continuou predominante, com 209.227 operações no acumulado até setembro, segundo os dados informados pela B3.

 

No conjunto do mercado de veículos, os automóveis leves concentraram o maior volume de financiamentos em setembro, com 468 mil unidades, sendo 342 mil usadas e 126 mil novas. As motocicletas somaram 176 mil operações, das quais 132 mil envolveram modelos novos e 44 mil, usados.

 

Regionalmente, o Sudeste respondeu por 42% dos financiamentos de veículos no país em setembro. O Sul ficou em segundo lugar, com 20%, seguido pelo Nordeste, com 19,9%, Centro-Oeste, com 10,7%, e Norte, com 7,5%. (Transporte Moderno/Aline Feltrin)

 

 

 

Colômbia fecha terceiro trimestre com alta de 35,3% na venda de CV

 

As vendas de veículos comerciais pesados para o transporte de cargas e de passageiros na Colômbia registrou crescimento de 35,3% nos primeiros nove meses do ano. De acordo com dados da Andemos (Associação Nacional de Mobilidade Sustentável), foram 22.489 caminhões e ônibus, contra 16.267 unidades. Na comparação com o mesmo período de 2024, a elevação foi de 79,9% (11.390).

 

Os segmentos de caminhões e ônibus apresentaram aumento no acumulado do ano. Em ônibus, o aumento foi de 46,8%, com 2.348 veículos contra 1.599 do mesmo período do ano anterior. Em caminhões, a elevação foi de 34,1% de janeiro a setembro, com 20.141 unidades (15.018), apesar de ter registrado queda de 27,7% nas vendas no terceiro trimestre, em razão da retração na categoria de leves.

 

O segmento de Tracto caminhões (cavalos mecânicos), registrou vendas de 3.545 unidades, 67,2% superior às 2.120 do mesmo período do ano passado. A Kenworth manteve a liderança, com 1.258 unidades e crescimento de 186,6% (439), seguida pela Foton, com 535 veículos e 109,0% de crescimento (256), e pela Shacman, com 345 unidades e 65,9% de elevação sobre os 208 veículos de igual período de 2025.

 

As vendas de caminhões com PBT acima de 10,5 toneladas cresceram 61,1%. Foram 2.966 veículos, contra 1.841 no mesmo período de 2025. A Foton cresceu 84,7% e assumiu a liderança, com 650 unidades, superando a Chevrolet, com 593 unidades e crescimento de 17,4% sobre os 505 veículos do ano anterior, seguida pela JAC, com 300 caminhões e elevação de 417,2% (58), pela International, com 283 unidades e crescimento de 4,0% (272), pela Mercedes-Benz, com 248 veículos e elevação de 20,4% (206) e pela Daewoo, com 198 veículos e aumento de 296,0% sobre as 50 unidades vendidas de janeiro a setembro de 2025.

 

A categoria de caminhões com PBT até 10,5 toneladas, a de maior volume de unidades e a única que registrou queda de vendas no terceiro trimestre, de 67,2% (1.460 unidades contra 4.455), fechou os nove meses de 2026 com 13.630 veículos, 23,3% acima das 11.057 registradas anteriormente. A Foton manteve a liderança conquistada no ano passado, com 3.312 veículos e elevação de 6.3% sobre as 3.117 unidades de 2025. A Chevrolet ficou em segundo, com 2.974 veículos, com queda de 0,8% (2.997), seguida pela JAC, com 1.722 caminhões e crescimento de 25,4% (1.373), e pela JMC, com 1.699 unidades, 21,4% superior às 1.399 vendidas de janeiro a setembro do ano passado.

 

Transporte de passageiros cresce 46,8%

 

Entre os destaques de 2026 na indústria colombiana de veículos comerciais está o crescimento na venda de modelos para o transporte de passageiros, que cresceu 46,8%, com 2.348 unidades, contra 1.599 do mesmo período do ano passado. A categoria de ônibus convencionais foi a grande responsável pelo aumento. Foram 1.195 unidades, contra 736 de janeiro a setembro de 2025 e aumento de 62,4%. Os micro-ônibus também cresceram, com 869 unidades e elevação de 38.8% sobre as 626 vendidas anteriormente.

 

Entre as marcas, a liderança ficou com a Chevrolet, com 781 unidades e crescimento de 42,3% sobre os 549 veículos do ano anterior, seguida pela Mercedes-Benz, com 414 veículos e aumento de 4,3% (397), pela Dongfeng, com 290 e elevação de 150,0% (116) e pela Foton, com 241 unidades. (Truck & Bus Builder América do Sul)

 

 

 

Bons projetos e governança metropolitana são essenciais para ampliar investimentos em mobilidade, diz Francisco Pierrini

 

A ampliação dos investimentos em infraestrutura de transporte no Brasil depende não apenas da disponibilidade de recursos e da disposição da iniciativa privada para investir, mas também da qualidade dos projetos, da segurança jurídica dos contratos e da capacidade de coordenar as decisões dos diferentes níveis de governo. Essa é a avaliação de Francisco Pierrini, CEO da concessionária responsável pela Linha 6-Laranja do sistema metroviário paulistano, empresa controlada pela Acciona. Ele aponta a falta de planejamento e a fragmentação institucional como obstáculos à expansão e à integração dos sistemas de mobilidade urbana.

 

Na sessão sobre mobilidade urbana na 3ª Semana Nacional de Engenharia, realizada pelo Instituto de Engenharia de São Paulo, Pierrini disse que a existência de recursos para financiar empreendimentos não garante, por si só, que eles sejam executados adequadamente. É necessário que os projetos sejam elaborados com rigor, considerem as necessidades específicas de cada sistema e antecipem possíveis contingências. Quando essas condições não são atendidas, problemas podem surgir durante a execução dos contratos, comprometendo o desenvolvimento das obras e os resultados esperados.

 

“Às vezes até o poder público faz a destinação”, observa o executivo, referindo-se à disponibilidade de recursos para investimentos, mas sem que existam projetos suficientemente preparados. A deficiência pode se manifestar depois da licitação, quando aparecem problemas contratuais e situações que não foram previstas na fase de planejamento.

 

Para o executivo, a superação dessas dificuldades é fundamental para ampliar a participação privada na infraestrutura de transporte e assegurar que os investimentos produzam resultados tanto para as empresas quanto para a sociedade.

 

Integração entre os modais

 

A experiência da Linha 6-Laranja do metrô paulistano serve de referência para a discussão sobre a capacidade dos sistemas de transporte coletivo e a necessidade de integrá-los a uma estratégia mais ampla de mobilidade urbana.

 

Pierrini compara a capacidade de transporte de uma composição metroviária com a dos ônibus e dos automóveis. Segundo os números apresentados por ele, um trem de seis carros pode transportar cerca de 2 mil pessoas, volume equivalente à capacidade de aproximadamente 29 ônibus. A comparação procura evidenciar o potencial dos sistemas de alta capacidade para atender a grandes fluxos de passageiros e contribuir para reduzir a pressão sobre o trânsito.

 

O executivo também chama a atenção para a baixa ocupação habitual dos automóveis, frequentemente utilizados por apenas uma pessoa. A diferença de capacidade reforça, em sua avaliação, a importância de ampliar o uso do transporte coletivo nas cidades.

 

Isso não significa, porém, que um modal deva substituir os demais. “Todos os modais têm que conviver” de maneira planejada e organizada, defende Pierrini. A integração entre metrô, ônibus, bicicletas e transporte individual deve orientar as políticas de mobilidade, de modo que cada modalidade cumpra seu papel no conjunto do sistema.

 

O desafio, portanto, não se limita à construção de novas linhas ou à ampliação da oferta de veículos. Exige planejamento capaz de articular os diferentes serviços e organizar os deslocamentos de acordo com as necessidades da população.

 

Marco Legal e segurança jurídica

 

A regulamentação do Marco Legal do Transporte Público Coletivo Urbano é apontada por Pierrini como uma oportunidade para melhorar as condições de investimento no setor. Na avaliação do executivo, a definição de regras mais claras pode ampliar a segurança jurídica, estabelecer condições mais previsíveis para a destinação de recursos e oferecer garantias mais consistentes por parte do poder público.

 

Esses fatores são importantes para a iniciativa privada, que precisa avaliar os riscos dos empreendimentos e as condições em que os contratos serão executados. A previsibilidade regulatória e contratual, associada à qualidade dos projetos, pode contribuir para viabilizar investimentos de maior porte.

 

O executivo manifesta disposição do setor privado para participar da expansão da infraestrutura brasileira, mas ressalta que essa participação depende de condições que permitam transformar a intenção de investir em empreendimentos efetivos.

 

O ponto central é a articulação entre planejamento, financiamento e segurança jurídica. Sem projetos adequadamente estruturados, a disponibilidade de recursos pode não se converter em obras capazes de atender às necessidades para as quais foram concebidas.

 

Governança metropolitana

 

Outro obstáculo destacado por Pierrini é a fragmentação das decisões sobre transporte entre municípios, estados e União. Cada esfera de governo tende a atuar segundo suas próprias atribuições e prioridades, o que dificulta a organização integrada da mobilidade, especialmente nas regiões metropolitanas, onde os deslocamentos cotidianos ultrapassam os limites administrativos dos municípios.

 

“É o município pensando nele, o Estado pensando nele, a Federação tentando pensar nos dois”, resume o executivo ao apontar a dificuldade de coordenar essas diferentes perspectivas.

 

Como resposta, Pierrini defende a existência de uma autoridade metropolitana capaz de organizar o planejamento e promover a articulação entre os diferentes responsáveis pelos sistemas de transporte. Embora reconheça a atuação de instituições públicas e estruturas de planejamento já existentes, considera que ainda falta uma instância com capacidade suficiente para coordenar o conjunto.

 

A questão ganha importância diante das dificuldades de trânsito que atingem não apenas São Paulo e Rio de Janeiro, mas também outras cidades brasileiras. Para o executivo, o transporte público é fundamental para enfrentar esses problemas, desde que sua expansão seja acompanhada de planejamento e organização.

 

Uma governança metropolitana mais efetiva poderia contribuir para compatibilizar projetos, investimentos e serviços, evitando que decisões isoladas dificultem a integração dos modais e a eficiência do sistema.

 

Linha 6-Laranja, exemplo de infraestrutura

 

A Acciona, grupo espanhol de atuação internacional com negócios em infraestrutura, energia e saneamento, tem na Linha 6-Laranja um de seus principais projetos no Brasil. O empreendimento, desenvolvido no modelo de parceria público-privada com o governo do Estado de São Paulo, tem 15,3 quilômetros de extensão e 15 estações, com demanda projetada de aproximadamente 613 mil passageiros por dia, segundo os números apresentados por Pierrini.

 

Ao abordar o projeto, o executivo também destaca a importância de relacionar a implantação da infraestrutura às necessidades das comunidades próximas às obras, com iniciativas voltadas à integração com escolas e à atenção às crianças. A preocupação expressa uma visão segundo a qual os empreendimentos devem produzir efeitos que ultrapassem a entrega física da obra.

 

A responsabilidade social e ambiental, nesse contexto, integra o compromisso mais amplo que, na avaliação de Pierrini, deve orientar a atuação das empresas privadas. A busca por resultados econômicos é parte da atividade empresarial, mas precisa estar associada à transparência e aos benefícios gerados para a sociedade.

 

Investimento com retorno para o cidadão

 

Na conclusão, Pierrini reafirmou que o Brasil precisa ampliar os investimentos em infraestrutura, mas ressalta que a qualidade dos projetos, a segurança jurídica e a coordenação institucional são condições essenciais para que isso aconteça.

 

O resultado dos empreendimentos deve atender aos objetivos econômicos das empresas, mas não pode se limitar a eles. “Acima de tudo”, afirma o executivo, os benefícios precisam alcançar a sociedade e o cidadão que utiliza e paga pelo sistema de transporte.

 

A mensagem reúne os principais desafios apontados em sua apresentação: estruturar bons projetos, garantir condições estáveis para os investimentos, integrar os diferentes modais e fortalecer a governança metropolitana. São fatores que, em conjunto, podem ajudar a transformar a expansão da infraestrutura em melhoria efetiva da mobilidade urbana. (Portal Technibus/Alexandre Asquini)

 

 

 

Diesel dispara 6,67% no país na primeira quinzena de outubro, aponta Edenred Mobilidade

 

Os preços dos combustíveis voltaram a subir na primeira quinzena de outubro em todo o Brasil. Segundo o Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), que acompanha os valores praticados nas transações em postos de abastecimento de todo o país, a maior alta foi registrada pelo diesel comum, que avançou 6,67%, atingindo a média de R$ 7,20 por litro. O diesel S-10 também apresentou aumento expressivo, de 5,07%, chegando a R$ 7,46 por litro. O etanol subiu 2,38%, com preço médio de R$ 4,31. Já a gasolina manteve estabilidade, com leve alta de 0,15%, sendo comercializada a R$ 6,73 por litro.

 

A alta no preço do diesel reflete a volatilidade do mercado internacional e a necessidade contínua de complementação da oferta nacional. Conforme dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o Brasil mantém uma expressiva dependência externa para abastecer o mercado doméstico de diesel rodoviário, uma vez que a capacidade de refino das unidades nacionais não supre integralmente o consumo. No mês de agosto, as importações responderam por 23,14% do total de vendas de diesel A no país. Como forma de mitigar os impactos desse cenário e conter o repasse excessivo de custos ao consumidor, o Ministério da Fazenda oficializou um incremento de R$ 1,40 por litro no subsídio concedido aos importadores de diesel rodoviário, elevando o benefício total de R$ 2,12 para R$ 3,52 por litro.

 

“A necessidade de recorrer ao mercado externo para garantir o abastecimento deixa os preços internos mais expostos às oscilações internacionais do combustível e dos custos de frete. Nesse cenário, o reforço de R$ 1,40 por litro no subsídio federal busca atenuar o repasse desses custos ao transporte rodoviário e à cadeia logística do país. Ainda assim, a medida não foi suficiente para conter a alta de 6,67% no preço do diesel comum na primeira quinzena de outubro. Por sua relevância para o transporte rodoviário, o diesel é um importante termômetro da atividade logística brasileira, e variações em seu preço podem ter reflexos em diferentes setores da economia.”, explica Vinicius Fernandes, Diretor de Unidades de Negócios da Edenred Mobilidade.

 

Na análise regional, o Sul registrou as maiores altas do diesel na primeira quinzena de outubro. O tipo comum subiu 11,70%, para R$ 6,97/L, e o S-10 avançou 7,50%, chegando a R$ 7,17/L. Apesar dos aumentos, a região manteve, ao lado do Sudeste, o menor preço médio do diesel comum (R$ 6,97/L) e registrou a gasolina mais barata do país, a R$ 6,43/L. No Centro-Oeste, o diesel comum subiu 6,97%, para R$ 7,21/L, enquanto o S-10 avançou 7,02%, atingindo R$ 7,62/L, a maior média regional para o combustível. O Norte concentrou os maiores preços médios regionais para todos os combustíveis analisados: R$ 7,75/L para o diesel comum, R$ 7,80/L para o S-10, R$ 5,19/L para o etanol e R$ 7,25/L para a gasolina. Já o Sudeste registrou o etanol mais barato do país, a R$ 4,20/L, mesmo após alta de 2,69% no período.

 

No recorte estadual, o diesel comum apresentou o maior preço médio em Roraima (R$ 8,19/L) e o menor em Minas Gerais (R$ 6,91/L). O Paraná registrou a maior alta, de 12,66%, com média de R$ 6,94/L, enquanto o Acre teve a maior queda, de 1,60%, para R$ 8,00/L. No diesel S-10, o Acre apresentou o maior preço (R$ 8,30/L), e o Rio Grande do Sul, o menor (R$ 6,95/L). Goiás liderou as altas, com avanço de 8,71%, para R$ 7,49/L, enquanto o Amazonas registrou a menor variação positiva, de 0,27%, chegando a R$ 7,36/L.

 

Entre os combustíveis leves, o etanol teve o maior preço médio em Sergipe (R$ 5,54/L) e o menor em São Paulo (R$ 4,03/L). Mato Grosso registrou a maior alta, de 3,96%, com média de R$ 4,20/L, enquanto o Rio Grande do Norte apresentou a maior queda, de 5,07%, para R$ 5,06/L. A gasolina variou entre R$ 7,64/L, em Roraima, e R$ 6,28/L, no Rio Grande do Sul. Pernambuco teve a maior alta, de 2,46%, para R$ 7,08/L, enquanto o Rio Grande do Norte registrou a maior queda, de 3,02%, chegando a R$ 6,74/L.

 

Etanol é mais vantajoso em 19 estados:

 

O biocombustível foi a opção economicamente mais vantajosa em 19 estados: Acre, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins. Já a gasolina foi mais vantajosa em seis estados, sendo Alagoas, Espírito Santo, Maranhão, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Sergipe.

 

“A competitividade do etanol em relação à gasolina é um fator importante na escolha do combustível. Além disso, o biocombustível é uma alternativa mais sustentável para quem busca contribuir para uma mobilidade de baixo carbono, por emitir menos poluentes na atmosfera”, pontua o Diretor da Edenred Mobilidade.

 

O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Edenred Ticket Log, com uma robusta estrutura de data science que consolida o comportamento de preços das transações nos postos, trazendo uma média precisa, que tem grande confiabilidade, por causa da quantidade de veículos administrados pela marca: mais de 1 milhão, com uma média de 55 transações por segundo. A Edenred Ticket Log, marca da linha de negócios de Mobilidade da Edenred Brasil, conta com mais de 30 anos de experiência e se adapta às necessidades dos clientes, oferecendo soluções modernas e inovadoras, a fim de simplificar os processos diários. (Motor Mais)

 

 

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Marcopolo conquista Prêmio AutoData 2026 na categoria Exportador e tem CEO eleito Líder Empresarial

 

A Marcopolo foi a vencedora do Prêmio AutoData 2026 na categoria Exportador, reconhecimento que destaca a estratégia de internacionalização da companhia, a ampliação de suas exportações e o fortalecimento de suas operações em mercados estratégicos ao redor do mundo. Com a conquista, a fabricante alcança sua 26ª vitória em 27 edições da premiação, consolidando sua posição entre as empresas mais relevantes da indústria automotiva brasileira.

 

O reconhecimento reflete o avanço consistente da Marcopolo nos mercados internacionais, com expansão das operações e fortalecimento da presença em regiões estratégicas como Europa, Oceania, América do Sul, Oriente Médio e África, contribuindo para ampliar o protagonismo da indústria brasileira de ônibus no cenário global.

 

“Nossa presença internacional teve início nos anos sessenta, e seguimos investindo continuamente na ampliação da atuação da Marcopolo nos mais relevantes mercados do mundo. Avançamos na Europa, fortalecemos nossa presença na África, América do Sul e Oriente Médio, além da Oceania. Hoje, estamos presentes nos sete continentes, contamos com fábricas em sete países, operações na Europa, Estados Unidos e Emirados Árabes Unidos, além de exportarmos para mais de 140 países”, destaca André Armaganijan, CEO da Marcopolo.

 

A conquista na categoria Exportador reforça a consistência da estratégia internacional da companhia, baseada na proximidade com os mercados, no desenvolvimento de soluções alinhadas às necessidades de cada operação e na expansão sustentável de seus negócios em âmbito global.

 

André Armaganijan é eleito Líder Empresarial

 

Além do reconhecimento à Marcopolo, o CEO da companhia, André Armaganijan, foi eleito Líder Empresarial na categoria Serviços & Tecnologia, uma das novas categorias criadas pelo Prêmio AutoData para reconhecer executivos que se destacam pela contribuição ao desenvolvimento e à transformação da indústria automotiva.

 

A premiação valoriza lideranças que impulsionam inovação, crescimento e competitividade em seus segmentos de atuação, ampliando o reconhecimento das personalidades que contribuem para a evolução da cadeia automotiva brasileira.

 

“Este reconhecimento representa o trabalho realizado por toda a equipe Marcopolo e reforça a importância de uma atuação baseada em inovação, competitividade e presença global. Seguiremos investindo no desenvolvimento de novos produtos e soluções de mobilidade, além da expansão de nossas operações para fortalecer ainda mais a presença da marca nos mercados internacionais”, afirma Armaganijan.

 

Referência para a indústria automotiva

 

Em sua 27ª edição, o Prêmio AutoData – Os Melhores do Setor Automotivo 2026 é um dos mais tradicionais e respeitados reconhecimentos da indústria automotiva brasileira. Criada para valorizar empresas, produtos, tecnologias e lideranças que contribuem para o desenvolvimento do setor, a premiação consolidou-se ao longo de mais de duas décadas como uma importante referência para toda a cadeia automotiva.

 

Na edição deste ano, 29 empresas e 11 executivos foram finalistas em 14 categorias, em um processo de votação que contou com a participação de mais de sete mil pessoas.

 

Sobre a Marcopolo

 

Fundada há 77 anos em Caxias do Sul (RS), a Marcopolo é referência na fabricação de carrocerias de ônibus no Brasil e posiciona-se entre as maiores fabricantes do mundo. Comprometida com a evolução da mobilidade, investe continuamente em inovação, tecnologia, design e expansão internacional, desenvolvendo soluções que contribuem para o transporte coletivo de passageiros em diferentes mercados. Com unidades produtivas em diversos países e presença nos sete continentes, os veículos da marca circulam em mais de 140 países. (Truck & Bus Builder América do Sul)

 

 

 

Lepas inicia operação no Brasil no segundo semestre de 2027

 

Está confirmado para o segundo semestre de 2027 o desembarque da quinta marca do Grupo Chery no mercado brasileiro. Depois de Caoa Chery, Omoda Jaecoo e Icuar a Lepas começará a vender seus bonitos SUVs eletrificados.

 

O design é, sem dúvida, um diferencial. Os carros da Lepas têm inspiração em leopardos e as as formas remetem ao felino, como nas luzes diurnas, que simulam os olhos do animal.

 

São três os modelos que compõem o portfólio global, embora nenhuma ainda esteja confirmado para o Brasil — mas a tendência é que cheguem todos. O de entrada é o L4, 100% elétrico ou PHEV, do tamanho do Compass, seguido pelo L6, do porte do Tiggo 7, e do L8, do Tiggo 9.

 

Segundo a empresa os modelos com motor a combustão, sempre com alguma tecnologia híbrida aliada, fechada ou plug-in, já chegarão com o sistema flex. Não há previsão de vendas de modos a combustão.

 

Também não foram definidos os preços, mas o posicionamento da marca será um pouco acima da Omoda, em paralelo à Icaur, que segue como complemento da Jaecoo no mercado dentro do universo Chery. (Agência AutoData/André Barros)

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