NOTÍCIAS DO DIA

27/10/2020

 

BMW investe em logística na fábrica de Manaus

 

Com a finalidade de ampliar espaço para abrigar maior volume de motos na linha final de sua fábrica de Manaus, AM, o Grupo BMW investiu no aprimoramento logístico do estoque e da movimentação de peças internamente.

 

Segundo a fabricante, o modelo 100% vertical foi substituído por outro que visa melhor aproveitamento de espaços no solo, com ganhos de produtividade em todo o processo de produção.

 

“Ao final da implementação, a mudança trará ainda mais eficiência para toda a cadeia, principalmente no que se refere a espaço físico dentro da planta, possibilitando, de forma inédita, o armazenamento de mais de 200 motocicletas finalizadas”, comenta Denver Cardoso, gerente de produção e logística da BMW Motorred.

 

Inaugurada em 2016, a fábrica do Polo Industrial de Manaus conta atualmente com 175 colaboradores e mais de 50 fornecedores locais. Lá são fabricados os modelos G 310 GS, G 310 R, S 1000 R, S 1000 XR, S 1000 RR, S 1000 RR pacote M, R 1250 GS, R 1250 GS ADV, F 750 GS, F 850 GS e F 850 GS ADV, responsáveis por 98% das vendas da marca no Brasil.

 

“Melhoria contínua é parte do nosso DNA, da nossa cultura e estamos sempre visando o aperfeiçoamento de processos e o bem-estar das pessoas”, destaca Jefferson Dias, diretor geral da fábrica de motocicletas do Grupo BMW em Manaus.

 

O mercado de motos deve cair 16% este ano por causa das paralisações no primeiro semestre provocadas pela pandemia da Covid-19, mas as vendas reagiram bem neste segundo semestre e até faltam alguns modelos no varejo. A Abraciclo está prevendo queda de 15% na produção do setor, índice inferior ao projetado para o mercado de automóveis, cujo recuo deve ficar em 30%. (AutoIndústria)

 

 

 

Anfavea estima 2021 com crescimento, ainda que “pífio”, para montadoras

 

A direção da Anfavea, entidade que representa as montadoras instaladas no país, apontou nesta segunda-feira, 26, o desempenho da indústria neste ano, quando se espera vendas próximas a 2 milhões de unidades, como o novo piso do mercado nacional de veículos, o que indica uma tendência de crescimento em 2021.

 

Durante participação em congresso virtual promovido pela Autodata, o presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes, evitou "carimbar" as previsões da entidade para o ano que vem, mas disse que, num cenário de controle da pandemia, sem segunda onda de contaminações, e avanço das reformas, é possível que o mercado alcance entre 2,3 milhões e 2,4 milhões de unidades, como vem sendo projetado por executivos da indústria automotiva.

 

Por outro lado, num cenário oposto, de novos lockdowns e descontrole fiscal, com aumento maior do que o imaginado da taxa básica de juros e do dólar, a tendência é de um crescimento que classificou como "pífio".

 

As previsões mais recentes da Anfavea, revistas no início do mês, apontam para um mercado em 2020 de 1,9 milhão de veículos, entre carros de passeio, utilitários leves, caminhões e ônibus.

 

"A gente tem que ser otimista, mas não pode fechar os olhos e não observar riscos relevantes à frente", comentou Moraes, ao citar a perspectiva de retirada dos estímulos emergenciais que injetaram R$ 600 bilhões e deram sustentação à retomada econômica.

 

"Não dá para imaginar que o governo vai ter fôlego para injetar mais R$ 600 bilhões na economia em 2021", assinalou o presidente da Anfavea, observando que não é aceitável em países emergentes um avanço da dívida pública a patamar superior a 100% do Produto Interno Bruto (PIB).

 

Moraes disse ainda que, ao mesmo tempo em que a taxa de desemprego segue alta e a inadimplência pode reaparecer nos próximos meses, pressionando a disponibilidade de crédito dos bancos, as montadoras estão pressionadas por aumento de custos de insumos, em especial o aço. "Isso vai ter impacto nos preços porque a indústria terá de, em algum momento, repassar", comentou. (O Tempo)

 

 

 

Indústria argentina começa a debater futuro com o governo

 

A indústria automobilística argentina produziu 241,3 mil veículos nos primeiros nove meses de 2020, queda de 31,3% sobre igual período do ano passado. As vendas internas somaram 165,9 mil unidades, recuo de 28%. Apesar de ter registrado seus melhores números mensais em setembro, o setor não evitará seu pior resultado anual desde 2004.

 

Será o sétimo ano consecutivo de quedas significativas tanto na produção quanto nas vendas. Se em 2013 a Argentina fabricou e vendeu internamente 791 mil veículos leves e planejava ultrapassar a casa de 1 milhão, em 2019 foram somente 314 mil e 327 mil veículos, respectivamente.

 

Uma solução para esse desconfortável quadro começou a ser debatida na semana passada pelo governo junto com as próprias montadoras, fornecedores e trabalhadores, uma espécie de câmara setorial, modelo adotado no Brasil no início dos anos 90 também com o propósito de definir um roteiro para tirar o setor da estagnação.

 

Na Argentina, porém, as discussões integram o chamado Acordo Econômico e Social, proposto pelo governo para recuperar a economia e não só um ou outro setor, e que levantou dez pontos de consenso “para o desenvolvimento argentino”. As indústrias automotiva e metalmecânica compuseram a primeira das várias mesas setoriais que deverão cumprir um extenso cronograma de trabalho.

 

“O nosso setor trabalha em conjunto com a cadeia de valor há mais de um ano para definir uma visão comum para 2030 e que resultou em um plano estratégico para gerar competitividade e condições atrativas para os investimentos”, afirma Daniel Herrero, presidente da Adefa. “O objetivo é exportar cada vez mais e seguir avançando na consolidação de uma indústria com maior especialização, escala e integração local.”

 

No primeiro encontro foram analisados os principais eixos do chamado estudo Visão 2030 e a possibilidade de implementá-los por meio de projeto de lei, texto que também consideraria o setor como estratégico. São eles: integração nacional na cadeia de valor, inserção internacional, investimentos, indústria sustentável e futuro do setor. (AutoIndústria)

 

 

  

Índice de confiança do comércio cai após 5 altas seguidas

 

O Índice de Confiança do Comércio (ICOM) caiu 3,8 pontos em outubro, passando de 99,6 para 95,8 pontos. Dessa forma, interrompendo uma sequência de 5 altas consecutivas, informou nesta segunda-feira (26) a Fundação Getulio Vargas.

 

“O resultado é fruto da combinação de queda tanto dos indicadores sobre o presente, quanto sobre os próximos meses. Apesar do resultado negativo na ponta, a percepção sobre o ritmo de vendas no mês segue mais positiva, acima dos 100 pontos. Por outro lado, a significativa queda das expectativas mostra que os empresários estão se tornando cada vez mais cautelosos com a sustentabilidade da recuperação. A falta de confiança do consumidor e a incerteza sobre o período pós programas de auxílio do governo, parecem contribuir para esse sinal de alerta”, afirma Rodolpho Tobler, Coordenador da Sondagem do Comércio da FGV IBRE.

 

Em outubro, a confiança caiu em todos os seis principais segmentos do comércio, com piora tanto percepção do momento presente quanto nas expectativas. O Índice de Situação Atual (ISA-COM) recuou 1,5 ponto, para 105,1 pontos. Já o Índice de Expectativas (IE-COM) caiu 5,8 pontos para 86,6 pontos, registrando o maior valor desde o início da pandemia. (Frota & Cia/André Garcia)

 

 

 

Autopeças cortam 26,2 mil postos de trabalho este ano

 

O Sindipeças atualizou em seu site as projeções para este ano, contemplando desta vez os efeitos da Covid-19 no setor. Chama a atenção o número de postos de trabalhos que serão perdidos em 2020. Segundo a entidade, o quadro será reduzido em 10,3%, de 254,3 mil em 2019 para 228,1 mil, ou seja, serão perto de 26,2 mil demissões no ano.

 

Os cortes de pessoal na indústria de autopeças foram mais intensos entre março e junho, quando as fábricas tiveram de parar por causa da Covid-19. Desde julho, segundo a entidade, as empresas voltaram a contratar, mas não em número suficiente para cobrir as perdas do primeiro semestre.

 

O faturamento deve cair 26,4%, de R$ 150,9 bilhões em 2019 para R$ 111,4 bilhões este ano. O recuo nas exportações será de 22,3%, de US$ 6,99 bilhões para US$ 5,43 bilhões, e nas importações de 19,2%, de US$ 11,3 bilhões para US$ 8,9 bilhões. Com isso o déficit comercial terá retração de 19,2%, passando de US$ 4,28 bilhões em 2019 para US$ 3,46 bilhões este ano.

 

Por causa da pandemia, os investimentos ficarão bem aquém do projetado no início do ano. A indústria de autopeças deve encerrar 2020 com aporte total de R$ 650 milhões, valor que representa uma queda de 42% em relação ao investido em 2019 (R$ 1,12 bilhão). É o investimento mais baixo da década.

 

Projeções para 2021

 

As projeções para 2021 são positivas, mas não a ponto de recuperar os números do ano passado. O Sindipeças estima faturamento de R$ 135 bilhões para o ano que vem, o que representará crescimento de 21,2% sobre este ano, mas um número abaixo do registrado em 2019 (R$ 150,9 bilhões) e também 2018 (R$ 141,4 bilhões).

 

Os investimentos devem atingir R$ 990 milhões, valor 52% superior ao deste ano, mas ainda aquém dos registrados entre 2015 e 2019.

 

A estimativa é de alta de 16,9% nas exportações, que saltariam de US$ 5,43 bilhões para R$ 6,35 bilhões. As importações tendem a crescer menos, na faixa de 9,6%, chegando a US$ 9,74 bilhões. O déficit da balança comercial deve ficar em US$ 3,39 bilhões, 2% abaixo do valor estimado para 2020.

 

A expectativa do Sindipeças é a de o setor voltar a contratar, mas não em número suficiente que compense a perda de efetivo este ano. A entidade projeta alta de 2% no quadro de funcionários, que chegaria a 232,9 mil, ante os 228,1 mil deste ano. (AutoIndústria/Alzira Rodrigues)

 

 

 

Falta de motoristas afeta 81% das transportadoras paulistas

 

De acordo com estudo conduzido pelo Instituto Paulista do Transporte de Carga (IPTC), 81% das empresas de transporte rodoviário de cargas de São Paulo e região percebe uma crítica falta de motoristas no mercado de trabalho. Além disso, dessas empresas, 34% tiveram grande turnover, ou seja, uma grande rotatividade de profissionais.

 

O órgão vinculado ao Sindicato das Empresas de Transportes de Carga de São Paulo e Região (SETCESP), evidenciou que a falta de motoristas acarreta outra grande questão: veículos parados nas bases das empresas. De acordo com a pesquisa, 38% das empresas consultadas apontaram que os veículos ficam estacionados por não haver profissionais capacitados para dirigi-los.

 

O IPTC mapeou mais de 500 vagas para motoristas na Grande São Paulo em aberto. Por isso, o departamento de recursos humanos do SETCESP está fazendo a captação de currículos e repassando para as empresas.

 

Os currículos devem ser enviados para vagas@setcesp.org.br

 

 

 

BMW apresenta versão exclusiva do novo M4 Competition Coupé em parceria com a marca Kith

 

Apenas algumas semanas após sua estreia mundial, o BMW M apresenta um modelo de edição muito especial do novo BMW M4 Competition Coupé.  Criado em colaboração com a marca de lifestyle de Nova York, Kith, a edição especial do esportivo é limitada apenas a 150 unidades globais.

 

A versão especial do M4 tem como destaque itens exclusivos de design de interior e exterior, inspirados no cenário da moda jovem e influente e replica a parceria entre a fabricante e o artista contemporâneo FUTURA 2000. Ao mesmo tempo, a marca de vestuários oferecerá uma coleção de 96 peças de roupas e acessórios com design exclusivo em todas as suas lojas e online.

 

Outro item exclusivo do BMW M4 da marca de lifestyle é a pintura no tom Vermelho Cinnabar originalmente usada no modelo E30 M3. Esta cor não está mais disponível para a linha regular da fabricante alemã. O emblema da competição M4 na tampa do porta-malas foi substituído por um logotipo Kith em preto com as convencionais listras BMW M. Este logotipo também aparece em forma iluminada abaixo dos apoios de cabeça nos assentos M Carbon, além das letras Kith gravadas no couro preto dos encostos de cabeça e do console central. As marcas da edição especial também adornam com estilo o capô, a tampa do bagageiro e o volante do esportivo. (Revista Torque) 

 

 

DER-SP divulga lista com todos os radares das rodovias paulistas

 

Departamento de Estradas e Rodagem, o DER, de São Paulo divulgará a localização de todos os radares no estado. Dessa forma, a lista completa de equipamentos, sejam fixos, móveis, estáticos ou portáteis estarão disponíveis no site da entidade.

 

A medida será implantada em até 90 dias, de acordo com a Lei 17.294, sancionada pelo governador João Doria. Além das localizações, o horário de funcionamento e o tipo de radar serão publicados.

 

Vale ressaltar que os radares estáticos são operados comum tripé utilizando a energia solar. Portanto, só podem ser operados durante o dia. Por sua vez, os radares portáteis são operados pela polícia militar de acordo com cronograma pré-estabelecido. (Frota & Cia/André Garcia)

 

 

 

Tesla iniciará exportação de 7 mil carros de fábrica da China, diz jornal

 

A Tesla se prepara para iniciar a exportação de 7.000 unidades do Model 3 fabricados em sua giga fábrica na China, informou nesta segunda-feira, 26, uma publicação chinesa. O lote dos carros elétricos de entrada da marca devem ser enviados para a Bélgica, de onde serão distribuídos para toda a Europa. As melhores oportunidades podem estar nas empresas que fazem a diferença no mundo. Veja como com a EXAME Research.

 

Na semana passada, Elon Musk, presidente e fundador da montadora, disse que a capacidade de produção do Model 3 na fábrica de Xangai, inaugurada há um ano, atingiu 250.000 unidades anuais. A área ocupada pela fábrica da Tesla é 20% maior do que o Vaticano.

 

A publicação afirma ainda que o lote deverá ser enviado para países como Alemanha, Holanda, Itália, França, Portugal, Suíça e Suécia.

 

No início deste mês, a montadora reportou produção de 143.036 unidades no terceiro trimestre e a meta anual, segundo Musk, é atingir 20 milhões por ano.

 

No entanto, o caminho deve ser mais desafiador do que o bilionário previa. Além de montadoras novatas que estão ganhando terreno no mercado global, companhias tradicionais como a GM e a Ford têm aumentado as apostas no segmento de carros elétricos para sobreviver em um cenário inevitável de eletrificação dos veículos.

 

Mapa dos fundos de investimentos

 

A estratégia de Musk na China com sua gigafábrica envolve ganhar espaço no maior mercado de veículos do mundo, com vendas anuais de aproximadamente 23 milhões de unidades - o Brasil, por exemplo, vende pouco mais de 2,5 milhões de veículos por ano.

 

O país asiático também é o maior produtor e consumidor global de carros elétricos. Por isso, a China é foco obrigatório das montadoras globais, tanto no segmento de combustão quanto em elétricos. (Portal Exame/Juliana Estigarribia)

 

 

 

Volkswagen comemora 50 anos de seu primeiro carro “à água”

 

O motor boxer (ou flat, como é chamado lá fora) refrigerado a ar foi o cavalo-de-batalha que transformou os restos de uma montadora que ninguém queria assumir, no caso a Volkswagen, numa das marcas mais conhecidas do mundo. Contudo, sua mudança para a água ocorreu com um produto que nem era seu…

 

Modelos como Fusca, Kombi, Variant e os Typ’s alemães mudaram completamente o panorama automotivo da Europa e impactaram inclusive o mercado americano, integrando-se às mudanças sociais e culturais daquele país. No Brasil? Nem é preciso comentar…

 

Mas, em 1969, a Volkswagen – que já era dona da Audi há cinco anos – adquiriu a NSU, a famosa montadora Neckarsulm e que por pouco não esteve presente no Brasil a partir dos anos 50.

 

Com a compra da NSU, a VW tinha como objetivo apenas ampliar a produção, visto que suas fábricas não davam conta da demanda, sendo o mesmo motivo pelo qual havia adquirido a Audi em 1964.

 

No entanto, com a morte de Heinz Nordhoff – que era inflexível quanto ao uso de outro propulsor, que não fosse o boxer refrigerado a ar – os engenheiros da Volkswagen puderam executar seus planos para que a marca evoluísse.

 

Assim, não tendo um produto 100% desenvolvido com motor a água, embora a VW pudesse ter usado o Audi 60, um projeto da NSU caiu no colo de Wolfsburg e era conhecido como K70. Ele era o irmão menor do icônico e disruptivo Ro80.

 

O K70 foi renomeado pouco antes de chegar ao mercado e passou a ser o primeiro carro com a marca VW disponível no mundo. Com porte médio, o sedã da NSU trazia soluções de espaço e conforto interessantes, incluindo também discos de freio junto ao câmbio, reduzindo o peso não suspenso.

 

Produzido em Salzgitter, o VW K70 foi lançado oficialmente em 20 de outubro de 1970. Projetado por Claus Luthe, um dos mais renomados designers automotivos de sua época, o sedã teve motores 1.6 de 75 e 90 cavalos, além de um 1.8 com 100 cavalos.

 

Feito na mesma fábrica do Typ 4, o último VW alemão originalmente refrigerado a ar – num estranho contraste, que refletia a mudança de perfil da marca – o K70 teve vida curta, morrendo em 1975. Dois anos antes, porém, nascia de fato o primeiro Volkswagen projetado pela marca com motor refrigerado à água, o Passat. Daí, a história você já conhece. (Notícias Automotivas)

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