top of page

NOTÍCIAS DO DIA

23/07/2024

Foton inicia pré-venda do Aumark S 315 MT com revisão gratuita

 

Após a chegada e lançamento dos veículos no Brasil no mês passado, a Foton colocou em pré-venda no Brasil os novos caminhões semileves Aumark S 315 MT e acaba de criar uma campanha de revisões gratuitas de três anos para o modelo ou pelos primeiros 100 mil km rodados, o que ocorrer primeiro.

 

A gratuidade é referente à mão de obra, óleo, fluidos e filtros incluídos nos serviços de revisão descritos no manual de garantia dos veículos. Os serviços podem ser realizados em qualquer uma das 30 concessionárias da Foton no Brasil.

 

“Criamos essa campanha para mostrar que temos enorme confiança na qualidade dos nossos veículos. Oferecemos uma garantia ampla, pois sabemos que os caminhões Foton carregam atributos de qualidade e durabilidade em todos os seus componentes”, diz Darren Lu, Diretor Geral da Foton Brasil. “Ao mesmo tempo, queremos deixar nossos clientes despreocupados. Queremos que eles saibam que, se precisarem de revisões, terão extenso apoio da nossa equipe de pós-venda por um longo prazo”.

 

As revisões gratuitas também valem para a compra dos outros modelos da linha Aumark S já à venda no País: são eles o Aumark S 715 (com Peso Bruto Total de 7.000 kg), o Aumark S 916 (Peso Bruto Total de 9.000 kg) e o Aumark S 1217 (Peso Bruto Total de 11.500 kg).

 

Detalhes técnicos

 

Com Peso Bruto Total (PBT) de 3.500 kg, o Aumark S 315 MT possui tecnologia de ponta e é ideal para operações logísticas de pequenas, médias e grandes empresas que necessitam transportar mercadorias, ferramentas e equipamentos, tanto em áreas urbanas como por meio de rodovias.

 

O Aumark S 315 MT é equipado com motor Cummins 2.5 de 150 cavalos de potência e 400 Nm de torque, além de transmissão manual de cinco marchas da ZF.  A central multimídia possui tela touchscreen de 7 polegadas. Já a conectividade via Bluetooth permite chamadas em viva-voz e streaming de áudio, garantindo conveniência durante a condução. (Frota & Cia/Victor Fagarassi)

 

 

 

BMW investe € 724 mil em rede de eletropostos na América Latina

 

O Grupo BMW anuncia investimento de € 724 mil para ampliar a rede de estações de carregamento em vias públicas para veículos eletrificados na América Latina. O recurso providenciará a instalação de 251 eletropostos distribuídos na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, México, Panamá e Peru.

 

A intenção é proporcionar aos clientes mais conveniência fora de residências e escritórios. A empresa já conta mais de 65 mil pontos de carga nesses ambientes por meio de carregadores pessoais e corporativos.

 

“Buscamos continuar apoiando o investimento em carregadores em vias públicas como líder em mobilidade elétrica no segmento premium e proporcionar soluções para nossos clientes que escolhem a eletromobilidade”, resumiu Reiner Braun, presidente e CEO do BMW Group América Latina.

 

Atualmente, a fabricante oferece na região nove modelos 100% elétricos e outros nove híbridos plug-in. De acordo com as contas da companhia, os eletrificados da BMW são os preferidos na região ao somar 4,7 mil unidades, alta de 22% sobre o mesmo período do ano passado.

 

Os puramente elétricos totalizaram 1,5 mil, alta 43%, um recorde segundo a empresa. Também as vendas de híbridos plug-in foram as maiores já registradas pela marca na América Latina, com 3,1 mil unidades entregues, um crescimento de 13%. (AutoIndústria)

 

 

 

Déficit da indústria de autopeças atinge US$ 6,2 bilhões no primeiro semestre

 

A indústria de autopeças fechou o primeiro semestre de 2024 com déficit de US$ 6,2 bilhões, que representou aumento de 22,2% sobre o mesmo período do ano passado, quando a balança comercial registrou saldo negativo de US$ 5,0 bilhões, segundo o Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças).

 

A explicação para o aumento do déficit no acumulado de janeiro a junho deste ano deve-se ao ritmo maior das importações, que atingiram US$ 9,9 bilhões com avanço de 3,5% sobre o primeiro semestre de 2023, quando as compras externas das empresas atingiram US$ 9,5 bilhões.

 

Em junho as importações de US$ 1,59 bilhão foi 6,2% inferior a maio deste ano (US$ 1,70 bilhão), mas superou em 4,7% o mesmo mês do ano anterior, quando as aquisições de autopeças no exterior atingiram US$ 1,52 bilhão.

 

A movimentação das exportações foi mais lenta e atingiram US$ 3,73 bilhões no primeiro semestre deste ano, o que representou uma redução expressiva de 17,5% em relação ao mesmo período do ano passado, quanto alcançaram US$ 4,52 bilhões.

 

Em junho a exportação de US$ 554,5 milhões ficou 18,2% abaixo de maio deste ano (US$ 677,9 milhões) e teve queda de 25,4% em relação ao mesmo mês do ano passado, quando totalizou US$ 743,4 milhões.

 

O Sindipeças argumenta em seu relatório que as dificuldades econômicas enfrentadas no cenário argentino, a retração das vendas automotivas em mercados latino-americanos, que resultaram em queda de 44% das vendas para Colômbia, e paralisações na alfandega brasileira continuam impactando o desempenho geral do setor de autopeças.

 

Importações

 

Nas importações o Sindipeças destaca que a China se mantém como um dos principais parceiros comerciais das fabricantes de autopeças entre os 165 países e registrou de janeiro a junho US$ 1,71 bilhão, 15,8% a mais que nos seis meses de 2023, e a participação foi 17,3% nas compras totais das empresas, seguida pelos Estados Unidos, com US$ 1,07 bilhão, retração de 9,0% em relação ao janeiro a junho do ano passado e 10,9% de participação.

 

A Alemanha teve 9,4% de representatividade, com o total de US$ 933,2 milhões, 2,1% inferior aos seis meses de 2023. O Japão, que aparece em quarto lugar no ranking, teve 8,2% de participação, com US$ 816,8 milhões, 1% a mais do que no mesmo período do ano anterior, e o México, quinto lugar, assegurou 7,3% de participação, com US$ 723,6 milhões, o mesmo valor de janeiro a junho de 2023.

 

O Sindipeças ressalta que, embora os volumes sejam pequenos, houve um crescimento das compras provenientes do Leste Europeu.  Na Romenia os US$ 105,1 milhões foi 15,9% maior do que no primeiro semestre de 2023. Na República Tcheca o aumento foi de 16,7%, com US$ 107,1 milhões, e na Polônia a importação de US$ 112,8 milhões foi 28,3% maior do que nos seis meses de 2023.

 

Exportações

 

Nas exportações destinadas para 196 países no primeiro semestre deste ano, a Argentina se manteve-se como principal parceiro comercial do setor, com 32,7% de participação nas compras do Brasil, mas o montante de US$ 1,22 bilhão, foi 25,7% inferior ao registrado no mesmo período de 2023, quanto atingiu (US$ 1,64 bilhão).

 

Os Estados Unidos continuam em segundo lugar no ranking de compras do Brasil com US$ 665,07 milhões, que garantiu 17,8% de participação, mas foi 2,8% inferior ao primeiro semestre do ano passado.

 

Na sequência aparece o México, que absorveu US$ 453,4 milhões, 1,8% superior ao mesmo período do ano passado, ficando com 12,1% do total, e a Alemanha, que teve 5,5% de participação, com US$ 205,3 milhões, queda de 40% sobre janeiro a junho de 2023.

 

O Chile aparece em quinto lugar, com US$ 105,9 milhões, aumento de 10,6% em relação aos seis meses de 2023 e 2,8% de participação nas compras de componentes, segundo o Sindipeças. (Transporte Moderno/Sonia Moraes)

 

 

 

Conforto, preço acessível e tecnologia são principais fatores para troca de veículo

 

Com o objetivo de mapear o processo de escolha de um veículo, a Webmotors, maior ecossistema automotivo do Brasil e principal portal de negócios e soluções para o segmento, apresenta sua mais recente pesquisa sobre tendências e hábitos de consumo dos usuários da plataforma ao trocar de carro.

 

Segundo o novo levantamento, para 62% dos entrevistados a busca por um carro começa nos classificados online. Outro meio que se destaca nessa etapa inicial são as concessionárias, às quais 29% das pessoas ouvidas recorrem atualmente. Ambos os canais são, inclusive, os mais requisitados entre os jovens de 18 a 25 anos, que contabilizam 64% do total de respondentes do estudo.   

 

Das plataformas online mais utilizadas na busca por um automóvel no Brasil, a Webmotors é a opção escolhida pela maioria dos respondentes (95%). Quanto ao tempo investido para escolha do carro, “3 meses” é a alternativa mais citada por 26% dos entrevistados, seguida por “1 semana” (24%).

 

No que diz respeito aos principais fatores para o usuário decidir sobre o modelo preferido, “conforto” é o tópico mais mencionado pelos participantes da pesquisa (67%). Na sequência, aparecem “preço acessível” (56%) e “tecnologia” (52%). O estudo também mostra que o “fator tecnológico” é importante para 65% daqueles que compraram um carro zero quilômetro neste ano.

 

Por outro lado, as dificuldades mais latentes na hora de tomar a decisão de comprar um automóvel, segundo a pesquisa da Webmotors, são “encontrar um preço acessível” (80%), “achar o modelo desejado” (75%) e “encontrar as especificações do veículo” (56%).

 

Faixas de preços mais procuradas

 

O levantamento aponta que 83% dos respondentes adquiriram um veículo seminovo com faixas de preço entre R$ 50 mil a 80 mil (27%), R$ 80 mil a R$ 120 mil (24%) e até R$ 50 mil (23%). Uma concessionária ou loja foi o local de compra mais acessado por 76% dos respondentes, contra 24% que realizaram a aquisição do automóvel diretamente de outra pessoa física.

 

Quanto à categoria, 39% dos compradores optaram pelo SUV na aquisição de seu novo carro, à frente de sedã (29%), hatch (22%), picape (7%) e crossover (3%). Destes, 95% escolheram um carro de motor à combustão.

 

Forma de pagamento mais utilizada

 

A pesquisa revela que 45% dos usuários utilizaram o financiamento do veículo como modo de pagamento. O financiamento foi dividido em três modalidades: entrada em dinheiro; o carro atual como entrada; e financiamento total. Ao todo, 87% dos respondentes disseram que pesaria na escolha da instituição financeira ter algum tipo de desconto em produtos ou experiências.

 

De acordo com a CMO da Webmotors, Natalia Spigai, a procura por um carro maior, tecnológico e que cause menos dor de cabeça, especialmente após muito tempo com o modelo atual, são os principais gatilhos para a troca de veículo. “Nesse momento, a maioria dos usuários considera um automóvel que traga mais benefícios para o dia a dia. A motivação para a decisão é, portanto, a necessidade, afinal, as pessoas desejam um veículo que traga atualizações tanto em tecnologia quanto em suas funcionalidades”, explica.

 

Comodidade e realização de um sonho são outros pontos importantes na hora da escolha. “Contudo, o consumidor busca um veículo que tenha um bom custo-benefício, seja econômico, confortável e tenha um preço acessível, sendo essencial para atender às suas expectativas”, acrescenta Natalia.

 

O levantamento da Webmotors ouviu 664 pessoas. A amostragem teve em sua composição 16% de mulheres e 84% de homens, a maior parte dos entrevistados na faixa etária de 36 a 45 anos (31%) e habitantes da região sudeste (68%).

 

Sobre a Webmotors 

 

A Webmotors foi a primeira marca brasileira a inovar na forma de comprar e vender carros e é o principal ecossistema automotivo, que engloba desde a compra, venda e uso do veículo, oferecendo soluções completas para o segmento no Brasil. Fundada em 1995, Webmotors foi pioneira na inovação do marketplace online automotivo e continua a definir o padrão para compra, venda e pesquisa online automotiva.

 

Em 2002, o Grupo Santander Brasil se juntou à Webmotors como seu principal parceiro e, em abril de 2013, a empresa deu boas-vindas à Carsales, que adquiriu uma participação de 30%. Desde então, a empresa de tecnologia australiana contribuiu para a aceleração do crescimento da Webmotors e, em março de 2023, a Carsales aumentou sua participação acionária na Webmotors para 70%. O Santander mantém os outros 30%, além da exclusividade comercial, sendo o parceiro de crédito, seguros e soluções financeiras para transações feitas por meio da plataforma da Webmotors. (Portal Autopeças Sincopeças)

 

 

 

Fiat Argo 2025 é automático mais barato do Brasil em promoção

 

Depois do desconto de R$ 30 mil na Titano e outra oferta de R$ 24 mil no Fastback, chegou a vez do Fiat Argo entrar em promoção. Desta forma, a montadora está concedendo o desconto de R$ 6.500 na versão Drive 1.3 do Fiat Argo, ou seja, a configuração com câmbio automático. Assim, o modelo, que está entre os mais baratos do Brasil, teve o preço reduzido de R$ 96.490 para R$ 89.990.

 

De acordo com a Fiat, a promoção é válida para o Argo Drive 1.3 CVT 24/25 na cor Preto Volcano e o valor de R$ 89.990 é para pagamento à vista. Assim, a oferta vale até o dia 5 de agosto ou enquanto durar o estoque dos 50 exemplares disponíveis. Aliás, cabe destacar que o Fiat Argo vendeu mais 7.400 unidades durante o primeiro semestre de 2024 e, por isso, é o 4º hatchback mais vendido do Brasil.

 

Fiat Argo: confira detalhes da versão em promoção

 

Nesta configuração, o Fiat Argo tem câmbio automático CVT que simula 7 marchas. No conjunto mecânico, o motor 1.3 Firefly entrega até 107 cavalos de potência e 13,7 mkgf de torque máximo. Com gasolina, a aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 12,1 segundos, enquanto com o etanol, o modelo cumpre a mesma tarefa em 11,2 segundos.

 

Segundo dados o Inmetro, com apenas gasolina no tanque o hatch faz 12,6 km/l na cidade e 13,9 km/l na estrada. Já com etanol, o consumo é de 9,1 km/l na zona urbana e 10,1 km/l na estrada. De série, o Argo Drive 1.3 AT traz ar-condicionado, direção com assistência elétrica, piloto automático e controle de tração, por exemplo. Além disso, entre os itens de segurança há sensor de pressão de pneus e os obrigatórios freios ABS e dois air bags. Por fim, na cabine o destaque é a central multimídia com tela de 7 polegadas, com conexão com sistemas Android Auto e Apple CarPlay. (Jornal do Carro/Adrielle Farias)

 

 

 

Versão de 5 lugares credencia Dolphin Mini a BYD mais vendido no ano

 

Com 2,1 mil licenciamentos, o BYD Dolphin Mini foi o quinto modelo mais vendido em junho dentre os doze veículos listados pela Fenabrave na categoria de hatches pequenos. É resultado excepcional primeiro por ser elétrico movido a bateria e depois por ter ficado à frente de produtos consagrados, como Toyota Yaris, Honda City, Peugeot 208 e Citroën C3, por exemplo.

 

Lançado em fevereiro, o Dolphin Mini ultrapassou 9 mil unidades vendidas nos primeiros quatro meses e encostou no seu irmão maior Dolphin (9,6 mil), também elétrico, e no Peugeot 208 (9,9 mil). Não será surpresa, portanto, se encerrar o período de janeiro a julho à frente deles.

 

E boa razão para isso acaba de chegar nas revendas: a versão com 5 lugares. Sim, até junho, o Dolphin Mini oferecido no Brasil era homologado apenas para 4 ocupantes, motorista e mais três.

 

A capacidade de carregar uma pessoa a mais tem um custo. O preço sugerido é de R$ 119,8 mil, R$ 4 mil a mais do que a opção para 4 ocupantes. Por esse valor, porém, o comprados da nova versão tem ainda o benefício da câmera de 360 graus.

 

De resto, nada muda. O motor elétrico é o mesmo de 75 cv e 13,6 kgfm de torque, movido por bateria de 38,8 kWh. Segundo a fabricante, a velocidade máxima permanece em 130 km/h e a aceleração de 0 a 100 km/h em 14,9 segundos, com a autonomia limitada a 280 km no padrão do Inmetro.

 

Afora a câmera de 360 graus, a lista de itens de série segue com, dentre outros itens, ar-condicionado, multimídia giratório de 10,1 polegadas, quadro de instrumentos de 7 polegadas, piloto automático, faróis de LED, acendimento automático dos faróis, banco do motorista com ajuste elétrico e seis airbags.

 

Questionado sobre uma versão de 5 lugares quando do lançamento do Dolphin Mini em fevereiro, Henrique Antunes, diretor de Vendas e Marketing da BYD, afirmava que era opção inexistente na China e que, apesar dos estudos, não chegaria tão cedo aqui.

 

“É preciso acrescentar equipamentos, como cinto de segurança e apoio de cabeça e, depois disso, fazer toda a homologação. Isso demora”, afirmou então o executivo, há apenas cinco meses.

 

Com a oferta da versão de 5 lugares, o Dolphin MIni reforça suas credenciais para ser o BYD mais vendido no Brasil já em 2024 e roubar o título do Dolphin, lançado no ano passado. No mês passado, vendeu o dobro do irmão maior.

 

Antunes afirmou que a ideia inicial era importar pelo menos 25 mil unidades do Mini este ano, mas que poderá ser mais, a depender da demanda, já que também não há limite de fornecimento por parte da fábrica na China. 9AutoIndústria/George Guimarães)

 

 

 

Novas gerações de T-Cross e Virtus terão plataforma maior herdada do Golf 7

 

A Volkswagen já iniciou os trabalhos em torno do desenvolvimento das próximas gerações dos modelos T-Cross e Virtus. De acordo com a imprensa da Índia, onde boa parte do projeto será concentrada, a dupla migrará para nova plataforma e promete entregar ganhos importantes em termos de tamanho e evolução tecnológica. A empresa, inclusive, já iniciou cotações com fornecedores locais sobre preço e viabilidade dos componentes.

 

De acordo com o site Autocar, a Volkswagen optará por migrar T-Cross, Virtus e suas respectivas versões Skoda (Kushaq e Slavia) para a plataforma MQB 37, deixando de lado a atual arquitetura MQB A0 27. A variante 37, já usada anos atrás pelos modelos Octavia e Golf 7, é considerada mais ampla, moderna e permitirá aos engenheiros liberdade extra para trabalhar nos novos carros aspectos como comprimento e largura.

 

Com isso, T-Cross e Virtus ficarão maiores e entregarão ainda mais espaço interno. No caso do SUV, a capacidade do porta-malas será ampliada e finalmente sanará uma das críticas do modelo atual. Outra vantagem da MQB 37 é compatibilidade com conjuntos híbridos, o que facilitará o lançamento de versões do tipo na nova família. No Brasil, em particular, a Volkswagen trabalha em sistemas do tipo híbrido-flex (etanol e gasolina).

 

Apesar de mais avançada, a base precisará ser atualizada do ponto de vista eletroeletrônico. Nesse ponto, os engenheiros desde já trabalham para modernizar a arquitetura elétrica e torná-la compatível com recursos de conectividade, software e ADAS.

 

A imprensa indiana explica que a MQB versão A0 37 sustentará, primeiramente, as novas gerações de quatro modelos: T-Cross, Virtus, Kushaq e Slavia. Na sequência, a família será ampliada com a chegada de inédito SUV de 7 lugares feito para brigar com Hyundai Grand Creta. Além disso, o próximo Nivus também integrará a nova gama. O projeto renderá lançamentos a partir de 2027 e terá novidades até 2030.

 

Com isso, fica explicada a recente movimentação da Volkswagen em relação à produção do Virtus na fábrica do T-Cross em São José dos Pinhais (PR), facilitando a produção de ambos casos usem a mesma plataforma. Além disso, a nova arquitetura deverá ser usada pela futura picape intermediária baseada no projeto Tarok.

 

Além da Índia, o Brasil também será contemplado com os novos modelos. Nos últimos anos, os dois países têm dividido o desenvolvimento de diversos projetos automotivos. Fora da Volkswagen, essa cooperação já aconteceu na Toyota com o Etios e na Stellantis com os Citroën C3 e C3 Aircross. (Motor 1/Autocar India/Dyogo Fagundes)

 

 

 

Vendas de comerciais pesados na Argentina caem 22.9% até junho

 

O mercado argentino de veículos comerciais atingiu a venda de 5.639 unidades no primeiro semestre de 2024, com retração de 22.9% sobre as 7.318 unidades faturadas de janeiro a junho do ano passado. Segundo os dados da ACARA (Associação dos Concessionários Automotores da República da Argentina), em junho foram comercializados 966 veículos, com retração de 23,7% em comparação com junho de 2023 (1.266 unidades).

 

O presidente da ACARA, Sebastián Beato, afirmou que os números registrados no mês no semestre foram muito impactados pelos altos juros, que eram de mais de 100% até abril, tendo sido reduzido para cerca de 30%. De acordo com Beato, essa redução dos juros é fundamental para a comercialização de veículos e deverá ser mantida, o que ajudará no nível de comercialização e na economia do país.

 

Para Sebastian Beato, a entidade e todo o setor têm muito a fazer e trabalham junto às fabricantes para motivá-las a lançar programas de descontos e promoções para incentivar as vendas. Além disso, ao longo do ano várias fábricas de veículos na Argentina e no Brasil tiveram que interromper a produção devido à falta de peças e problemas logísticos após as enchentes na região sul do Brasil.

 

Em vendas acumuladas, a Mercedes-Benz liderou o mercado, com 2.599 unidades, praticamente o mesmo volume do ano anterior (2.598). A IVECO ficou em segundo, com 1.681 veículos, 39,8% abaixo das 2.792 unidades do mesmo período de 2023, seguida pela Volkswagen, com 471 unidades e crescimento de 71,3% em relação às 275 unidades comercializadas anteriormente. Esse desempenho é alcançado logo após a Volkswagen iniciar a produção local de caminhões.

 

Entre os modelos, a Iveco liderou o mercado, com 430 unidades do caminhão 170E (7.6% de participação), seguido pelo Mercedes-Benz ATEGO 1729S, com 394 unidades (7,0%), e pelo Mercedes-Benz ATEGO 1721, com 264 unidades (4,7%). (Truck & Bus Builder América do Sul)

 

 

 

Chile registra queda de 16,4% na venda de veículos comerciais no semestre

 

O mercado chileno, assim como a maioria dos países da América do Sul, enfrenta uma dificuldade econômica que tem refletido na queda de vendas de veículos comerciais. Segundo dados divulgados pela ANAC (Associação Nacional Automotriz do Chile), no primeiro semestre houve queda de 16,4%, com a comercialização de 6.589 unidades, em comparação com as 7.881 unidades do mesmo período do ano passado.

 

O segmento que registrou maior retração foi o de ônibus, com 36,4% no semestre, com apenas 973 veículos vendidos, contra 1.529 de janeiro a junho de 2023. O mercado de caminhões caiu 12,1%, com 5.586 unidades em comparação com os 6.352 veículos do mesmo período.

 

O desempenho é reflexo da redução nas projeções de crescimento econômico no Chile, assim como em outros países do continente sul-americano, segundo analistas especializados no mercado automotor da FORECAST Consultores, que trabalha para a ANAC. Eles estimam que, em 2024, o setor automotor deverá alcançar resultado similar ao obtido no ano passado, o que demonstra que o segundo semestre poderá ser melhor em vendas.

 

Em junho, as vendas de caminhões caíram 12,6%, com 900 unidades comercializadas, contra 1.030 veículos de junho do ano anterior. Já as vendas de ônibus cresceram 76,3%, com 109 unidades em relação às 59 do mesmo mês de 2023. Mas esse crescimento de junho não representa melhora do mercado porque, apesar de ter sido maior em comparação com a ano anterior, foi o pior mês do ano.

 

Entre as marcas, a Mercedes-Benz foi a lider geral em caminhões, com 861 unidades vendidas no primeiro semestre, seguida pela Volvo, com 643, e pela Chevrolet, com 552 veículos. No segmento de leves, a JAC ficou em primeiro, com 113 unidades, seguida pela Foton, com 96, e pela Fuso, com 88 veículos. Em médios, a Chevrolet lidera, com 400 unidades, seguidas pela Hino, com 286, e pela Fuso, com 267 veículos. E em peados, a Mercedes-Benz foi a primeira, com 808 unidades, seguida pela Scania, com 643, e pela Scania, com 408 veículos.

 

Em ônibus, a Yutong, mesmo sem vender nenhuma unidade em junho, manteve a liderança de mercado, com 291 unidades, sobretudo em razão do fornecimento, no início do ano, de 214 ônibus elétricos para o serviço Red, de transporte urbano. A Mercedes-Benz ficou em segundo , com 206 unidades, e a Scania, em terceiro, com 97 veículos. (Truck & Bus Builder América do Sul)

 

 

 

Phinia testa viabilidade do H2 em motor de combustão interna

 

A fabricante de sistemas de combustível Phinia anunciou os resultados de um teste de durabilidade de alto desempenho, realizado por um de seus veículos com Motor de Combustão Interna a Hidrogênio (H²ICE). O estudo, conduzido no primeiro trimestre de 2024, avaliou as capacidades do sistema instalado em um furgão totalmente carregado durante uma jornada de mais de 1.000 km em 12 horas, incluindo condições rigorosas de inverno com temperaturas que chegaram a -4ºC.

 

Foi constatada a viabilidade do hidrogênio como uma alternativa mais limpa aos motores de combustão interna que utilizam combustíveis tradicionais, com foco particular em aplicações de transporte mais severas. A viagem de 1.056 km começou e terminou em Blois, na França.

 

Os sistemas H²ICE se destacam para aplicações onde o alcance, capacidade de carga e tempos de reabastecimento são fatores críticos, pois permitem reabastecimento em minutos na comparação com as demoradas recargas dos veículos elétricos a bateria (BEVs), além de serem mais leves do que os pacotes de baterias em modelos eletrificados.

 

Uma área de foco são os veículos comerciais leves (LCVs) por meio de parcerias com montadoras, que permitiu o desenvolvimento de LCVs H²ICE, que oferecem autonomia de 500 km, desempenho comparável aos dos motores a diesel e emissões de NOx (óxidos de nitrogênio) significativamente reduzidas. (Frota & Cia/Gustavo Queiroz)

bottom of page