NOTÍCIAS DO DIA
17/07/2026
Toyota acelera digitalização das concessionárias em parceria com a Samsung
A Toyota avançou na digitalização de sua rede de concessionárias no Brasil por meio de uma parceria com a Samsung. A iniciativa introduziu soluções de comunicação digital em diferentes áreas das lojas, com o objetivo de tornar a jornada de compra mais integrada, interativa e alinhada às expectativas de consumidores cada vez mais conectados.
O projeto substitui parte dos materiais impressos por displays digitais capazes de exibir informações sobre veículos, campanhas e serviços em tempo real. A tecnologia permite atualização remota dos conteúdos, padroniza a comunicação visual entre concessionárias e amplia a agilidade das equipes comerciais.
Segundo a Toyota, a modernização dos pontos de contato busca aprimorar a experiência do cliente em uma etapa marcada por pesquisa, comparação de modelos e análise de versões. Com acesso mais rápido a informações relevantes, o consumidor encontra um ambiente mais organizado e consistente ao longo da jornada de compra.
Para a Samsung, a transformação digital no varejo automotivo vai além da adoção de novas ferramentas. A proposta envolve integrar inovação, eficiência operacional e sustentabilidade em uma estratégia capaz de fortalecer a relação entre marca e consumidores.
Além de modernizar a comunicação nas lojas, a iniciativa reduz a dependência de materiais físicos, contribuindo para diminuir resíduos e custos operacionais. O movimento reflete uma tendência crescente no setor automotivo, que busca incorporar recursos digitais ao ambiente de vendas para elevar a eficiência e oferecer experiências mais conectadas. (AutoIndústria)
Driventic apresenta suas tecnologias avançadas de propulsão na Lat.Bus 2026
A Driventic, especializada em tecnologias modernas de propulsão para ônibus, caminhões e veículos fora de estrada, participará da Lat.Bus 2026, o principal evento de mobilidade e transporte das Américas, que será realizado de 11 a 13 de agosto no São Paulo Expo, na capital do estado, onde apresentará algumas de suas mais recentes soluções de transmissão para veículos comerciais, como a transmissão automática “DIWA NXT” e o sistema de acionamento elétrico “VEDS”.
Esta será a primeira participação da empresa em um evento de mobilidade e transporte no Brasil após o spin-off da divisão de sistemas de propulsão do grupo tecnológico internacional Voith, em novembro de 2025. Em seu estande, localizado na Rua b-02, a empresa – cujos principais clientes no Brasil incluem Mercedes-Benz, Volkswagen Caminhões e Ônibus e Volvo – focará em seus sistemas integrados e serviços digitais.
“Estamos redefinindo completamente a eficiência e a sustentabilidade para veículos comerciais. Somos especializados em tecnologias de propulsão e acionamento eficientes. A base para isso é nosso portfólio de produtos voltado para o futuro e focado no cliente para ônibus e caminhões, bem como para aplicações fora de estrada”, afirma Sebastian Busch, vice-presidente global de Comunicações da Driventic.
Sistema VEDS
O sistema de acionamento elétrico (VEDS) é uma solução de propulsão personalizada e altamente eficiente para veículos comerciais, como ônibus e caminhões. O VEDS foi projetado para reduzir as emissões de CO₂ e proteger o meio ambiente.
O VEDS, o primeiro sistema de acionamento elétrico a cumprir os requisitos de segurança funcional (ISO 26262, ASIL C) e classe de proteção IP6K9K, é adequado para todos os tipos de propulsão – seja elétrica a bateria ou a célula de combustível – oferecendo até 20% menos consumo de energia, potência de saída de até 390 kW e torque de até 3.100 Nm com o motor elétrico Heavy-Duty (HD).
DIWA NXT
A DIWA NXT é a mais recente geração da consagrada transmissão automática DIWA. A eficiência otimizada é sua principal característica, pois apresenta uma segunda marcha overdrive, um retardador independente e uma unidade central de recuperação de energia (CRU) opcional com tecnologia de 48 V, que mantém o consumo de combustível o mais baixo possível tanto em ônibus urbanos quanto de longa distância.
Desenvolvido para motores a diesel, GNV, HVO, B100 e H2, o DIWA NXT oferece benefícios importantes, incluindo uma redução geral de até 16% no consumo de combustível, até 7% na eficiência da transmissão e até 9% na eficiência do sistema híbrido, com recuperação de energia de frenagem por meio do sistema híbrido leve de 48 V. O desempenho do conversor diferencial e do retardador pode ser otimizado independentemente.
Sobre a Driventic
A Driventic é especializada em tecnologias de acionamento eficientes para veículos comerciais. Seja para uso em mobilidade elétrica ou em sistemas de transmissão convencionais, os sistemas completos e os serviços digitais da Driventic impulsionam a transição da mobilidade, permitindo que fabricantes e operadores operem seus caminhões, ônibus e veículos fora de estrada de forma sustentável.
Com sede em Heidenheim, Alemanha, a Driventic emprega 1.400 pessoas em 26 locais em 18 países. Na América Latina, opera no Brasil, Colômbia, Chile e México. (Truck & Bus Builder América do Sul)
Com 5,5 mil trabalhadores, BYD atinge produção de 100 mil eletrificados
Com a presença de Tyler Li, presidente da empresa no Brasil, a BYD comemorou nesta quinta-feira, 16, o marco de 100 mil carros eletrificados montados em Camaçari, BA.
Inaugurado há nove meses, o parque fabril já conta, segundo a fabricante chinesa, com 5,5 mil empregos diretos.
“Estamos construindo em Camaçari uma operação que olha para o futuro em todas as suas dimensões. Isso significa produzir mais, gerar empregos, desenvolver uma cadeia produtiva local e, ao mesmo tempo, ampliar o impacto positivo da mobilidade eletrificada no país”, comentou Tyler Li.
Realizada no Galpão de Montagem Final, a cerimônia contou com a presença da diretoria local da BYD, o time responsável por liderar a fábrica, além de algumas autoridades, entre elas o prefeito de Camaçari, Luiz Caetano, e o vice-governador da Bahia, Geraldo Júnior.
O veículo de 100 mil foi um Dolphin Mini, modelo 100% elétrico que só neste ano superou 35 mil unidades emplacadas no mercado brasileiro. Também em produção na Bahia, o sedã King e o SUV Song Pro.
Dos 5,5 mil trabalhadores do complexo, 86% são da Bahia, sendo a metade (52%) de Camaçari. A fábrica baiana é a maior da BYD fora da China, fruto de um investimento de R$ 5,5 bilhões. (AutoIndústria)
Governo inclui veículos elétricos e híbridos seminovos no Move Brasil Táxi e Aplicativos
O governo federal ampliou o escopo do programa Move Brasil. A partir de agora, motoristas de aplicativos, taxistas e cooperativas de táxi também podem financiar veículos seminovos. A mudança entrou em vigor com a MP nº 1 mil 376, publicada na última terça-feira, 15, que altera as regras da MP nº 1 mil 359 e amplia a linha de crédito.
Com a nova regra, o programa passa a financiar veículos elétricos e híbridos flex seminovos produzidos a partir de 2024. Até então, a linha contemplava apenas automóveis novos que atendiam aos critérios de sustentabilidade ambiental, social e econômica estabelecidos pelo governo.
Apesar da ampliação, as demais regras permanecem as mesmas. A linha de crédito continua voltada para motoristas de aplicativos, taxistas e cooperativas de táxi e conta com até R$ 30 bilhões em recursos do BNDES. O banco e as instituições financeiras habilitadas podem realizar as operações. Cada beneficiário, ou cooperado, continua com direito ao financiamento de apenas um veículo.
Programa atingiu R$ 1 bilhão em financiamentos
Nesta semana, o Move Brasil Táxi e Aplicativos alcançou R$ 1 bilhão em financiamentos aprovados para a compra de veículos novos. Segundo o BNDES, a linha já beneficiou 10 mil 179 motoristas em 1 mil e 15 municípios de todos os estados brasileiros. O valor médio das operações chegou a R$ 102 mil.
O programa, porém, começou de forma diferente. Nos primeiros dias, os bancos rejeitaram um número elevado de propostas, o que gerou críticas do governo e do setor automotivo. Depois que o FGI, Fundo Garantidor para Investimentos, entrou em operação, as instituições passaram a aprovar mais financiamentos e o programa ganhou ritmo. (Agência AutoData/Natasha Werneck)
Randoncorp conclui meta ambiental com reúso integral de efluentes
A Randoncorp alcançou uma de suas principais metas ambientais para 2025 ao atingir 100% de reúso dos efluentes tratados em suas operações industriais. O resultado, alinhado à estratégia ESG da companhia, foi viabilizado por investimentos de R$ 4,5 milhões em infraestrutura e tecnologias voltadas à gestão hídrica.
Os recursos foram direcionados ao Centro de Tratamento Avançado de Efluentes (CTAE) da Frasle Mobility, em Caxias do Sul (RS), além das estações de tratamento das unidades de Sorocaba (SP), Joinville (SC) e do site Interlagos. A iniciativa reforça as práticas de economia circular e reduz a demanda por água nos processos produtivos.
O principal destaque está no CTAE da Frasle Mobility, que passou a operar com sistema de membranas de ultrafiltração e osmose reversa. A tecnologia permite reutilizar cerca de 4.680 m³ de água por mês no abastecimento de torres de resfriamento e caldeiras, além de aplicações em processos industriais, sanitários, limpeza e irrigação, eliminando o descarte de efluentes no meio ambiente.
Segundo a Randoncorp, o avanço foi sustentado pela automação dos sistemas de tratamento, monitoramento em tempo real da qualidade da água e ampliação das redes internas de distribuição. Em Joinville, mais de 6,5 mil m³ de efluentes tratados foram reaproveitados neste ano. Em Sorocaba, o volume reutilizado ultrapassa 2,2 mil m³.
Para Anderson Pontalti, vice-presidente executivo da Randoncorp e CEO da Frasle Mobility, o marco comprova que eficiência industrial e responsabilidade ambiental podem caminhar juntas, gerando benefícios tanto para o negócio quanto para a sociedade. (AutoIndústria)
Scania desenha o mapa do gás e mostra onde o caminhão começa a superar o diesel
Durante muitos anos a discussão sobre caminhões a gás ficou restrita ao discurso ambiental. Faltava infraestrutura, autonomia e, principalmente, uma equação financeira capaz de convencer transportadores acostumados a operar sob margens apertadas. Agora, esse cenário começa a mudar. Na Scania o projeto deixou de ser vender caminhões e passou a ser desenhar operações completas.
O trabalho começa antes mesmo da escolha do veículo, passa pelo combustível, pela infraestrutura de abastecimento, pela definição da rota e termina na conta do transportador.
“Nós não entramos em um cliente se não entregarmos melhor eficiência energética, redução do custo operacional e disponibilidade do caminhão. Se não fechar a conta nós simplesmente não posicionamos o produto”, disse Marcelo Gallao, diretor de desenvolvimento de negócios da Scania Brasil, em entrevista a AutoData Mobility.
Segundo o executivo o momento em que o gás supera o diesel não depende apenas do preço do combustível. Em outras palavras o ponto de virada acontece quando toda a operação é desenhada para aproveitar as características do biometano.
O mapa do gás começa na usina e termina no navio
O exemplo mais emblemático deste projeto é a operação desenvolvida pela Copersucar. A lógica rompe com o conceito tradicional de abastecimento. Em vez de procurar combustível ao longo da rodovia o caminhão sai da própria usina abastecido com biometano produzido no local.
Ou seja: o açúcar deixa a unidade industrial da Cocal, em Narandiba, SP, percorre cerca de 700 quilômetros até o terminal da Copersucar, no Porto de Santos. Assim, chega ao navio sem utilizar combustível fóssil durante toda a viagem.
“O objetivo desta operação é ser 100% sustentável. Se abastecêssemos com gás natural no meio do caminho perderíamos esta característica, porque ele deixaria de ser um combustível biogênico.”
A operação representa uma mudança de conceito no transporte rodoviário. O caminhão deixa de depender da infraestrutura pública de abastecimento e passa a integrar a cadeia produtiva do próprio embarcador.
Como a usina produz o biometano o combustível chega ao transportador praticamente a preço de custo. O conceito cria uma cadeia praticamente circular. Em outras palavras trata-se de algo raro no transporte rodoviário.
Quando o gás vence o diesel
Para Gallao o fator decisivo está justamente na integração. Enquanto o diesel sofre oscilações constantes de preço e depende da cadeia tradicional de distribuição o biometano produzido na própria origem reduz drasticamente o custo operacional.
“Hoje esta operação custaria mais se fosse feita com diesel. Ela é sustentável para o meio ambiente e também para a economia.”
Na prática o combustível deixa de representar uma variável de mercado e passa a fazer parte do próprio processo industrial. Este conceito muda completamente a análise econômica do transporte.
A autonomia sempre foi uma das principais críticas aos caminhões movidos a gás. Na operação da Copersucar a Scania encontrou uma solução específica.
O cavalo mecânico recebeu uma suplementação de cilindros de gás, desenvolvida por parceiros homologados, permitindo ampliar a capacidade de armazenamento sem comprometer a segurança da operação. O conjunto, que transporta 74 toneladas de açúcar em uma composição de nove eixos, passou a percorrer aproximadamente 700 quilômetros.
Há casos em que o cliente aumenta a capacidade de armazenamento de gás para conseguir cumprir a rota específica. Tudo isto segue certificação do Inmetro e processos de homologação. E prévia avaliação para não comprometer a capacidade do veículo.
Segundo Gallao adaptações deste tipo exigem certificação técnica e não representam improvisações. Além disto existem diferentes configurações conforme a aplicação.
Em operações de menor peso, como conjuntos 6×2, soluções semelhantes já permitem autonomias de 800 a 900 quilômetros.
Não basta vender caminhão. É preciso desenhar a operação.
Como projeto, antes de oferecer um veículo, a fabricante estuda a logística do cliente, acompanha rotas, mede consumo e analisa onde a tecnologia realmente gera resultado.
“O brasileiro é conservador porque trabalha em larga escala. Mexer na operação representa risco. Então fazemos o primeiro caminhão, mostramos funcionando e depois a própria operação cresce.”
Foi exatamente este modelo utilizado na coleta de resíduos urbanos em São Paulo. Hoje mais da metade dos caminhões de coleta da Capital utiliza gás.
O conceito também fecha um ciclo semelhante ao da Copersucar. Ou seja: o lixo gera biometano nos aterros sanitários, que posteriormente abastece parte da frota responsável pela própria coleta.
“O caminhão coleta o lixo, o aterro produz o biometano e esse combustível volta para abastecer a operação. É um ciclo extremamente interessante.”
As três operações que mostram onde o gás já faz sentido
Na visão da Scania o mercado brasileiro já consolidou três aplicações nas quais o gás deixou de ser promessa. A primeira é o transporte pesado utilizando biometano produzido na origem, como ocorre no setor sucroenergético.
A segunda envolve a coleta de resíduos urbanos, onde combustível, logística e geração de biometano se encontram dentro da própria cidade.
Já a terceira está no transporte por centros logísticos do e-commerce: “O e-commerce exige operações muito roteirizadas. Acima de 42 toneladas o caminhão elétrico começa a perder competitividade por causa do peso das baterias. Neste espaço o gás encontra uma oportunidade muito clara”.
Empresas que operam grandes centros de distribuição já utilizam caminhões a gás em rotas de hubs logísticos. Desta forma aproveita percursos previsíveis e infraestrutura dedicada de abastecimento.
A próxima fronteira está na distribuição de bebidas
Enquanto consolida estas aplicações a Scania já trabalha em uma nova aposta. Sua engenharia desenvolveu um caminhão específico para distribuição urbana de bebidas.
O projeto praticamente redesenhou o chassi. Os cilindros de gás foram reposicionados atrás da cabine para liberar espaço na carroceria. O piso de carga ficou mais baixo, facilitando a movimentação manual dos engradados e a estrutura passou a transportar oito pallets sem perda de capacidade com relação ao diesel.
Segundo Gallao o segmento chamou atenção porque as fabricantes de bebidas já utilizam gases industriais em seus processos produtivos. E apresentam forte compromisso com metas ambientais. Além disto operações urbanas com carga elevada dificultam a adoção do caminhão elétrico.
“O elétrico perde capacidade de carga justamente onde a bebida mais precisa de eficiência logística.”
A lógica vale também para ônibus e operações urbanas
Embora o foco atual esteja no transporte de cargas Gallao vê espaço para expansão do gás em ônibus urbanos. Especialmente em cidades onde a eletrificação enfrenta limitações de infraestrutura elétrica.
“O gás reduz material particulado, diminui ruído e melhora a qualidade do ar. Para cidades que ainda não conseguem eletrificar totalmente suas frotas ele representa uma alternativa bastante consistente.”
Segundo o executivo a tecnologia já está madura no segmento de ônibus. O desafio agora passa muito mais pelas decisões dos operadores e dos gestores públicos do que pelo desenvolvimento técnico.
Mais do que um combustível, um novo modelo logístico
Seja como for o sucesso da tecnologia depende menos do caminhão e muito mais da integração da indústria com o produtor de combustível, com o transportador e com o embarcador.
Nesse modelo, o biometano deixa de ser apenas uma alternativa ao diesel. Ele passa a redesenhar toda a logística. E é exatamente nesse ponto que, segundo a Scania, o caminhão a gás finalmente começa a vencer o diesel. Ou seja, quando o combustível deixa de ser apenas um insumo e passa a fazer parte da estratégia de negócio da operação. (Agência AutoData/Andrea Ramos)
Volare e Noromak marcam presença na 1ª ExpôAgroPec Brasil
A Volare, em parceria com a concessionária Noromak, participou, entre os dias 13 a 15 de julho, da 1ª ExpôAgroPec Brasil, realizada na Fazenda Palo Verde, em Araçatuba (SP). As empresas apresentaram soluções de fretamento e mobilidade voltadas ao segmento escolar e do agronegócio, com destaque para os modelos: Attack 10 Rural, Attack 8 Escolar, Attack 8 Robust e Attack 8 Fretamento.
“Esta é a primeira edição do evento, que tem como objetivo conectar os principais agentes do agronegócio do Noroeste Paulista. Nossa participação tem como foco apresentar, ao lado da concessionária Noromak, as inovações do portfólio Volare voltadas à mobilidade no campo, além de estreitar o relacionamento com produtores, clientes e parceiros da região”, destaca Sidnei Vargas, gerente executivo da Volare.
Os modelos Volare apresentados na 1ª ExpôAgroPec Brasil têm como alguns de seus principais diferenciais robustez, segurança e versatilidade, características essenciais para o agronegócio para proporcionar mais eficiência e produtividade aos produtores rurais.
Attack 10 Rural: robustez para o campo
Desenvolvido especialmente para operações em ambientes rurais, o Volare Attack 10 Rural combina robustez, conforto e eficiência operacional. O modelo tornou-se um dos maiores sucessos da marca no agronegócio por otimizar o investimento do operador, com componentes de menor manutenção e custo reduzido de reposição.
O veículo possui 10.145 mm de comprimento, 2.360 mm de largura e 3.150 mm de altura, com motorização Cummins de 175 cv e torque de 600 Nm. Conta com tanque de combustível de 150 litros, janelas laterais com vidros móveis, bloqueio de diferencial traseiro, pneus mistos e suspensão adaptada para terrenos irregulares, garantindo durabilidade, estabilidade e desempenho em estradas não pavimentadas. A carroceria elevada facilita a transposição de obstáculos e assegura excelente relação custo-benefício.
Attack 8: versatilidade e robustez com excelente competitividade
O Volare Attack 8 é um dos modelos de maior sucesso da marca. Em suas diferentes configurações, Robust, Escolar e Fretamento, reforça a proposta da fabricante de oferecer soluções eficientes e de menor custo para diferentes aplicações.
O Attack 8 Robust combina baixo custo de aquisição e operação com robustez, agilidade e confiabilidade, sendo uma alternativa versátil para operações exigentes. Com 6.535 mm de comprimento total e capacidade para 17 passageiros + auxiliar + motorista, é indicado para aplicações severas, como transporte em áreas industriais e rurais do Norte e Nordeste, além de regiões agrícolas do Sudeste e Centro-Oeste do Brasil.
A versão apresenta dimensões mais compactas, 6.535 mm de comprimento, 2.230 mm de largura e 3.150 mm de altura, e é equipada com poltronas Executiva, poltrona auxiliar e poltrona hidráulica para o motorista. Conta ainda com tanque de combustível de 160 litros, janelas laterais com vidros móveis, sistema de ar-condicionado de 65.000 BTU’s, defroster com refrigeração, sistema de acessibilidade DTA, porta de serviço pantográfica e estepe basculante traseiro.
O Volare Attack 8 nas versões Escolar e Fretamento reforça o posicionamento e vanguarda da marca na oferta de veículos diferenciados e sob medida para as necessidades e demandas das aplicações dos clientes. O modelo possui design arrojado e moderno, de linhas leves, limpas e harmoniosas, que acompanham as principais tendências no segmento automotivo, e mantém os diferenciais competitivos já consagrados, como durabilidade, robustez, conforto e segurança.
Com elevado padrão de qualidade, segurança e acabamento, o Attack 8 oferece ao mesmo tempo, conforto, robustez, eficiência e melhor relação custo/benefício. Com robusto e durável powertrain, freio com sistema eletropneumático e tanque de combustível de 150 litros, oferece maior vida útil, menor custo operacional e menor consumo de combustível.
Sobre a ExpôAgroPec Brasil
A 1ª ExpôAgroPec Brasil, um dos principais encontros do agronegócio no Noroeste Paulista, foi realizada, entre os dias 13 a 15 de julho, na Fazenda Palo Verde, em Araçatuba (SP). Reuniu produtores, empresas e especialistas para promover soluções sustentáveis e tecnologias avançadas, contribuindo para a geração de negócios e networking entre os participantes.
Sobre a Noromak
Fundado em 1962, o Grupo Noromak é referência no setor automotivo e celebra mais de seis décadas de tradição, inovação e impacto social. Com sede em Araçatuba e filiais estratégicas em Ribeirão Preto e Bauru, a Noromak atende mais de 350 cidades no interior paulista e conta com uma equipe de mais de 40 colaboradores altamente capacitados.
As unidades estão preparadas para oferecer atendimento serviços de oficina com foco em excelência técnica e logística. A empresa também se destaca pela atuação em climatização de ônibus, sendo reconhecida na região pela instalação de equipamentos completos.
Sobre a Volare
A Volare é líder na fabricação de micro-ônibus para transporte de passageiros nos segmentos escolar, fretamento, turismo, urbano, rural e mineração. Com foco constante em inovação, tecnologia e sustentabilidade, oferece soluções de mobilidade que se adaptam às mais diversas necessidades, sempre com a qualidade e segurança que são referência no mercado. Os veículos têm configurações de 8 a 13 toneladas, produzidos conforme a necessidade de cada cliente. A marca conta com mais de 40 pontos de atendimento no Brasil e 20 no exterior, com assistência técnica especializada. Pioneira na fabricação de veículos comerciais leves, possui unidades fabris em Caxias do Sul/RS e São Mateus/ES. (Truck & Bus Builder América do Sul)
GAC reforça estoque no Brasil com 3.600 carros e prepara lançamento
A GAC recebeu um lote com 3.600 veículos para o mercado brasileiro, reforçando sua estratégia de crescimento e garantindo a disponibilidade de produtos na rede de concessionárias. A chegada da remessa acompanha o avanço da marca no país e sustenta o ritmo de expansão das vendas.
Os carros serão distribuídos para as concessionárias da GAC em todo o Brasil, o que contribui para maior agilidade na entrega e melhora a experiência de compra dos clientes. A operação também fortalece a capacidade da empresa de atender à crescente demanda por seus modelos eletrificados, híbridos e a combustão.
O novo lote contempla os modelos GS3, GS4, Aion V e Aion UT. Também inclui as primeiras unidades do próximo lançamento da marca no Brasil, confirmado para os próximos meses. A chegada antecipada faz parte do planejamento da GAC para uma introdução estruturada do novo produto.
Agilidade na operação com uso de flat rack
Desde o início de suas operações no Brasil, em 2025, a GAC utiliza o sistema flat rack para o transporte marítimo de seus veículos que chegam ao Complexo Portuário de Vitória (ES). Os carros são fixados a uma estrutura metálica içada por guindastes, os mesmos usados na movimentação de contêineres, sem a necessidade de serem conduzidos a bordo.
A modalidade oferece maior flexibilidade logística para operações de grande escala. Permite que a empresa mantenha um fluxo constante de abastecimento para o mercado brasileiro.
Outro diferencial é o “desembaraço aduaneiro sobre águas”, que libera a carga durante a viagem marítima, antes de a embarcação atracar. Com a documentação processada previamente, a liberação ocorre de forma mais rápida nos portos, o que reduz etapas e acelera o encaminhamento dos veículos ao centro de distribuição.
Essa eficiência logística é parte da estratégia da GAC no Brasil. Ao reduzir o tempo entre a chegada dos veículos e sua disponibilização nas concessionárias, a marca garante maior previsibilidade para a rede e fortalece sua competitividade. (Portal Vrum)
Audi lança o novo Q3 2027 com melhorias em relação ao SUV nacional
Em 15 de maio, a Audi apresentou a nova geração do Q3 para o mercado brasileiro. Além das mudanças de plataforma, uma das principais novidades foi o retorno da produção nacional do SUV. Pois, na Europa, o modelo de luxo acaba de receber novidades.
A Audi revelou o novo Q3 2027 para o mercado europeu apostando em uma fórmula simples, mas eficaz: oferecer mais itens de série sem aumentar os preços. O SUV compacto da marca está com uma lista de equipamentos de fábrica mais completo, novas soluções digitais e sistemas avançados de assistência ao motorista.
As novidades também abrangem a versão Sportback e estarão disponíveis nas concessionárias europeias a partir do terceiro trimestre de 2026. O preço inicial é de 44.200 euros (R$ 256,4 mil), mesmo valor cobrado pelo carro na linha 2026 por lá. No Brasil, os valores partem de R$ 389.990.
A atualização não altera o projeto básico do SUV, mas aprimora a experiência de uso no dia a dia com mais conforto para o motorista e os passageiros, maior atenção à segurança ativa e uma digitalização inspirada nos modelos de categoria superior. As versões híbridas plug-in, indisponíveis no Brasil também ganham novos recursos para recarga e maior capacidade de reboque.
Mais itens de série já a partir da versão Business
A principal novidade do Audi Q3 2027 diz respeito ao equipamento de série. Já a partir da versão Business, vêm sem custo adicional o ar-condicionado automático de duas zonas, o aquecimento dos bancos dianteiros, a câmera traseira para manobras e a chave presencial.
As versões Business Advanced e S line acrescentam ainda sistemas de assistência à direção mais completos, incluindo o Side Assist para monitoramento do ponto cego, o Exit Warning, que alerta sobre a aproximação de veículos ou ciclistas durante a abertura das portas, e o Rear Cross-Traffic Assist, que auxilia nas saídas em marcha à ré de vagas de estacionamento.
A Audi também revisou a estrutura dos pacotes Tech, disponibilizando como opcionais individuais alguns equipamentos que, no passado, só podiam ser adquiridos como parte dos pacotes.
Estreia o display do passageiro de 10,9"
Entre as novidades tecnológicas mais interessantes, chega, pela primeira vez no Q3, o display do passageiro de 10,9", já visto em modelos como o Audi Q6 e-tron. A tela dedicada ao passageiro da frente complementa o painel digital Audi Virtual Cockpit de 11,9" e o display central MMI de 12,8", criando um ambiente ainda mais sofisticado e moderno.
A Audi também aprimora a ergonomia. Os comandos no volante adotam uma solução que combina superfícies físicas e digitais, enquanto o novo compartimento para recarga sem fio é refrigerado, oferece potência de até 25 watts e utiliza um sistema de alinhamento magnético para manter o smartphone corretamente posicionado. Para os passageiros traseiros, estão disponíveis, além disso, três entradas USB-C com potência de até 100 W.
Controle de velocidade mais inteligente e monitoramento do motorista
A evolução também abrange os sistemas de assistência à direção. O controle de velocidade adaptativo agora utiliza dados online para ajustar automaticamente a velocidade e a distância de segurança de acordo com as condições do tráfego e o perfil do trajeto.
Novidades também para o sistema de detecção de cansaço do motorista, que integra uma câmera dedicada ao monitoramento do rosto do motorista. O sistema é, assim, capaz de identificar com maior rapidez eventuais sinais de distração ou cansaço.
Recarga mais simples nas versões plug-in
O Audi Q3 e-hybrid e o Q3 Sportback e-hybrid, versões que ainda não chegaram ao Brasil, introduzem uma novidade para os híbridos plug-in da montadora alemã: a função Plug & Charge. Nas estações de recarga compatíveis da IONITY e da Ewiva, bastará conectar o cabo para que o veículo seja reconhecido automaticamente e a recarga comece sem a necessidade de cartões, aplicativos ou meios de pagamento. A cobrança também ocorrerá automaticamente.
Além disso, as versões plug-in contam com um aumento na capacidade de reboque, que cresce 600 kg em relação ao modelo anterior, melhorando ainda mais a versatilidade do SUV para quem utiliza reboques, trailers ou equipamentos esportivos.
Preços e versões
A tabela de preços do Audi Q3 começa em 44.200 euros, com o veículo pronto para uso, para a versão TFSI S tronic MHEV de 150 CV na versão Business, chegando a 46.800 euros para as versões Business Advanced e 49.000 euros para a S line. O Sportback, o SUV cupê da linha, tem um acréscimo fixo de 2 mil euros em todas as motorizações e versões: o preço inicial é, portanto, de 46.200 euros, com a versão Business Advanced custando 48.800 euros e a S line, 51.000 euros.
As duas versões de carroceria compartilham toda a gama de motores: duas versões de 150 CV (uma a gasolina TFSI e uma a diesel TDI MHEV), o TDI quattro de 193 CV, o TFSI quattro de 204 CV e o e-hybrid PHEV de 272 CV. No topo da linha está o TFSI quattro de 265 CV, oferecido exclusivamente na versão S line, com preço a partir de 64.500 euros no Q3 e chegando a 66.500 euros no Sportback. (Motor 1/Francesco Stazi, traduzido por Thiago Moreno)
