28/1/2020

GM prepara fábrica para produzir SUV compacto inédito no Brasil

 

Enquanto celebra seus 95 anos de atuação no Brasil, a General Motors anuncia que está renovando sua fábrica em São Caetano do Sul (SP) “para a produção de um modelo de veículo inédito da empresa no país”, como informa o comunicado divulgado. A expectativa é que se trata do novo Tracker que, embora já seja oferecido por aqui, nunca foi fabricado nacionalmente.

 

“Será o primeiro SUV compacto da Chevrolet produzido no Brasil. Chegará às concessionárias locais até o fim do primeiro trimestre deste ano com conceitos tecnológicos inovadores relacionados à conectividade, segurança e eficiência energética”, diz Carlos Zarlenga, presidente da GM América do Sul.

 

A planta em São Caetano do Sul, aliás, irá completar 90 anos de atividades em 2020, depois de ter suas instalações reformadas em todo o processo produtivo entre 2018 e 2019. As mudanças incluem um novo equipamento que movimenta os carros pela linha de montagem, ajustando-se a qualquer altura. além de um novo sistema de transporte automatizado para o sistema básico de motor, transmissão, escapamento, eixo e semieixo.

 

História da GM no Brasil

 

A GM chegou ao Brasil em 1925, montando seus modelos em um galpão no bairro do Ipiranga, em São Paulo. De lá para cá, já soma mais de 15 milhões de veículos emplacados no País. O primeiro carro nacional da marca foi o Opala, apresentado em 1968, mas essa história conta ainda com outros modelos icônicos como Chevette, D20, Monza, Kadett, Corsa, Vectra, Omega e Astra.

 

Você sabia que, além dos carros, a GM chegou a produzir paralelamente outros tipos de produtos? Entre eles estão baterias, aparelhos de ar-condicionado e até geladeiras – as famosas Frigidaire – que tiveram mais de 2 milhões de unidades produzidas dos anos 1950 a 1970.

 

Atualmente, a GM conta com três complexos industriais para a produção de veículos, motores e componentes: São Caetano do Sul (SP), São José dos Campos (SP) e Gravataí (RS). Além disso, em Joinville (SC), fabrica motores e cabeçotes de alumínio; em Mogi das Cruzes (SP) produz componentes estampados e peças; em Sorocaba (SP) possui um centro logístico e em Indaiatuba (SP) fica localizado o seu campo de provas. Para completar, há um Centro Tecnológico em São Caetano do Sul (SP). (Revista Torque/Anamaria Rinaldi)

 

 

 

Case IH lidera mercado de colhedoras de cana-de-açúcar

 

Marca da CNH Industrial, a Case IH encerrou 2019 com resultados positivos em suas operações no Brasil. Com a venda de 649 unidades e mais de 50% de participação no mercado de colhedoras de cana-de-açúcar, a empresa encerrou o ano na liderança no segmento de máquinas para o setor sucroenergético.

 

“Estamos muito satisfeitos com o desempenho do ano passado”, destaca o vice-presidente da Case IH para a América do Sul, Christian Gonzalez. “Nossos números confirmam a qualidade, eficiência, alta performance e tecnologia que estão embargados em todos os equipamentos da marca”.

 

Segundo dados da Anfavea, a Case IH comercializou 649 colhedoras no País em 2019, registrando crescimento de 1% no comparativo com o ano anterior. A empresa mantém em Piracicaba, SP, o Centro de Excelência Global de Desenvolvimento de Colhedoras de Cana-de-açúcar, de onde saem as máquinas da marca para todas as localidades da Case IH no mundo, o que representa 25 países de todos os continentes.

 

Trabalham nesta plataforma mais de 50 pessoas de diferentes áreas e, além do time local, o setor também recebe respaldo global. “Nossa equipe trabalha de forma integrada e isso faz a diferença”, afirma Gilberto Alves, diretor de Engenharia e Plataforma de Colhedora de Cana da Case IH. “Quem está no campo, ouvindo as necessidades dos clientes, traz sugestões de melhorias para o time de engenharia de produto. Essa equipe desenvolve e testa as tecnologias para levar ao produtor uma máquina econômica, eficiente, confiável e com disponibilidade”.

 

Só nos últimos quatro anos a empresa implementou mais de 100 melhorias na linha A8000, fator determinante para a marca ser líder em seu segmento. “O Brasil é responsável por mais da metade da produção mundial de cana-de-açúcar do mundo e por isso, a Case IH escolheu o nosso País para desenvolver e fabricar as colhedoras. Desta maneira, ao lado das usinas, conseguimos saber quais são as principais necessidades do setor para desenvolvermos o melhor equipamento”, comenta Silvio Campos, diretor de marketing de produto da Case IH. (AutoIndústria)

 

 

 

Volvo quer aumentar vendas de seus carros elétricos no Brasil

 

Quem ainda gosta de carros e é bom observador, deve ter notado o crescimento de veículos da marca Volvo em circulação nas estradas e centros urbanos do Brasil. Da imagem de patinho feio e de carros difíceis de se livrar dos tempos iniciais da abertura da economia brasileira, a marca sueca vem, nos últimos anos, registrando crescimento de vendas.

 

Esse é o resultado, segundo os porta-vozes da marca no país, da política de transparência que vem sendo adotada com relação aos custos de manutenção, que permite aos clientes saberem com antecedência quanto vão gastar com as revisões. É também consequência de uma política de preços dos veículos zero km que torna os Volvos competitivos em relação às demais marcas importadas do segmento premium (mesmo sem planos de produção no país, o que a exclui dos incentivos automotivos federais). Para 2020, a estratégia de continuar aumentando sua participação no mercado continua agora apostando nos carros eletrificados. É uma política mundial da Volvo.

 

Em 2019, até o mês de outubro, 6.015 carros híbridos e elétricos foram vendidos no mercado nacional por 14 montadoras. A Volvo teve boa participação nesse resultado, sendo a única a contar com uma versão híbrida em quase todos os modelos de seu portfólio - a versão híbrida plug-in do XC40 chegará no primeiro trimestre de 2020. Em 2021, 100% da gama de produtos da marca será eletrificada.

 

Isso se reflete em seus resultados. Nos 10 primeiros meses de 2019, a fabricante comercializou 884 unidades de carros híbridos plug-in, na qual é líder no segmento premium (contra 136 carros no mesmo período de 2018, um crescimento de 650%). Em outubro, essa condição foi reforçada com a venda de 135 unidades, compostas pelos utilitários esportivos XC90 e XC60, além dos sedãs S90 e o recém-lançado S60, todos equipados com o motor T8, de 407 hp. A Volvo Car Brasil fecha 2019 com 22% de vendas de seu portfólio eletrificado. Essa porcentagem deve chegar a 40% no ano que vem, o que significam 4 mil veículos eletrificados da marca, ajudado pelo lançamento do SUV XC40 híbrido plug-in.

 

Globalmente, a Volvo Cars espera vender, até 2025, 1 milhão de veículos eletrificados. Metade desse volume será de carros totalmente elétricos. Os outros 50% virão dos híbridos plug-in. Ela foi a primeira montadora de automóveis a se comprometer com a eletrificação total e a eliminação progressiva de veículos movidos apenas por um motor de combustão interna. A partir deste ano, todo novo Volvo lançado será eletrificado. A marca também se comprometeu a lançar um novo carro elétrico por ano nos próximos cinco anos.

 

No Brasil, como protagonista na criação da necessária infraestrutura para a viabilização dos veículos eletrificados, a Volvo Cars vai instalar 500 postos de recarga (eletropostos) de modelos híbridos e elétricos plug-in em pontos estratégicos do país, informou Luís Rezende, presidente da Volvo Car Brasil e head de América Latina. O fabricante sueco firmou parceiras com o grupo GPA (Extra e Pão de Açúcar), rede de shoppings Iguatemi, redes de estacionamento Estapar, Autovagas e PareBem, além da incorporadora Idea! Zarvos e a sua própria rede de 36 concessionários, somando um investimento de 5 milhões de reais.

 

O futuro da Volvo é elétrico. Essa frase se tornou o mantra do fabricante. Anunciada no mês passado, a estratégia prevê a redução de 40% da "pegada de carbono" por carro em 2025, quando comparado a 2018. Por aqui, a Volvo avança na oferta de veículos híbridos plug-in e lança a nova versão T8 Polestar Engineered para o sedã esportivo S60 e o utilitário esportivo XC60. No total, a fabricante sueca disponibiliza no mercado nacional oito versões equipadas com a motorização híbrida T8, de 407 hp de potência. Além das duas novas variantes Polestar Engineered, a oferta inclui o S60 T8 R-Design, o XC60iT8 R-Design, XC90 T8 Inscription, R-Desig e Excellence, e o S90 T8 Inscription.

 

Os modelos Polestar Engineered trazem, externa e internamente, detalhes de design específicos que refletem a esportividade. O nome Polestar se refere ao chassi exclusivo. As molas são mais rígidas e podem abaixar ou elevar a carroceria de 10 mm a 15 mm. Isso garante ao motorista uma condução mais esportiva dos modelos, principalmente em curvas, em função da melhor aderência, menor centro de gravidade e pouca rolagem do veículo.

 

Os modelos combinam o motor Drive-E Turbo Supercharger de 2 litros e 4 cilindros, que produz 320 hp, com um motor elétrico de 87 hp, alimentado por uma bateria de íons de lítio de alta capacidade (11,6 Kwh). Juntos, geram 407 hp de potência máxima e torque de 640 Nm. Os veículos apresentam desempenho impressionante, que fazem o S60 e o XC60 irem de 0 a 100 km/h em apenas 4,4 segundos e 5,3 segundos, respectivamente. O S60 T8 Polestar Engineered tem preço sugerido de 309.950 reais e o XC60 T8 Polestar Engineered sai por 335.950 reais. (Revista Encontro/Fábio Doyle) 

 

 

 

A evolução da Toyota com o primeiro Híbrido Flex do Brasil

 

Mais de 100 anos antes do modelo japonês, o americano Armstrong Phaeton criava um sistema inovador de propulsão que combinava um pequeno motor a gasolina e outro elétrico. Uma criação que Armstrong jamais imaginaria que se tornaria o futuro automotivo no século XXI.

 

Nos primeiros anos da indústria automotiva era comum ver carros equipados com pequenas caldeiras a vapor, e foi justamente nessa época que um dos entusiastas da modernidade, o engenheiro eletricista Harry E. Dey projetou o Armstrong Phaeton.

 

O veículo, considerado o primeiro automóvel híbrido da história, tinha como propulsor um pequeno motor elétrico e um motor a combustão.

 

Um problema da época, e que ainda persiste nos dias atuais, seria a capacidade de autonomia do veículo. A solução encontrada foi a de instalar também um motor a gasolina 6.5 de dois cilindros, que tinha como função recarregar as baterias e também contribuir para a propulsão da máquina. Enquanto isso, o motor elétrico funcionava como motor de arranque para o propulsor a gasolina.

 

Infelizmente, apenas o protótipo foi produzido antes que a futura fabricante, a Roger Mechanical Carriage Company, fechasse as portas e o projeto junto com seu protótipo fosse arquivado. Se realmente tivessem entrado em produção, teriam reescrito a história da indústria automotiva.

 

Um século depois, mais precisamente em 1997, a Toyota começou sua primeira produção em massa de um automóvel híbrido. Essa produção só aconteceu 22 anos depois de uma longa trajetória de estudos para por no mercado um híbrido que pudesse ser produzido em linha, e assim nasceu o Prius, com um motor a combustão e um elétrico alimentado por bateria. O modelo Prius era acessível, e se tornou um dos veículos mais “limpos” em relação às emissões de poluentes.

 

Mas a evolução não parou por aí. Em 2019, a Toyota lança o primeiro carro Híbrido Flex: o novo Corolla.

 

O Corolla adota a arquitetura TNGA (Toyota New Global Architecture) da marca, que promete veículos mais seguros e agradáveis, com cinco pilares: conforto ao dirigir, habitabilidade, praticidade de uso, compromisso com o meio ambiente e segurança.

 

A motorização híbrida Flex é composta por dois motores elétricos de 72 cavalos de potência e 16,6 kgfm de torque totais e um a combustão, 1.8 flex de ciclo Atkinson com 101 cavalos com etanol e 98 cavalos com gasolina, e 14,5 kgfm de torque independentemente do combustível utilizado. A garantia do conjunto híbrido é de 8 anos, embora a do carro seja de 5 anos.

 

Os motores elétricos são recarregados pelo motor a combustão e pela energia cinética gerada pelas desacelerações e pelos freios regenerativos em elétrica. Não há a possibilidade de recarga em tomadas.

 

De acordo com a Toyota, com gasolina, o Corolla híbrido roda 14,5 km/l na estrada e 16,3 km/l na cidade. Com etanol, os números caem para 9,9 km/l na estrada e 10,9 km/l na cidade. Vale lembrar que, no caso dos híbridos, o consumo urbano é sempre o melhor pelo uso mais frequente do motor elétrico. Em estradas o motor a combustão é mais exigido.

 

No desempenho de 0 a 100 km/h o novo Corolla é ligeiramente superior, já que atinge a velocidade em 9,73 s contra 10,2 s do seu antecessor. (O Livre/Rosi Cidram)

 

 

 

Fiat Weekend sai de cena após 23 anos de produção

 

O Polo Automotivo Fiat, em Betim (SP), produziu hoje, segunda-feira, 27, a última unidade do Fiat Weekend. O modelo saí da linha após 23 anos desde o lançamento, em 1997, ainda como Palio Weekend, e acumular 530 mil licenciamentos.

 

O veículo resistia como o último representante do segmento de station wagon no País, esvaziado com o crescimento dos utilitários esportivos. A própria Weekend abrirá espaço para a chegada de utilitários esportivos da marca, confirmados pela Fiat.

 

“A Weekend teve papel muito importante para a Fiat, liderando o segmento durante quase toda a sua trajetória comercial”, aponta em nota Herlander Zola, diretor do brand Fiat e operações comerciais na Fiat. “Nos mantivemos sempre atentos ao que o consumidor procura, por isso entramos em uma fase acelerada de mudança na Fiat. Para atender ao desejo do cliente brasileiro, está previsto o início da produção de três novos modelos a partir de 2020. Dois deles vão colocar a nossa marca no segmento de SUVs.”

 

A Palio Weekend surgiu derivada do hatch Palio. Em 1999, inaugurou no País o apelo aventureiro com a versão Adventure, ideia que se alastrou não só para outros modelos da marca como também absorvida por diversos fabricantes. (AutoIndústria)

 

 

 

Caminhões e ônibus Mercedes-Benz rodam mais de 1 milhão de km e comprovam robustez

 

Excelente desempenho e longa vida útil. Esses são dois atributos dos veículos Mercedes-Benz, tanto no transporte de cargas quanto no de passageiros, que estão sendo confirmados por mais dois clientes da marca. São eles: a Lotrans Logística e Transportes, de Mogi Guaçu (SP), e a empresa de ônibus São Gonçalo (MG), que têm vários modelos Mercedes-Benz que já ultrapassaram 1.000.000 de km rodados sem necessidade de abrir o motor, realizando apenas as manutenções preventivas e corretivas.

 

Na Lotrans, de um total de 50 caminhões Axor 2035, adquiridos entre 2009 e 2010, dez já ultrapassaram a marca de 1,280 milhão de quilômetros rodados. Obter o máximo de disponibilidade dos veículos é um dos maiores objetivos da empresa, que vê no uso exclusivo de peças genuínas a principal iniciativa para garantir a frota rodando o maior tempo possível. Além disso, a transportadora utiliza planos de manutenção de cinco anos para os veículos novos.

 

A Lotrans atua no transporte de carga fechada e fracionada e de madeira, prestando serviços aos setores de papel e celulose, siderúrgico, automobilístico, de bens de consumo e transformação, entre outros. Conta com uma linha constante de transporte entre Mogi Guaçu (SP) e Três Lagoas (MS), passando por mais de 30 cidades. Também atua com fretamento de ônibus, exclusivamente com 80 modelos Mercedes-Benz.

 

Já a Empresa São Gonçalo possui três ônibus Mercedes-Benz em sua frota com mais de 1 milhão de quilômetros sem abrir o motor: são dois modelos OF 1418 e um OF 1722. Isso reflete o compromisso da empresa em sempre investir na qualidade da frota, o que envolve o rigor com a manutenção e operação dos ônibus. Daí o alcance de alta quilometragem mesmo na severa operação do transporte coletivo urbano.

 

Com 62 anos de atividades, a tradicional Empresa São Gonçalo dispõe de uma frota de mais de 300 ônibus, sendo aproximadamente 290 da marca Mercedes-Benz. Transporta mensalmente cerca de 1.500.000 passageiros em linhas municipais e intermunicipais da região metropolitana de Belo Horizonte.

 

Solução completa para os clientes

 

“Visando assegurar a rentabilidade operacional desejada pelos clientes, a Mercedes-Benz está cada vez mais presente no dia a dia das empresas de transporte, oferecendo soluções para todas as suas demandas”, afirma Silvio Renan, diretor de Peças e Serviços ao Cliente da Mercedes-Benz do Brasil. “Nesse sentido, o uso de Peças Genuínas Mercedes-Benz assegura longa vida útil aos motores, com melhor funcionalidade e maior durabilidade e resistência aos veículos. Tudo para que o cliente tenha a máxima disponibilidade e confiabilidade do seu veículo, além de um motor mais eficiente e econômico, com reduzido índice de emissões”.

 

De acordo com o executivo, na hora de cuidar ou renovar o seu caminhão e ônibus, os clientes da marca dispõem de diversas alternativas, seja com Peças Genuínas Mercedes-Benz, remanufaturadas RENOV ou produtos da Alliance Truck Parts. “Assim, podem escolher o produto que melhor atenda suas necessidades de reposição e manutenção, bem como os seus objetivos de otimização de custos operacionais, contando ainda com a qualidade típica da nossa marca”, diz Silvio Renan.

 

A fim de assegurar a durabilidade e alta quilometragem dos veículos da marca, a Mercedes-Benz também oferece aos clientes planos de manutenção customizados para cada demanda, que garantem a qualidade dos caminhões e ônibus e otimizam o custo operacional.

 

A solução completa disponibilizada aos clientes inclui ainda o atendimento cada vez mais próximo de suas operações de transporte. Nesse sentido, além das 180 unidades da Rede de Concessionários, a Mercedes-Benz tem hoje 85 oficinas dedicadas dentro das instalações dos clientes, o que eleva para 265 os pontos de atendimento. Dessa forma, a marca alcança abrangência nacional junto às principais rotas de transporte e logística, aumentando a capacidade de atendimento aos clientes e assegurando mais disponibilidade de suas frotas.

 

Planos de Manutenção proporcionam muitos ganhos aos clientes

 

A Mercedes-Benz oferece quatro opções de Planos de Manutenção ao mercado (BestBasic, Select, Select Plus e Complete), com atendimento em âmbito nacional por meio da Rede de Concessionários. As composições de serviços envolvem manutenções preventivas e corretivas, troca de itens de desgaste e socorro mecânico, conforme real necessidade e desejo dos clientes.

 

Os Planos de Manutenção da marca proporcionam muitos ganhos aos clientes. Além de diminuir o consumo de combustível, melhoram a disponibilidade do veículo, evitando paradas não programadas e falhas durante o percurso. Também evitam falhas de maior custo decorrentes de manutenção imprópria, mantêm a garantia de fábrica, contribuem para a proteção do meio ambiente, asseguram melhor performance do veículo e aumentam a segurança ao prevenir acidentes por falha mecânica. Além disso, é possível estabelecer uma previsibilidade de custos preventivos e preditivos de manutenção, o que propicia maior controle de fluxo de caixa para as operações comerciais dos clientes.

 

No momento da contratação, o cliente pode definir o tempo de cobertura entre 1 e 5 anos, com possibilidade de renegociação no fim do período. Além de todos os serviços oferecidos, os Planos de Manutenção possibilitam que motoristas e transportadores diminuam o custo de manutenção e reparos da frota, aumentem o desempenho e a rentabilidade de seu negócio e agreguem valor de revenda aos veículos. (Chico da Boleia)

 

 

 

Mercado Livre faz feirão on-line com 40 mil veículos

 

A área de Classificados do Mercado Livre, empresa com sede em Osasco, fará um grande feirão online de veículos entre os dias 18 a 31 deste mês. A ação irá contar com mais de 40 mil carros, motos e caminhões à venda, entre novos e usados. Serão 1150 lojas participantes em todo o Brasil.

 

Além da novidade da inclusão das categorias de Motos e Caminhões, o Mercado Livre preparou uma ação de recompensa para quem comprar no feirão: os clientes que realizarem a reserva online do veículo na plataforma até o dia 31 de março, e finalizarem a compra em até 10 dias úteis, irão ganhar  R$ 500 de volta na conta do Mercado Livre via Mercado Pago.

 

O valor será creditado para compras de veículos nas categorias carros, caminhões e motos, em que sejam efetuadas a reserva online e comprovada a finalização da compra, sem valor mínimo do veículo adquirido. A promoção é válida até quando durarem os estoques do benefício. O regulamento da promoção pode ser conferido no site https://ideias.mercadolivre.com.br/veiculos/regulamento-acao-reserva-compre-e-ganhe-2019/

 

“Trata-se de um universo de mais de 4 milhões de veículos listados, com crescimento de 30% ao ano. Para essa edição, estamos investindo na nossa força de vendas e em novas parcerias para oferecer o maior e melhor sortimento possível de veículos e em mais categorias. Nosso objetivo é democratizar o acesso aos melhores veículos nas melhores condições, e também a oportunidade de Reserva Online, que é mais uma inovação para transformar a jornada de consumidores e vendedores.”, explicou Luis Paulo Santos, diretor do Mercado Livre Classificados no Brasil. (Web Diário)

 

 

 

Três resoluções do Contran passam a valer em janeiro e alteram todo o mercado automotivo

 

Ao longo de janeiro, três resoluções do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), por meio do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), entram em vigor no Brasil. Cada uma delas em um nível de obrigatoriedade.

 

Duas (Nº 518/2015 e Nº 567/2015) focam a segurança dos veículos e impactam diretamente as montadoras e na produção de diversos veículos. A terceira (Nº 780/2019) - se realmente passar a valer, já que foi adiada por diversas vezes –, altera a placa de sinalização do veículo para o padrão Mercosul.

 

O cinto de três pontos dá maior segurança aos ocupantes.

 

De todas, a mais importante é a 518/2015. Publicada há cinco anos, ela trata sobre a instalação de cinto de segurança, ancoragem e apoios de cabeça dos veículos. Já em vigor, ela passa a ser obrigatória para todos os veículos em produção agora no dia 29 de janeiro. Desde 2018 novos projetos precisavam contar com os novos itens.

 

Com isso, a partir de agora, todos os veículos saídos de fábrica precisam contar com cinto de três pontos e apoio de cabeça para todos os ocupantes do banco traseiro (diversos modelos não contam com os itens no assento do meio), além de sistema de fixação para cadeirinhas infantis, o Isofix.

 

Atualmente, no Brasil, 13 veículos não contam com algum dos itens e as montadoras precisam se adequar para poder continuar produzindo-os. Para o analista técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi Brasil), Emerson Farias, os itens melhoram e muito a segurança a bordo.

 

“O cinto de segurança de três pontos retém melhor os passageiros em sua posição e proporciona uma distância maior contra as partes rígidas do veículo. Principalmente as regiões do tórax e cabeça. E o apoio de cabeça é fundamental nos casos de impacto traseiro, evitando o efeito chicote na cabeça, evitando possíveis danos no pescoço”.

 

Sobre o sistema Isofix, Farias explica que a peça melhora muito a instalação das cadeirinhas infantis. “O principal benefício do Isofix é de que ele proporciona um vínculo estrutural por meio do encaixe rápido de garras existentes na base da cadeirinha, com engates soldados na carroceria do veículo, diminuindo o risco de uma má instalação”.

 

Os ajustes

 

Ao todo, 13 veículos de cinco montadoras precisam de ajustes em, no mínimo, um dos itens citados. Renault, Nissan e Citroën precisam modificar dois modelos, a Volkswagen quatro e a Fiat cinco. De todos os modelos, cinco não contam com nenhum dos equipamentos. E um deles dá adeus a linha de produção.

 

Pela Citroën, o AirCross não tem o apoio de cabeça central e o C3 não vem com nenhum dos itens. A montadora informa que “atende à resolução 518/2015 do Contran. Todos os veículos da marca fabricados a partir do dia 29 de janeiro de 2020 contarão com os equipamentos exigidos pela nova lei”.

 

Na Nissan, March e Versa não contam com cinto de três pontos central. Sobre o caso, a marca informa que “sempre atende às legislações dos países nos quais atua. Assim, todos os modelos e versões terão os cintos de três pontos central a partir da fabricação de janeiro de 2020”.

 

Na Renault, um caso à parte é o Duster. Ele e o Kwid não contam com cinto de três pontos central. A francesa afirma que “todos os veículos fabricados pela Renault em 2020 já estão saindo com cinto de três pontos, isofix e apoio para os três bancos traseiros”.

 

No entanto, o SUV será atualizado ainda neste semestre e também passará pela adequação da resolução 567, que obriga todo projeto novo a contar com sistema de controle de estabilidade desde o último dia primeiro.

 

Dos quatro modelos da Volkswagen, o Fox não conta com nenhum dos itens, Gol e Voyage precisam adicionar cinto de três pontos e o up! não vem com Isofix. Procurada, a montadora se resumiu apenas a dizer que os modelos “continuarão à venda no mercado brasileiro, atendendo plenamente a legislação vigente”.

 

A Fiat, marca com mais modelo que precisam de adequação, é a que toma a decisão mais drástica de todas em relação a um dos modelos. Mobi, Uno e Weekend não contam com nenhum dos itens (apesar do hatch compacto ter o cinto e o apoio de cabeça como opcional), o Doblò não tem Isofix e no Grand Siena falta o apoio central.

 

Questionada, a marca afirma que “a produção neste ano de Mobi, Uno, Doblò e Grand Siena está adequada à Portaria 518 do Contran em todos os equipamentos”. Como podem perceber, a Weekend não está na lista de adequação.

 

Com isso, a italiana decidiu aposentar a última das peruas pequenas do nosso mercado, após 26 anos, a Station Wagon do Palio dá adeus a linha de produção.

 

Controle de estabilidade

 

A resolução Nº 567/2015 dispõe sobre a obrigatoriedade do uso do sistema de controle de estabilidade nos veículos leves (automóveis e caminhonetes) novos saídos de fábrica, nacionais e importados. Ela passou a valer para os novos projetos desde o dia 1º deste ano. E será obrigatório para todos os projetos a partir de 1º de janeiro de 2022.

 

Segundo o analista técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi Brasil), Emerson Farias, o sistema tem a função de monitorar a trajetória do veículo. Caso o motorista necessite realizar manobras repentinas, o ESP atua acionando os freios junto ao ABS, ou até mesmo corta o torque do motor, na proporção correta para a correção da trajetória do veículo, evitando derrapagens e deslocamentos laterais.

 

Ainda de acordo com Farias, quando o veículo não possui essa tecnologia, ao fazer uma manobra de emergência, ele perde o controle e faz com que as rodas traseiras deslizem, fazendo o veículo rodar, o que pode gerar um acidente.

 

“O veículo que possui essa tecnologia, ao fazer uma manobra de emergência, o ESP freia deliberadamente a roda dianteira, fazendo com que o modelo permaneça na trajetória desejada pelo motorista, podendo evitar um possível acidente”.

 

Para ele, as duas resoluções são importantes para melhorar o nível de segurança dos veículos no país. E, com elas, estamos ficando mais igualitários em relação a outros países. “Pelo menos nesses quesitos, estamos em um bom caminho”. 

 

A placa

 

A última resolução a entrar em vigor em janeiro é a mais polêmica de todas. A Nº 780/2019 é simplesmente a 11º norma vinculativa voltada para implantação da placa de padrão Mercosul, criada em 2014 e em uso no Brasil desde 2018. Se não houver nenhuma nova alteração, os estados que ainda não utilizam a nova sinalização, precisam se adequar até o dia 31 agora.

 

Como as demais normas, a 780 aponta que o uso do novo modelo será obrigatório para novos veículos, os que forem transferidos de município ou estado e os que precisam substituir alguma das peças por qualquer motivo. Os que não passarem por nenhuma alteração não precisarão ser trocados.

 

Além do padrão visual, a resolução aponta que, a nova placa, deve possuir QR Code (código de barras bidimensional dinâmico) com número de série e acesso às informações do banco de dados do fabricante, que substituiu o lacre de segurança.

 

Entre as principais mudanças, a placa passa a contar com novo padrão de cores. A partir da adoção definitiva da resolução, todas terão fundo branco e apenas os números e letras serão alterados.

 

Com isso, o novo padrão fica assim: carro particular em preto, comerciais em vermelho, diplomático ou consular em amarelo, veículos de órgãos oficiais em azul, modelos antigos - os famosos placas pretas - em cinza e protótipos em verde.

 

Um ponto interessante é que praticamente todas foram alteradas, com exceção das de teste que continuam verde. (Diário do Poder/Geison Guedes)

 

 

 

Dicas para economizar combustível

 

O desenvolvimento de veículos mais econômicos, atualmente, é uma busca incansável por parte das montadoras, que investem pesadamente em novas tecnologias que proporcionem uma boa relação de consumo de combustível e uma taxa de emissão de poluentes cada vez menor.

 

A tecnologia automotiva já faz a sua parte, porém alguns hábitos do motorista poderão contribuir para se obter uma economia ainda maior de combustível.

 

As boas práticas podem estar na forma de condução ou também na manutenção do veículo e na verificação de alguns itens que influenciam diretamente no consumo. Siga as dicas do CESVI.

 

  • Calibrar os pneus com a pressão recomendada pelo fabricante contribui para melhorar a rolagem dos pneus no solo, evitando o desperdício de combustível. Calibre sempre os pneus frios a cada 15 dias.

  • Retire objetos desnecessários do interior do veículo e do porta-malas para não levar “peso morto” durante o seu trajeto. As montadoras passam anos desenvolvendo estruturas mais leves, visando à economia de combustível, e às vezes você transporta vários quilos desnecessários durante a condução.

  • Outra dica: utilize rotações adequadas para cada marcha engatada, evitando o alto giro do motor. Na dúvida, o próprio manual informará a marcha mais recomendada para cada velocidade desenvolvida.

  • E jamais recorra à famosa “banguela”, ou seja, não utilize o ponto-morto com o veículo em movimento. Na banguela, além de não se conseguir o “freio-motor”, o consumo de combustível será maior do que se você estiver trafegando com a marcha engrenada e o pé fora do acelerador, principalmente em decidas.

  • O alinhamento de suspensão é muito importante para evitar o desgaste de pneus e consequentemente um consumo maior de combustível.

  • Verifique o estado do sistema de catalisador e escapamento, pois esses elementos podem apresentar desprendimento de seus componentes internos, obstruindo a saída dos gases de escape, o que gera aumento de temperatura e maior consumo de combustível.

  • O bom estado das velas e cabos de ignição garante a queima do combustível dentro da câmara de combustão.

  • O sistema de arrefecimento do motor também merece atenção, pois é dotado de uma válvula chamada “termostática”, que, se apresentar problemas, poderá travar na posição aberta, liberando a total passagem do fluido de arrefecimento para o radiador, fazendo o motor do veículo trabalhar em uma temperatura muito baixa, principalmente em estradas. Assim, o sistema de injeção pode interpretar que o motor está frio, enviando mais combustível para a queima desnecessariamente.

  • Verifique também a qualidade do combustível que você coloca no carro. Combustíveis de má qualidade comprometem o funcionamento do motor e alteram o consumo.

  • E, para finalizar, durante a condução, evite acelerações bruscas. Elas consomem uma quantidade de combustível muito maior. (Super Top Motor)

 

 

 

Audi quer reduzir em 30% emissão de carbono até 2025

 

A Audi assinou compromisso mundial de redução de pegada de carbono de seus veículos. A marca alemã revelou, nesta segunda-feira (27), que pretende reduzir a pegada em 30% até 2025, quando comparado ao índice que detinha em 2015.

 

A empresa tem utilizado essa disposição como uma das mensagens de campanha publicitária global iniciada no fim do ano passado e que tem, não por coincidência, o modelo elétrico e-tron Sportback como destaque. Com o slogan “Toda atitude é válida”, no Brasil a Audi a veicula em suas próprias redes sociais e no circuito premium de cinema.

 

“O ano de 2020 será especial para a Audi, pois intensificaremos nossa estratégia rumo à mobilidade sustentável. Entendemos que toda a atitude rumo à sustentabilidade é válida”, diz Johannes Roscheck, presidente e CEO da Audi do Brasil, que lembra que até maio será lançado no mercado brasileiro o primeiro veículo elétrico da marca, o e-tron SUV.

 

A Audi já oferece o modelo em regime de pré-venda direta por preços a partir de R$ 460 mil. Os clientes que reservarem o e-tron nesse período terão seu carro usado valorizado na troca em até R$ 20 mil, enfatiza a Audi.

 

A montadora também oferece quatro anos de garantia para o veículo e oito anos ou 160 mil quilômetros para a bateria. As revisões dos primeiros quatro anos também estão contempladas no preço, assim como carregador adicional para instalação residencial. (AutoIndústria)

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