NOTÍCIAS DO DIA
15/05/2026
Bosch e Mercedes-Benz abrem o CTVI de Iracemápolis à indústria
Montadoras de veículos leves, pesados e máquinas agrícolas e fornecedores têm agora à disposição o CTVI, Centro de Testes Veiculares de Iracemápolis, no terreno ao lado da antiga fábrica de automóveis da Mercedes-Benz, hoje GWM, no Interior paulista. Parceria da fabricante alemã com a Bosch o centro abriu oficialmente suas portas na quinta-feira, 14, mas já está operando há algum tempo.
São cinco pistas e sete oficinas independentes, que podem ser contratadas por qualquer empresa para seus processos de desenvolvimento e homologação. Duas das oficinas são dedicadas a veículos comerciais pesados, com boxes que podem receber caminhões e ônibus de todos os tamanhos.
A estrutura já vem sendo utilizada pela indústria, segundo Andreas Hueller, gerente geral do CTVI. Vinte contratos foram fechados no primeiro ano de operação. “Temos clientes usando as pistas, tanto de forma esporádica como em desenvolvimentos contínuos”.
O CTVI garante sigilo total: todas as oficinas que atendem a veículos de passeio são isoladas. Os boxes oferecem escritório, sala de reunião, conexão à internet, ar-condicionado, copa, toalete, TV e controle de acesso individualizado.
“O CTVI permite que as empresas economizem”, disse Gastón Diaz Perez, presidente da Bosch América Latina. “Antes era preciso levar os veículos para estruturas no Exterior, em processos que demandavam, além de dinheiro, muito tempo. Agora oferecemos essa estrutura no Brasil”.
Denis Güven, presidente da Mercedes-Benz América Latina, ressaltou a localização do centro, próximo a aeroportos, rodovias e os principais fornecedores.
Estrutura
Bosch e Mercedes-Benz investiram R$ milhões no CTVI, que é 50% de cada. Ele ocupa área de 400 m². São cinco pistas: uma oval de alta velocidade, com 2,6 quilômetros de extensão, uma de comfort lanes, com quatro faixas de rodagem paralelas e cinco diferentes tipos de pisos e superfícies irregulares, uma VDA, de 88 mil m² de asfalto plano e 220 metros de diâmetro, uma área de medição de frenagem, com três faixas paralelas e irrigáveis, e a pista pavimentada de dirigibilidade, com 1,6 quilômetro de extensão e níveis de elevação variados.
Nelas podem ser feitos, dentre outros testes, os de ESP, frenagem automática de emergência, ADAS, eficiência energética e conduções autônoma e semiautônoma. (Agência AutoData/André Barros)
Em reunião no MDIC, Sindipeças questiona excesso de itens no Ex-Tarifário
O número de itens automotivos contemplados no regime Ex-Tarifário teve evolução significativa nesta década. Dobrou de 4,2 mil para 8,2 mil entre 2022 e 2024 e chegou agora a 10.578, dos quais 1.561 incorporados no ano passado e mais 781 este ano.
Em defesa da indústria nacional e de investimentos das montadoras, em especial as chinesas, em produção local, dirigentes do Sindipeças debateram esse e outros assuntos em reunião com o ministro Márcio Elias Rosa, do MDIC, Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, na tarde da terça-feira, 13.
Participaram do encontro o presidente do Sindipeças e da Abipeças, Cláudio Sahad, o diretor-executivo Adilson Sigarini e o integrante do Conselho de Administração, Dan Ioschpe.
Sahad elogiou a parceria do MDIC com o setor automotivo nacional, destacando ações importantes para o segmento, como os programas Mover e Move Brasil 2, entre outros.
Disse ter sido um encontro institucional, o primeiro com o novo ministro, mas de grande importância para debater questões como a necessidade de ajustes no Ex-Tarifário, mecanismo que reduz a zero o Imposto de Importação de itens sem similar nacional, com a empresa importadora tendo de realizar um aporte de 2% do valor da importação no FNDIT / BNDES para os programas de desenvolvimento do setor de autopeças.
“Em 2024, solicitamos a definição de um prazo para a vigência da concessão do Ex-Tarifário. A partir de setembro de 2025, ficou definido um prazo de 2 anos, que consideramos necessário para que haja investimento na produção local do item em questão. Só que as concessões anteriores, que estimamos em cerca de 9,5 mil, continuam com validade perene”, explicou o presidente do Sindipeças.
O pleito da entidade é no sentido de que haja uma revisão desses itens, começando pelos mais antigos, aqueles concedidos a partir de 2010.
“Acreditamos que uma boa parte deles já tem produção local sem que o benefício tenha sido retirado. É preciso fazer um escalonamento para rever gradativamente as concessões.
Outra questão dentro desse mesmo tema refere-se ao Ex-Tarifário concedido a conjuntos. “Tem conjuntos com dez peças, das quais apenas 2 não têm fornecimento interno. Defendemos que o benefício tem de ser apenas para os componentes sem produção local e não para o conjunto como um todo”, complementou Sahad.
O número de itens contemplados nesse regime tende a crescer ainda mais com a chegada de novas marcas chinesas ao Brasil, várias das quais têm planos de produção local. Já produzem por aqui a GWM e a BYD.
A GWM, por exemplo, já revelou que com o Ex-Tarifário paga só 2% de Imposto de Importação em 60% das peças importadas.
Além do Ex-Tarifário, os dirigentes do Sindipeças também debateram com o titular do MDIC os investimentos de P&DI em curso no setor, renovação de frota e acordo automotivo com a Argentina, entre outros itens.
A entidade defende a instituição no País da inspeção técnica veicular principalmente para o segmento de caminhões, uma forma de tirar de circulação veículos poluentes e que provocam acidentes de trânsito por total falta de conservação. (AutoIndústria/Alzira Rodrigues)
Em 3 anos, VW Truck Rental atinge 8 mil caminhões rodando no País
O VW Truck Rental, programa de assinatura de caminhões VW da Volkswagen Financial Services (VWFS), divulga balanço positivo dos 3 anos de atuação no mercado brasileiro.
Operado pela LM Mobilidade, já são mais de 8 mil veículos em circulação no País, o que representa 16% da frota nacional de caminhões pertencentes a locadoras, segundo dados da Abla, Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis.
Tal volume exigiu investimentos em aquisição de ativos acima de R$ 3 bilhões, “posicionando o programa como o maior entre todos os serviços de marca cativa de caminhões no país”, conforme revela Wilson Ragusa, diretor Comercial de Pesados da LM Mobilidade.
“O VW Truck Rental reflete a estratégia da VWFS de expandir sua atuação para além do financiamento tradicional, fortalecendo seu papel como a maior plataforma de mobilidade do País e parceiro estratégico do Grupo Volkswagen”, destaca o executivo.
O programa, segundo ele, mostra como a instituição evoluiu de financiador para um ecossistema que integra soluções de uso, gestão e renovação de frota, “reunindo produto, serviços e inteligência operacional em um único contrato, com foco nas necessidades do cliente corporativo”.
Entre os contratos mais recentes, ele destaca os realizados com empresas líderes nos setores eletricitário, do agronegócio e da logística, totalizando mais de 1 mil unidades em apenas três grandes players.
Além da locação tradicional, o VW Truck Rental oferece previsibilidade financeira e gestão integrada de serviços como manutenção, seguro, telemetria, documentação e renovação constante da frota.
Ao transformar o caminhão em um serviço, o programa permite que as empresas foquem na operação, enquanto a gestão, a manutenção e a renovação da frota ficam sob responsabilidade da solução.
“A expectativa é de continuidade na expansão do modelo de assinatura no segmento de pesados, impulsionada pela digitalização da gestão de frotas e pela crescente demanda por soluções mais eficientes e flexíveis para o transporte de cargas”, destaca comunicado da LM Mobilidade divulgado nesta quinta-feira, 14. (AutoIndústria)
Alta na produção de veículos impulsiona geração de empregos e movimenta economia nacional
A produção de veículos no Brasil cresceu 4,9% no primeiro quadrimestre de 2026 em relação ao período do ano passado, e superou as expectativas do setor automotivo, de acordo com a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores). Acompanhando esse cenário positivo, o Grupo Raytec, referência nacional em transformação automotiva, com quatro unidades fabris instaladas na Bahia, Paraná e Espírito Santo, além de operar o Centro de Engenharia, Pesquisa e Treinamento, além da ZION SIGNAL, empresa especializada em sinalização automotiva, em São Paulo, reforça sua atuação e amplia oportunidades de emprego.
Os novos dados da Anfavea mostram que a produção total de 238.498 unidades em abril deste ano, o que corresponde a um aumento de 2,44% em relação ao mesmo mês de 2025 (232.814 unidades). Com o desempenho, o setor fechou o primeiro quadrimestre com a fabricação de 872.624 veículos. Para Jonatas Matos, presidente do Grupo Raytec, o crescimento do segmento impulsionado pela alta demanda abre espaço para a geração de vagas diretas e indiretas, fortalecendo a cadeia produtiva e movimentando a economia nacional.
Atualmente, a Raytec conta com cerca de 680 colaboradores diretos distribuídos em suas plantas industriais. “O impacto vai muito além dos postos de trabalho internos. No setor automotivo, cada emprego direto pode gerar até cinco empregos indiretos, considerando fornecedores, prestadores de serviço, logística e toda a cadeia envolvida no processo produtivo”, comenta Matos. Isso significa que o número de profissionais impactados pela operação do grupo pode chegar a aproximadamente 3.400 trabalhadores indiretos, evidenciando a relevância social e econômica da atividade.
Movimento do setor acelera oportunidades de emprego
A Raytec oferece soluções sob medida para frotas governamentais, veículos blindados, modelos refrigerados, minibus VIP e projetos personalizados. Para este ano, a expectativa é entregar cerca de 1.850 veículos personalizados a partir de maio, com uma produção média de 12 unidades por dia considerando todas as fábricas. Para 2026, a projeção é crescer aproximadamente 25%, abrindo 200 novas vagas ao longo do ano, assim, ampliando ainda mais a contribuição para a geração de emprego e renda no país. Os interessados em se candidatar a uma vaga na Raytec, podem enviar currículo para o e-mail: recrutamento@raytecveiculos.com.br. É necessário informar no assunto a unidade de interesse: Bahia, Paraná, Espírito Santo ou São Paulo. (Motor Mais)
Copersucar investirá na produção de biometano no Brasil
A Copersucar, líder global na comercialização de açúcar e etanol, investirá na produção de biometano e planeja construir duas novas usinas de produção de gás renovável em seu ecossistema, a partir do final deste ano. Cada uma das novas usinas de biometano tem um custo estimado entre R$ 200 milhões e R$ 300 milhões.
As novas usinas fazem parte de um projeto de investimento maior da empresa, de R$ 8 bilhões ao longo de dez anos, para acelerar a produção de biometano em seu parque industrial e também para trabalhar no desenvolvimento da cadeia do biometano, desde a produção nas usinas do interior de São Paulo até a distribuição de biogás e eletricidade. Segundo o presidente da empresa, Tomás Manzano, a Copersucar está acelerando seu plano de expansão de gás renovável com novas unidades de usinas associadas e implementará entre 5 e 7 projetos de biometano por ano.
A empresa espera ter produção de biometano em todas as 42 unidades que fazem parte do sistema Copersucar em cerca de dez anos.
"Em nossa visão, a tendência é que, com o tempo, toda usina tenha uma planta de biometano, assim como hoje toda usina tem uma unidade de cogeração."
A Copersucar já possui duas plantas de biometano em seu ecossistema, ambas no estado de São Paulo, com capacidade de produção de até 60.000 metros cúbicos de gás renovável durante a safra. O biometano das usinas é produzido a partir de vinhaça e torta de filtro, resíduos do processo de produção da cana-de-açúcar.
BioRota: Substituindo o diesel por biometano da própria cana-de-açúcar
Como parte de seu objetivo de promover soluções escaláveis que impulsionem a transição energética, a Copersucar apresenta ao mercado a BioRota, a maior operação logística sustentável do Brasil movida a biometano. Criada em abril de 2024 para transportar produtos comercializados pela Copersucar, a BioRota substitui o diesel por biometano derivado de resíduos da cana-de-açúcar, um exemplo de economia circular onde os resíduos são reutilizados como insumo para novos processos – neste caso, para a produção de energia.
A BioRota possui 70 caminhões que transportam açúcar de usinas associadas até o Porto de Santos e os resultados da operação já demonstram viabilidade econômica e operacional para a expansão do modelo. Entre abril de 2024 e março de 2026, a Copersucar já havia completado mais de 13.000 viagens, percorrendo 11 milhões de km, o equivalente a 280 voltas ao redor da Terra; e transportado aproximadamente 600.000 toneladas de açúcar até o Porto de Santos, um volume equivalente ao consumo anual de mais de 27 milhões de pessoas. A ação evitou o consumo de aproximadamente cinco milhões de litros de diesel e impediu a emissão de mais de 8.000 toneladas de CO2.
Além de reduzir as emissões de gases de efeito estufa em 90% em comparação com o diesel, o biometano também se destaca por sua competitividade econômica em relação aos combustíveis fósseis. “A BioRota traduz, na prática, como a Copersucar transforma a sustentabilidade em ganhos operacionais e competitividade. É uma solução escalável e economicamente viável que acelera a descarbonização do transporte pesado e reforça o papel do Brasil na transição energética global”, afirma Tomás Manzano, presidente da Copersucar.
A iniciativa começou como uma parceria com a transportadora Reiter, especializada em frotas movidas a gás, e hoje, cinco transportadoras operam com a BioRota: Reiter Log, Transvale, GetOne, Rodomacro e JR.
O argumento central não é ambiental, mas econômico. “No papel, é cerca de 20% a 25% mais barato usar biometano”, diz Tomás Manzano, presidente da Copersucar. “Essa diferença no custo do combustível é suficiente para remunerar o ativo mais caro e trazer retorno para o investidor.”
A Copersucar espera expandir o uso de biometano nos próximos anos, incentivando também as usinas associadas a produzir e utilizar o combustível em suas operações. “A equação já está muito bem estabelecida, a tecnologia já existe, já está disponível e é economicamente viável para todos os agentes que participam dessa cadeia”, disse Manzano.
Ao contrário do diesel, que o Brasil depende da importação, o biometano da cana-de-açúcar tem uma característica estrutural: a matéria-prima já existe dentro da usina como um subproduto do etanol. “O investimento em uma planta de biometano não é tão relevante para uma indústria tão intensiva em capital quanto uma usina de energia de cana-de-açúcar”, afirma o executivo.
O setor de cana-de-açúcar e energia, que produz açúcar, etanol e energia a partir da cana-de-açúcar, responde atualmente por cerca de um terço de toda a produção de biometano no Brasil, que é em torno de 600 mil metros cúbicos por dia. Os outros dois terços vêm de aterros sanitários e outros resíduos. (Truck & Bus Builder América do Sul)
Chevrolet Spin 2027 estreia versão inédita e mira público fiel
A Chevrolet decidiu apostar ainda mais em um de seus modelos mais tradicionais no mercado brasileiro. O novo Spin 2027 chega com atualizações importantes para fortalecer justamente aquilo que sempre sustentou sua reputação: espaço interno generoso, versatilidade no dia a dia e excelente custo-benefício.
A principal novidade da linha está na inédita configuração LTZ com cinco lugares, criada para atender consumidores que precisam de amplo espaço para bagagens, mas não querem abrir mão de mais conforto, acabamento superior e equipamentos tecnológicos. A mudança amplia o alcance do crossover entre famílias, taxistas, motoristas de aplicativo e clientes PcD, segmentos que historicamente sustentam o sucesso do modelo no Brasil.
Mais do que uma simples atualização visual, o Spin 2027 mostra que a Chevrolet entende perfeitamente o perfil de quem compra o carro. Em um mercado cada vez mais dominado por SUVs compactos, o modelo segue ocupando um território muito particular: o de um veículo racional, espaçoso, robusto e funcional.
Design do Chevrolet Spin 2027 ganha visual mais moderno
A Chevrolet promoveu ajustes pontuais no visual do Spin, mas suficientes para deixar o crossover mais sofisticado e alinhado à identidade global da marca.
Na dianteira, a versão LT passa a contar com aplique inferior do para-choque na tonalidade Dark Silver, detalhe que reforça a sensação de robustez e deixa o modelo visualmente mais encorpado. Já as versões LTZ e Premier recebem nova grade frontal escurecida, conferindo aparência mais elegante e contemporânea.
Os novos desenhos das rodas também ajudam a renovar a estética do modelo. Embora não haja mudança estrutural na carroceria, os detalhes tornam o Spin visualmente mais refinado, algo importante para um veículo que atua tanto no transporte familiar quanto no uso profissional intensivo.
Na traseira, o conjunto mantém a proposta funcional já conhecida do modelo, priorizando amplo acesso ao porta-malas e boa área de abertura. As lanternas preservam o estilo verticalizado, contribuindo para melhor visibilidade e identidade visual consistente.
Outro destaque está na nova tonalidade Cinza Âmbar, que passa a integrar a paleta de cores do modelo no lugar do Cinza Rush. A nova cor reforça o caráter urbano do crossover e oferece uma alternativa mais sofisticada aos consumidores.
Interior continua sendo o grande diferencial do Spin
Se por fora o Spin evoluiu discretamente, é no interior que ele continua se destacando de forma contundente.
A cabine segue extremamente ampla para os padrões da categoria. O espaço para pernas, cabeça e ombros permanece como um dos maiores entre os veículos nacionais de passeio, característica que ajuda a explicar a forte aceitação do modelo entre famílias numerosas e motoristas profissionais.
A nova versão LTZ de cinco lugares nasce exatamente para explorar essa vocação. Ao eliminar a terceira fileira de bancos, o Spin entrega um gigantesco compartimento de carga.
O porta-malas chega a impressionantes 756 litros com a segunda fileira avançada e bagagens até a altura dos vidros. Quando os bancos traseiros são rebatidos e a carga ocupa até o teto, a capacidade salta para expressivos 1.021 litros.
Na prática, poucos veículos produzidos no Brasil conseguem oferecer tamanho nível de versatilidade.
Para quem trabalha com transporte executivo, táxi ou aplicativos, isso significa acomodar malas grandes sem dificuldade. Já para famílias, o ganho aparece em viagens, compras volumosas e uso cotidiano.
Acabamento mais refinado deixa experiência mais confortável
A Chevrolet também elevou o nível de conforto da nova configuração LTZ.
Entre os equipamentos adicionados estão:
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Ar-condicionado digital;
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Acendimento automático dos faróis;
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Sensor de chuva;
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Assistente de estacionamento;
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Partida sem chave;
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Dutos de ventilação para os passageiros traseiros;
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Acabamento interno mais sofisticado.
São itens que tornam o Spin mais competitivo diante de SUVs compactos modernos, especialmente para consumidores que valorizam conveniência no uso diário.
O banco traseiro continua privilegiando conforto e acessibilidade, enquanto a posição elevada de dirigir favorece boa visibilidade urbana, algo bastante apreciado em grandes centros como Belo Horizonte.
Painel digital e multimídia elevam percepção tecnológica
Um dos avanços mais importantes da linha atual do Spin permanece na cabine tecnológica.
Todas as versões trazem painel de instrumentos digital de 8 polegadas, solução que melhora a leitura das informações e moderniza completamente o ambiente interno.
Ao centro do painel está a central multimídia Chevrolet MyLink de 11 polegadas, com interface mais intuitiva e conectividade avançada.
O sistema inclui integração com smartphones, comandos simplificados e acesso aos serviços OnStar, além do Wi-Fi embarcado, um diferencial relevante principalmente para famílias e motoristas profissionais que permanecem longos períodos dentro do veículo.
Os comandos estão bem distribuídos, favorecendo ergonomia simples e prática. O Spin nunca tentou ser extravagante. Sua proposta sempre foi funcionalidade — e nisso ele continua acertando.
Segurança segue como prioridade
Mesmo sendo um modelo voltado à racionalidade, o Spin 2027 entrega pacote consistente de segurança.
Todas as versões saem de fábrica com:
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Seis airbags;
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Faróis em LED;
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Câmera de ré;
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Controle eletrônico de estabilidade;
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Assistentes eletrônicos de condução;
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Sistema OnStar conectado.
A novidade técnica mais interessante aparece na versão Premier, que agora oferece farol alto adaptativo. O sistema ajusta automaticamente a iluminação para evitar ofuscamento de outros motoristas, aumentando segurança em viagens noturnas.
É um recurso ainda pouco comum em veículos dessa faixa de preço no Brasil.
Motor 1.8 Flex continua focado em robustez
Debaixo do capô, a Chevrolet manteve o conhecido motor 1.8 Flex.
Embora a marca não tenha divulgado alterações mecânicas relevantes para a linha 2027, o propulsor segue reconhecido pela robustez, manutenção relativamente simples e boa resistência ao uso severo — exatamente o perfil exigido por taxistas e motoristas de aplicativo.
O conjunto trabalha com opções de câmbio manual ou automático de seis velocidades, dependendo da versão escolhida.
A transmissão automática continua priorizando suavidade nas trocas e conforto urbano, enquanto o câmbio manual agrada consumidores que buscam menor custo operacional.
Embora o Spin não tenha proposta esportiva, o desempenho atende adequadamente ao uso cotidiano, especialmente considerando o foco em espaço interno e capacidade de carga.
Chevrolet Spin continua referência para PcD
Poucos veículos no Brasil construíram relação tão forte com o público PcD quanto o Spin.
A arquitetura interna ampla favorece adaptações veiculares e instalação de rampas traseiras, permitindo que passageiros sejam transportados em suas próprias cadeiras de rodas.
Segundo a própria Chevrolet, o modelo é atualmente o mais recomendado por empresas especializadas em acessibilidade para esse tipo de conversão.
Essa característica amplia significativamente a relevância social do veículo, além de consolidar sua posição em um nicho extremamente importante no mercado nacional.
Modelo segue dominante entre taxistas e motoristas profissionais
Outro dado que impressiona é a força do Spin no segmento de táxis. Em um mercado que registra cerca de 25 mil novos táxis emplacados anualmente no Brasil, o modelo acumulou aproximadamente 15 mil unidades vendidas nos últimos cinco anos.
O número ajuda a explicar por que a Chevrolet evita mudanças radicais no projeto.
Motoristas profissionais valorizam exatamente aquilo que o Spin entrega há anos: espaço, robustez, manutenção previsível, conforto para passageiros e enorme capacidade para bagagens.
Com o crescimento dos aplicativos de mobilidade, o perfil do consumidor também mudou. Hoje, passageiros valorizam carros mais espaçosos, confortáveis e visualmente sofisticados — e o Spin continua conseguindo atender essa demanda de forma bastante eficiente.
Chevrolet aposta na fidelização para manter liderança
A General Motors afirma que o Spin possui índice de fidelização superior a 70%, um dado extremamente relevante para qualquer fabricante.
Isso significa que grande parte dos clientes volta a comprar o modelo após trocar de veículo.
Segundo Gabriel Alabarce, gerente de Marketing de Produto da GM América do Sul, a linha 2027 evolui justamente para ampliar essa conexão com consumidores que valorizam espaço, praticidade e robustez.
Em um cenário dominado por SUVs compactos visualmente semelhantes, o Spin permanece ocupando um espaço único: o de um crossover familiar genuinamente funcional.
O Spin continua sendo um daqueles veículos que fazem sentido imediato para quem realmente precisa de espaço, praticidade e flexibilidade.
Não é um carro feito para impressionar em números de aceleração ou esportividade. Sua proposta é outra — e talvez justamente por isso continue tão relevante.
A nova versão LTZ de cinco lugares amplia o apelo do modelo ao combinar enorme capacidade de carga com equipamentos mais sofisticados. Para famílias grandes, taxistas, motoristas de aplicativo e clientes PcD, poucos veículos nacionais conseguem entregar conjunto tão racional. (Balcão News/Pedro Ferolla)
Ford Pro anuncia o lançamento da Transit City no Brasil
A Ford Pro está investindo continuamente na ampliação e diversificação do seu portfólio de veículos. Depois de trazer as novas versões da Ranger com cabine simples, chassi cabine e cabine dupla com opção automática, anuncia o lançamento de mais um produto: a Transit City, van elétrica que chega ao Brasil e outros mercados da América Latina no segundo semestre de 2026.
Apresentada de forma quase simultânea na Europa, onde também iniciará a venda este ano, a Transit City é uma nova opção para os transportadores que precisam de um veículo elétrico com o tamanho e a configuração certa para rodar em zonas urbanas restritas. Ela foi desenvolvida para ser uma ferramenta de trabalho completa, que aposta no baixo custo operacional para maximizar a eficiência das frotas.
Seguindo a tradição da Ford, líder de veículos comerciais há 45 anos nos Estados Unidos e há dez anos na Europa, a nova van foi testada sob os padrões mais rigorosos para oferecer também grande robustez e durabilidade. Entre outras aplicações, ela tem como foco atender os segmentos de entrega de última milha, prestadores de serviços, manutenção e reparos, frotas municipais, concessionárias de serviços públicos, empreiteiras e transporte refrigerado.
“A Transit City faz parte da nossa estratégia de dar poder de escolha aos clientes, com o portfólio mais completo do segmento para oferecer o veículo ideal e otimizar o resultado do seu negócio”, diz Guillermo Lastra, diretor de Veículos Comerciais da Ford América Latina. “É um produto global que incorpora toda a experiência da nossa marca para quem precisa operar em zonas urbanas de baixas emissões com o máximo de eficiência.”
Mais informações do produto, como versões, conteúdo e preço, segundo a marca, serão divulgadas mais próximo do lançamento.
Sobre a Ford Motor Company
A Ford Motor Company é uma companhia global sediada em Dearborn, Michigan, que está comprometida em ajudar a construir um mundo melhor, onde cada pessoa seja livre para se mover e buscar os seus sonhos. O plano Ford+ da empresa para o crescimento e criação de valor combina suas forças existentes, novas capacidades e o relacionamento sempre ativo com os clientes para enriquecer suas experiências e aprofundar sua lealdade. A empresa desenvolve e fornece picapes, utilitários esportivos, vans e veículos comerciais inovadores da Ford e veículos de luxo da Lincoln, além de serviços conectados. A empresa faz isso por meio de três segmentos de negócios centrados no cliente: Ford Blue, projetando veículos icônicos a gasolina e híbridos; Ford Model e, inventando veículos elétricos inovadores junto com software integrado para trazer experiências digitais excepcionais para todos os clientes; e Ford Pro, ajudando clientes comerciais a transformar e expandir seus negócios com veículos e serviços projetados para as suas necessidades. Além disso, a Ford fornece serviços financeiros por meio da Ford Motor Credit Company. A Ford emprega cerca de 171.000 pessoas em todo o mundo. (Portal Segs)
DFM será o nome da Dongfeng no Brasil e início da operação já tem data
Conforme Autoesporte noticiou em primeira mão há algumas semanas, a operação da chinesa Dongfeng vai mesmo se chamar DFM. A informação foi confirmada pelo diretor de Vendas e Operações da filial brasileira, Felipe Amaral de Souza, em participação exclusiva no podcast CBN Autoesporte. A entrevista vai ao ar nas plataformas de podcast e YouTube, e no domingo, às 9h, na rádio CBN.
Nossa reportagem já havia noticiado em primeira mão a chegada da Dongfeng, ou melhor, DFM, ao mercado brasileiro. A fabricante é uma das três montadoras chinesas alinhadas ao governo central do país, junto da Changan (associada no Brasil ao grupo Caoa) e da FAW.
O nome representa uma sigla para "Dong Feng Motor". Em mandarim, "dong feng" significa "vento leste". Vale lembrar que, oficialmente, a companhia se chama Dongfeng Motor Corporation, sendo conhecida de maneira corporativa na China como DFMC. Aqui, a opção foi por seguir com uma abreviação de apenas três letras, também visando a simplificar a pronúncia.
Embora ainda desconhecida do público brasileiro, a DFM já atua indiretamente em nosso mercado, graças às parcerias com os grupos Stellantis (por meio de Peugeot e Citroën), Renault e Nissan. No caso da Stellantis, foi a Dongfeng que liderou o desenvolvimento da plataforma CMP, hoje usada pelos Citroën C3, Basalt e Aircross, além dos Peugeot 208 e 2008. E que, ainda neste ano, passará a ser usada pelo Jeep Avenger e Fiat Argo de nova geração.
Ao CBN Autoesporte, o executivo também confirmou que a DFM iniciará suas operações no Brasil em agosto deste ano, sendo apresentada ao público no Festival Interlagos 2026. O objetivo é começar com 20 concessionárias abertas e ter 50 lojas funcionando até o fim do ano.
Também conforme Autoesporte já havia noticiado em primeira mão, a DFM vai lançar inicialmente dois elétricos com preços entre R$ 120 mil e R$ 160 mil em nosso mercado: um hatch compacto que vai se chamar Box, para rivalizar com BYD Dolphin Mini e Geely EX2, e um SUV compacto chamado de Vigo, concorrente do BYD Yuan Pro.
"A escolha desses produtos é porque são mais rápidos de homologar, por não precisarmos fazer a adaptação do motor a combustão ao nosso combustível, que é único no mundo por ter 30% de etanol. Um carro híbrido leva mais de um ano", ressaltou Felipe Amaral de Souza.
Assim, o cronograma prevê o lançamento de pelo menos outros três SUVs híbridos em 2027, com eventual conversão do motor para flex. A fabricante também estuda a montagem local de veículos em uma fábrica compartilhada com outra montadora até 2028. Uma das opções em estudo é o complexo da Nissan em Resende (RJ).
O modelo de negócio será similar ao da GWM, com a formação de uma marca central desmembrada em diferentes famílias de carros, concentradas em um único ponto de venda. Assim, mesmo os produtos de submarcas como Voyah e M-Hero serão comercializados aqui como DFM.
Como será o DFM Box?
O DFM Box é a versão para exportação de um compacto elétrico conhecido na China como Nammi 01. Por isso, tem acabamento e visuai diferentes. Suas dimensões ficam entre um BYD Dolphin Mini e um Geely EX2, com 4,02 metros de comprimento, 1,81 m de largura, 157 m de altura e 2,66 m de entre-eixos, além de um porta-malas de 326 litros. Seus preços devem ser entre R$ 120 mil e R$ 140 mil.
O hatch compacto traz um motor elétrico dianteiro de 95 cv de potência e 16,3 kgfm de torque, com um 0 a 100 km/h em 12,5 segundos e velocidade máxima de 140 km/h. As baterias de lítio-ferro-fosfato (LFP) têm 42,3 kWh de capacidade e proporcionam uma autonomia de 430 km no ciclo chinês CLTC. A recarga pode ser rápida em corrente contínua (DC) de até 88 kW.
Entre os equipamentos de série, destaque para central multimídia de 12 polegadas, câmera de manobras de 540 graus, portas laterais com maçanetas escamoteáveis, carregador de celular por indução de 50 Watts e pacote Adas de segurança ativa com assistente de permanência em faixa, estacionamento automático, controle de cruzeiro adaptativo (ACC) e frenagem autônoma de emergência.
Como será o DFM Vigo?
Já o DFM Vigo será um SUV elétrico com 4,31 metros de comprimento, 2,72 m de entre-eixos, 1,87 m de largura e 1,65 m de altura. Aqui, o motor elétrico dianteiro chega a 163 cv de potência e 23,4 kgfm de torque, e 0 a 100 km/h ocorre em 7,8 s. As baterias de 51,9 kWh de LFP rendem até 470 km de autonomia (WLTP).
O pacote de equipamentos é similar, porém com multimídia de 12,8 polegadas e quadro de instrumentos digital de 8,8”, além de bancos dianteiros com ventilação e aquecimento, ar-condicionado automático. (Autoesporte/Leonardo Felix)
Honda suspende plano de elétricos e joga suas fichas nos híbridos
A Honda divulgou o lançamento de quinze novos modelos híbridos até o fim do ano fiscal de 2030, priorizando mercados como a América do Norte. A nova geração contará com plataforma inédita, sistemas avançados de assistência à condução, ADAS, e modelos maiores voltados ao segmento D.
A empresa também apresentou dois protótipos globais: o Honda Hybrid Sedan e o Acura Hybrid SUV, previstos para chegar ao mercado nos próximos anos.
Segundo a fabricante o novo sistema híbrido terá custo mais de 30% inferior ao da geração lançada em 2023 e deverá melhorar a eficiência energética em mais de 10%. A estratégia faz parte de uma ampla reestruturação do negócio automotivo da montadora, apresentada pelo CEO global Toshihiro Mibe. O plano prevê redução de custos industriais, reorganização de investimentos e maior uso de parceiros externos diante das mudanças no mercado global de eletrificação.
Segundo a empresa, a reorganização será baseada em três pilares: realocação estratégica de recursos, fortalecimento da estrutura de manufatura e utilização de recursos externos.
Como parte desta reorganização industrial, a Honda transformará suas fábricas da América do Norte para ampliar a produção de veículos híbridos. A companhia também converterá parte da produção da joint venture de baterias com a LG Energy Solution para atender modelos híbridos em vez de elétricos puros.
Ao mesmo tempo, a montadora suspendeu por tempo indeterminado o projeto de construção de uma cadeia completa de veículos elétricos no Canadá. A empresa informou que seguirá avaliando os investimentos em eletrificação conforme a evolução da demanda global.
A Honda afirmou ainda que pretende reduzir drasticamente custos e tempo de desenvolvimento de veículos. A estratégia chamada internamente de Triple Half prevê cortar pela metade os custos, os prazos e a carga de trabalho dos processos de engenharia em comparação com os níveis atuais. O plano inclui maior uso de ferramentas digitais, inteligência artificial e simplificação de projetos.
A fabricante também quer elevar em cerca de 20% a eficiência produtiva de suas fábricas nos próximos cinco anos.
Prioridades e expansões
Além da América do Norte, a Honda definiu Japão, Índia e China como mercados prioritários para crescimento.
No Japão, a montadora ampliará a linha de veículos elétricos compactos, incluindo o futuro N-Box EV, previsto para 2028, além de lançar novos híbridos equipados com sistemas avançados de assistência ao motorista.
Na Índia, a Honda pretende expandir sua produção anual de motocicletas de 6,2 milhões para aproximadamente 8 milhões de unidades até 2028. O país será transformado em um dos principais polos globais de exportação da companhia, abastecendo mercados da América Latina e do Sudeste Asiático.
A estratégia indiana também prevê o lançamento de novos automóveis compactos desenvolvidos especificamente para o mercado local, além da criação de operações financeiras e plataformas digitais voltadas ao aumento das vendas.
Na China, a fabricante pretende aumentar o uso de componentes locais e desenvolver veículos eletrificados em parceria com empresas chinesas para reduzir custos e ganhar velocidade no mercado de NEVs, os chamados veículos de nova energia.
Motocicletas
No segmento de motocicletas, a Honda projeta que o mercado global alcance cerca de 60 milhões de unidades até 2030. A companhia pretende ampliar participação principalmente na Ásia e na América Latina, além de acelerar lançamentos de motos elétricas conforme a demanda e as regulamentações ambientais avancem em cada país.
A empresa também destacou tecnologias proprietárias, como o sistema Honda E-Clutch, como parte da estratégia para diferenciar seus produtos da concorrência chinesa. (Agência AutoData)
