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NOTÍCIAS DO DIA

16/01/2026

Mercado colombiano de comerciais pesados cresce 41% em 2025

 

As vendas de veículos comerciais pesados na Colômbia cresceram 43% em 2025, com 24.099 unidades, entre caminhões e veículos para o transporte de passageiros, segundo dados da Andemos (Associação Nacional de Mobilidade Sustentável), em relação às 17.096 do ano anterior. Foram 21.675 mil caminhões e 2.424 ônibus, micro e miniônibus.

 

No segmento de caminhões, o aumento foi de 43,3%, com 21.675 unidades, em comparação com as 15.126 de 2024. Todas as categorias registraram aumento, com destaque para a de cavalos-mecânicos, que cresceu 46,6% e atingiu o total de 2.792 unidades, contra 1.904 do ano anterior. Em caminhões leves (PBT até 10,5 ton), a de maior volume de vendas, a elevação foi de 44,3%, com 16.120 veículos, em relação aos 11.171 de 2024. Em caminhões com PBT acima de 10,5 ton, o crescimento foi 31,0%, com 2.054 unidades contra 1.568 vendidas anteriormente. E na categoria Volqueta (caminhões com carroceria sobre chassi), foram 709 unidades, contra 483 e crescimento de 46,8%.

 

Liderança da Chevrolet

 

Entre as marcas. no total de mercado, a Chevrolet ficou com a liderança, com 5.720 unidades e crescimento de 31,2% sobre as 4.360 do ano anterior, seguida pela até então Foton, com 5.472 veículos e elevação de 48,7% em comparação com os 3.681 de 2024. A disputa pelo terceiro lugar demonstrou grande equilíbrio, com a JAC na frente, com 2.146 unidades e elevação de 41,6% (1.516) e a JMC, em quarto, com 2.112 veículos e aumento de 47,2% (1.435).

 

Na categoria até 10,5 ton, a liderança é da Chevrolet, com 4.489 unidades, 45,8% mais do que as 3.079 do ano passado, seguida pela Chevrolet, com 4.187 e crescimento de 31,2% (3.191), e pela JAC, com 2.112 veículos e evolução de 47,3% (1.508).

 

Em caminhões com PBT acima de 10,5 ton, a liderança foi da Chevrolet, com 615 unidades, 25,0% (492 unidades em 2024), seguida pela Foton, com 326 veículos e elevação de 8,3% (301), e pela International, com 281 unidades, 67,3% maior (168). Na categoria de cavalos-mecânicos, a Kenworth foi a primeira, com 603 unidades e aumento de 24,1% (486), seguida pela Foton, com 398 veículos e elevação de 123,6% (178), e pela Shacman, com 317 unidades, 81,1% a mais do que as175 do ano passado. E em Volqueta, a liderança ficou com a International, com 171 unidades e aumento de 22,1% (140), com a Foton em segundo, com 133 veículos e elevação de 8,1% (123), e a  DAF em terceiro, com 76 unidades, 46,2% acima das 42 do ano anterior.

 

Em veículos para o transporte de passageiros (que inclui ônibus, micro-ônibus e busetas (uma espécie de miniônibus), o mercado colombiano cresceu 23,0%, com 2.424 unidades, em comparação com as 1.970 do ano anterior. Ônibus foi a categoria que mais cresceu, 41,3%, com1.125 unidades (796, em 2024). Micro-ônibus subiu 18,9%, com 964 veículos (811). Busetas foi a única categoria em todo o mercado a registrar queda de vendas em 2025, com 7,7% e 335 unidades, em comparação com as 363 do ano anterior.

 

Entre as marcas, no geral, a Chevrolet manteve sua liderança, com 346 unidades e aumento de 30% em relação às 625 de 2024, seguida pela Mercedes-Benz, com 550 veículos e retração de 4% (618) e pela Scania, com 300 unidades e10% de queda (399).

 

Em ônibus, a Chevrolet foi a primeira e cresceu surpreendentes 311,9%, com 360 unidades (84 em 2024), seguida de perto Scania, com 341 veículos e retração de 14,5% (399), e pela Dongfeng, com 155 unidades e elevação de 15.400% (no ano passado havia vendido apenas uma unidade).

 

Na categoria Micro-ônibus, a liderança foi da Mercedes-Benz, com 425 unidades e aumento de 6,3% sobre as 400 comercializadas anteriormente, seguida pela Chevrolet, com 250 veículos e retração de 5,7% (265), e pela Golden Dragon, com 139 unidades e aumento de 1,4% (141). Na categoria Busetas, mais uma vez, a Chevrolet se destacou e ficou em primeiro, 246 unidades e retração de 10,9% (276), com a estreante Dongfeng em segundo, com 41 unidades, que ingressou no mercado em 2025, seguida pela Mitsubishi Fuso, com 30 unidades e crescimento de100% (15 veículos). (Truck & Bus Builder América do Sul)

 

 

 

No Equador, venda de comerciais cresce 32,8% em 2025

 

O mercado equatoriano fechou 2025 com crescimento de 32,8% nas vendas de veículos comerciais. Segundo a Aeade (Associação de Empresas Automotrizes do Equador), foram comercializadas 19.668 unidades, em comparação com as 14.815 de 2024, O país manteve, ao longo de todo o ano, um crescente ritmo nas vendas de caminhões, ônibus e vans para o transporte de passageiros, sendo dezembro o melhor mês do ano com 2.229 unidades, 82,1% maior do que no mesmo mês de 2024.

 

De acordo com o presidente executivo da AEADE, Genaro Baldeón, o setor automotivo avança em um processo sustentável de recuperação. “Os veículos comerciais são ferramentas essenciais para as atividades produtivas, agropecuárias, industriais e comerciais. O aumento reflete a maior atividade econômica e a necessidade de renovação e ampliação da capacidade logística do Equador”.

 

Todos os segmentos, caminhões, ônibus e vans, apresentaram elevação de, respectivamente, 40,1%, 20,6% e 19,9%, em comparação com os volumes de 2024. Em caminhões, foram comercializadas com 13.189 unidades, em relação às 9.414 do ano anterior. Em ônibus, 967 veículos, acima dos 802 vendidos anteriormente. E em Vans, o mercado incorporou 5.512 unidades, contra 4.599.

 

Entre as marcas, a liderança ficou com a Sinotruk, em caminhões, com 2.784 unidades, com a KYC, entre as Vans, com 750 veículos, e a Hino, liderou em ônibus, com 683 unidades.

 

Em caminhões, a Sinotruk manteve a liderança, com 2.784 unidades, com 48% de crescimento em relação a 2024 (1.856), seguida pela Hino, com 2.000, elevação de 22% (1.629), pela Chevrolet, com 1.900, alta de 20% (1.578), e pela JAC, com 1.700 veículos, 26% mais do que os 1.350 do ano anterior.

 

Entre as vans, a KYC foi a líder, com 750 veículos, 7,5% menos do que as 811 de janeiro a dezembro do ano anterior, seguida pela Shineray, com 690 unidades, elevação de 22,9% em comparação com as 577 de 2024, pela DFSK, com 634 veículos e aumento de 27,3% (498), e pela Chevrolet, com 626, crescimento de 219,4% em comparação com os 196 vendidos anteriormente.

 

Na categoria de Ônibus a Hino ampliou a sua larga liderança, com quase 70% de participação de mercado e comercializou 683 unidades, 18,6% acima das 576 unidades de 2024, seguida de muito longe pela Hyundai, com 74 veículos, 7,5% abaixo das 80 do ano anterior, e Yutong, com 60, igual às 60 unidades vendidas anteriormente. (Truck & Bus Builder América do Sul)

 

 

 

Já são 2,5 milhões de automóveis Honda produzidos no Brasil

 

Há 28 anos, precisamente em outubro de 1997, a Honda iniciava sua trajetória como fabricante local de automóveis. Da então recém-inaugurada fábrica de Sumaré, SP, saiu o primeiro carro nacional da marca: o Civic.

 

Ao término daquele ano, a planta paulista havia produzido ainda modestas 837 unidades. Já em 1998, o número foi de quase 15,8 mil veículos. Embora grande, visto em retrospectiva, o salto é bastante modesto perto do ritmo atual da produção da Honda.

 

Tanto que nesta quarta-feira, 14, a montadora comemorou a fabricação de seu automóvel nacional de número 2,5 milhões.

 

Desta vez, porém, montado na também paulista fábrica de Iracemápolis, que desde 2019 concentra a produção de veículos da marca no País — Sumaré passou a responder por motores, peças injetadas e ferramentaria.

 

Só no ano passado a Honda, que conta com 3,5 mil funcionários no País, produziu mais de 100 mil unidades, 11% a mais do que em 2024, melhor resultado desde 2019. O recorde histórico, entretanto, é de 148 mil veículos alcançados 2015.

 

Itirapina produz atualmente os modelos WR-V, HR-V, City Hatchback e City Sedan. Para isso, a empresa adotou no ano passado o segundo turno de produção e criou 350 novos postos de trabalho nas fábricas de Itirapina e Sumaré, medidas que integram o atual plano de investimento de R$ 4,2 bilhões.

 

“Seguiremos investindo em tecnologia, sustentabilidade e inovação para oferecer produtos que atendam às expectativas dos consumidores brasileiros e reforçam nosso compromisso com o desenvolvimento do país.”, comenta Maurício Imoto, Head de Produção e Logística da Honda Automóveis. (AutoIndústria)

 

 

 

Move Brasil vem estancar a queda da indústria de caminhões, avalia Anfavea

 

A indústria de caminhões registrou a maior queda ao longo do ano passado, com a produção de 124,1 mil unidades, 12,1% abaixo das 141,3 mil unidades de 2024. Em dezembro foram fabricados 5,7 mil caminhões, tombo de 46,4% frente ao mesmo mês do último ano, quando 10,7 mil unidades saíram das linhas de montagem, e de 40,4% em comparação aos 9,6 mil de novembro. Os dados foram divulgados pela Anfavea na quinta-feira, 15.

 

Diante deste cenário, causado pela persistente alta dos juros, o governo federal anunciou, em dezembro, o programa de socorro Move Brasil, que começou a vigorar no início de 2026, com recursos de R$ 10 bilhões do  BNDES e do Tesouro oferecidos por meio dos bancos comerciais a autônomos e frotistas, com juros subsidiados, carência de seis meses e prazo de até cinco anos para pagar.

 

O único senão é a sua duração, limitada a seis meses. Presidente da Anfavea, Igor Calvet foi categórico ao avaliar que se se trata de algo que veio para inibir queda maior neste segmento, mas não o suficiente para fazer com que ele volte a crescer:

 

“É uma medida desfibrilatória para o mercado de caminhões. Estancando a queda está de bom tamanho. Ainda estamos avaliando o impacto em termos de volume de vendas, uma vez que o programa começou há quinze dias e tem data limite para solicitação do crédito, de até R$ 50 milhões por beneficiário, a 25 de maio, pois foi criado por medida provisória que expira nesta data.”

 

Calvet acredita que em abril a Anfavea terá um balanço capaz de analisar melhor os impactos da iniciativa. “É importante dizer que o governo acertou no programa e a Anfavea aplaudiu, ainda que seja uma renovação da frota parcial.”

 

O principal benefício, a seu ver, está na manutenção dos empregos, ao citar que a massa de trabalhadores do setor automotivo foi acrescida em 2,5 mil postos em 2025, ao passo que, nas montadoras de caminhões, houve redução de 740 posições. 

 

Calvet acredita que diante dos juros de 11,8% a 13,9% do Move Brasil, a depender se haverá a reciclagem de veículo mais antigo, deverá estimular a antecipação de compras daqueles que estavam postergando-a, com a necessidade do veículo, mas sem efetuá-la por causa dos juros, na ponta, a partir de 18%.

 

“Conversando com concessionários, como o ramo mais afetado foi o de extrapesados, que representa 45% deste mercado, e o que mais retraiu em vendas em 2025, sendo o campeão às avessas, com queda de 20,5%, acredito que este tipo de veículo deverá gerar maior demanda.”

 

Foram comercializados ao longo do ano passado 113,5 mil caminhões, 9,2% ou 11,4 mil a menos do que no acumulado de 2024, quando foram emplacadas 124,9 mil unidades. Em dezembro, a venda de 9,8 mil unidades demonstra redução de 14% sobre o mesmo mês em 2024, mas, em relação a novembro, tem-se alta de 10,5%.

 

Agro deverá continuar sofrendo revezes em 2026

 

Para 2026 a Anfavea divulga a projeção de pesados unindo caminhões e ônibus, para o qual é esperada estabilidade na produção, com leve alta de 1,4% e 154 mil unidades. Para os emplacamentos é esperada retração de 0,5%, com 136 mil unidades.

 

“O ciclo de queda da taxa de juros, hoje em 15% ao ano, deverá começar só no primeiro trimestre, e embora a perspectiva seja a de que termine o ano aos 12,25%, o impacto na ponta leva de seis a nove meses para ser sentido. Além disso, por causa de efeitos climáticos como o La Niña e queda nos preços das commodities, o agro deverá ter safra menor este ano”. (Agência AutoData/Soraia Abreu Pedrozo)

 

 

 

Vendas financiadas de veículos foram as maiores em 14 anos

 

As vendas financiadas de veículos somaram 7,3 milhões de unidades em 2025, o melhor resultado desde 2011, de acordo com o levantamento da B3, que opera o serviço nacional de gravames. Na comparação com 2024 o aumento foi de 2%, com 143 mil unidades financiadas a mais.

 

Foi o terceiro ano seguido de crescimento.

 

Do total financiado em 2025 os veículos usados representaram 4,6 milhões de unidades e os modelos novos somaram 2,6 milhões, incluindo veículos leves, pesados e motocicletas.

 

A Região Sudeste representou a maior parte da demanda, respondendo por 41,9% do total, seguida pela Região Sul com 20,2%. Em terceiro lugar ficou a Nordeste com 19,5%, a Centro-Oeste, 10,6%, e a Norte, 7,9%.

 

A modalidade CDC, crédito direto ao consumidor, foi a mais usada pelos brasileiros, com 86,3% de participação no total financiado ao longo do ano, e os consórcios registraram 13% e ficaram em segundo lugar. Leasing e outras modalidades representaram 0,6%. (Agência AutoData)

 

 

 

“Otimismo contido”, diz presidente da Anfavea sobre 2026

 

Após fechar 2025 com expansão em vendas e produção em números abaixo dos esperados, da ordem de 3,5% e 2,1%, respectivamente, a Anfavea projeta que o setor seguirá crescendo este ano, mas em índices ainda mais modestos.

 

“Um otimismo contido”, resumiu o presidente da Anfavea, Igor Calvet, ao revelar as projeções para 2026. No caso dos emplacamentos, os de veículos leves crescem 2,8%, de 2,55 milhões para 2,625 milhões, e os de pesados caem 0,5%, de 137 mil para 136 mil unidades.

 

As exportações de carros e comerciais leves sobem 1,5% – de 495 mil para 503 mil -, enquanto a de caminhões e ônibus devem recuar levemente, 1,1%, mantendo-se na faixa de 33 mil unidades.

 

Nesse contexto todo, a produção projetada é de 2,741 milhões de unidades, acréscimo de 3,7% em relação ao ano passado, que apresentou volume de 2,644 milhões e alta de 3,5% em relação ao ano anterior.

 

Por segmento, a expectativa é de expansão de 3,8% nos carros e comerciais leves, para 2,586 milhões de unidades, e de apenas 1,4% nos pesados, para 154 mil.

 

Na categoria dos leves, a entidade contempla 69 mil unidades CKD/SKD, a serem montadas pelas novas montadoras que estão chegando ao País, por enquanto as chinesas BYD e GWM, com operações, pela ordem, em Camaçari, BA, e Iracemápolis, SP.

 

Segundo Calvet, o otimismo contido tem por base as estimativas macroeconômicas, dentre as quais um PIB menor em 2026 – alta de 1,8% ante o índice projetado de 2,3% em 2025. O desemprego deve se manter baixo, na faixa de 5,7%, e o IPCA tende a recuar, de 4,3% para 4%.

 

A taxa Selic, contudo, só deve ser reduzida no último trimestre do ano, quando deverá ficar em 12,25%, ante o índice atual de 15%. De qualquer forma, o crédito deve crescer um pouco de 5,1% para 5,8%.

 

“Levamos em conta os dados que temos, contemplando um cenário este ano similar ao do segundo semestre do ano passado. A ideia é revisar trimestralmente as projeções com base no desenrolar dos fatos internos e externos”, explicou Calvet. (AutoIndústria/Alzira Rodrigues)

 

 

 

Projeto quer tornar obrigatória vistoria em carros com mais de cinco anos

 

Um projeto de lei em tramitação no Congresso Nacional pode mudar de forma significativa a rotina dos proprietários de veículos no Brasil. A proposta prevê a obrigatoriedade de vistoria veicular periódica para todos os automóveis com mais de cinco anos de fabricação, incluindo carros de passeio, utilitários e veículos de carga. Hoje, esse tipo de inspeção só é exigido em situações específicas, como transferência de propriedade ou alteração de características do veículo.

 

A iniciativa pretende alterar o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para incluir a vistoria como parte do processo regular de fiscalização, com regras e periodicidade a serem definidas pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A ideia central é reforçar a segurança viária, garantindo que veículos mais antigos mantenham condições mínimas de circulação, especialmente em itens como freios, suspensão, iluminação e emissão de poluentes.

 

Caso o texto seja aprovado, circular com um veículo que deveria ter passado pela vistoria obrigatória ou que tenha sido reprovado no processo será considerado infração grave. A penalidade prevista é multa de R$ 195,23, cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e possibilidade de retenção do veículo até a regularização da situação.

 

O projeto também busca padronizar procedimentos em nível nacional, ampliando a exigência de vistoria para casos como recuperação de veículos roubados ou furtados, suspeita de clonagem e transferências de propriedade, pontos que hoje variam conforme o estado.

 

Ainda em fase de análise nas comissões da Câmara dos Deputados, a proposta precisa ser aprovada pelo plenário, seguir para o Senado e, posteriormente, ser sancionada pela Presidência da República para entrar em vigor. Se avançar, o Brasil passará a adotar um modelo mais próximo ao de países onde a inspeção veicular periódica é parte obrigatória do licenciamento, reacendendo o debate entre segurança no trânsito e aumento de custos para o motorista brasileiro. (Portal Vrum/Enrico Paladino)

 

 

 

IVECO entrega 190 caminhões S-Way para empresas do Grupo Veno

 

A IVECO realizou uma de suas maiores vendas de caminhões para um cliente e entregou 190 IVECO S-Way 540 na configuração 6×4 para duas empresas do Grupo Veno: a Transilva Transportes e Logística e a Gepax Transportes e Logística. Lançado no Brasil em 2022, o IVECO S-Way se destaca como a melhor opção de TCO no segmento brasileiro de pesados.

 

Para Marcio Querichelli, presidente da IVECO para a América Latina, a negociação simboliza uma parceria construída ao longo do tempo. “É uma satisfação acompanhar o crescimento da Transilva e da Gepax e ver esse momento ser marcado por um investimento tão relevante em renovação de frota. A IVECO se orgulha de fazer parte dessa trajetória, apoiando empresas que investem continuamente em tecnologia, eficiência e no desenvolvimento sustentável do transporte”, destaca.

 

Do total negociado, a Transilva adquiriu 145 caminhões IVECO S-Way 6×4, enquanto a Gepax incorporou 45 unidades do modelo à sua frota. As aquisições fazem parte da estratégia de expansão, renovação e padronização das operações do grupo, com foco em eficiência operacional, robustez e confiabilidade para atender demandas de alta exigência, especialmente no segmento de siderurgia.

 

A movimentação ocorre em um momento simbólico para a Transilva, que celebra 50 anos de atuação no transporte rodoviário de cargas, e reflete a trajetória de crescimento consistente da empresa e o compromisso contínuo do Grupo Veno com investimentos em tecnologia, modernização e alto desempenho operacional.

 

“A venda de 190 unidades do S-Way para empresas do Grupo Veno é extremamente representativa e demonstra a confiança de grandes operadores logísticos na IVECO. O S-Way é um caminhão desenvolvido para proporcionar alto desempenho, robustez e tecnologia, com foco na redução de custos operacionais e maior rentabilidade para o transportador”, afirma George Carloto, head de Vendas Diretas da IVECO.

 

A negociação contou com o suporte da IVECO Capital, marca financeira do Iveco Group, que ofereceu condições comerciais diferenciadas, tornando a aquisição mais acessível em um cenário econômico desafiador. O pacote inclui ainda a contratação de Planos de Manutenção da montadora, solução que contribui para maximizar a disponibilidade da frota por meio de manutenção programada e maior previsibilidade de custos.

 

Com as novas aquisições, a Gepax amplia sua frota, que já conta com 124 caminhões IVECO, reforçando sua atuação no transporte de cargas gerais e especiais. Já a Transilva fortalece sua capacidade operacional com uma frota moderna, preparada para operações severas e de longa distância.

 

“A escolha pelo IVECO S-Way 540 6×4 está diretamente ligada à confiabilidade que o modelo entrega nas nossas operações. Atuamos em segmentos extremamente exigentes, como o de siderurgia, e precisamos de caminhões preparados para alta performance, disponibilidade e segurança no dia a dia”, afirma Polyana Valadão, diretora do Grupo Veno.

 

As empresas do Grupo Veno operam com soluções de transporte rodoviário de alta eficiência e segurança, assegurando pontualidade e integridade das cargas, com forte presença em operações voltadas ao segmento de siderurgia.

 

O IVECO S-Way se destaca pela combinação de desempenho, robustez e tecnologia. Equipado com o motor Cursor 13, da FPT Industrial, o modelo está disponível nas versões 4×2, 6×2 e 6×4, com potências entre 480 e 540 cavalos, atendendo às mais diversas operações do transporte rodoviário de cargas.

 

Outro diferencial é o IVECO ON, sistema de conectividade da marca que permite a gestão inteligente de frotas, manutenção e serviços. Com 100% de adesão entre os proprietários do modelo, a plataforma utiliza inteligência artificial para facilitar o dia a dia de motoristas e gestores, contribuindo para a otimização das operações e o aumento da rentabilidade dos transportadores. (Truck & Bus Builder América do Sul)

 

 

 

Jeep Renegade atinge a marca de 700 mil unidades produzidas no Brasil

 

A Jeep® conquistou mais uma marca significativa no Brasil: 700 mil unidades produzidas do Jeep Renegade. Primeiro modelo fabricado no Polo Automotivo de Goiana (PE), da Stellantis, e ícone da marca, o Renegade redefiniu o segmento dos SUVs no Brasil com seu design único e atemporal, tração 4×4 e muita tecnologia entre os B-SUVs.

 

“Conquistar a marca de 700 mil unidades produzidas no Brasil e ser o SUV mais vendido da última década representam muito, pois demonstram toda a força do Jeep Renegade no mercado brasileiro e nos mercados em que o modelo é exportado, como Argentina, Chile e México, por exemplo. Não é qualquer SUV que conquista uma marca dessas, isso nos enche de orgulho e nos dá a certeza de que os brasileiros são realmente apaixonados pelas aventuras que só um Jeep pode proporcionar”, comenta Hugo Domingues, Head da marca Jeep para a América do Sul.

 

“O Jeep Renegade tem vida longa no Brasil e na América do Sul e, junto com Avenger, Compass e Commander, formará uma gama completa produzida no Brasil. A Jeep estará muito bem representada e fortalecida por muitos anos no mercado brasileiro, dando continuidade aos primeiros 10 anos de sucesso no país”, completa Hugo.

 

Único B-SUV a oferecer versões 4×4 no mercado nacional, as versões do Renegade produzidas no Brasil e comercializadas na América do Sul recebem ainda pacote ADAS que inclui frenagem autônoma de emergência, alerta de saída de faixa, monitor de pontos cegos e farol alto automático – que garantem a segurança a bordo. Tudo isso, combinado com o consagrado motor T270 Turbo Flex de 176 cv aliado ao câmbio automático de 6 marchas e 6 Airbags desde a versão de entrada. No Brasil, conta ainda com 5 anos de garantia.

 

O sucesso do modelo também é ratificado por premiações. Pelo segundo ano consecutivo, o Jeep Renegade Sport 1.3 Turbo foi eleito o melhor SUV na categoria de até R$ 120 mil, no prêmio Melhor Compra 2025, promovido pela revista Quatro Rodas. Esse importante reconhecimento se junta às inúmeras premiações que o Jeep Renegade já recebeu no país.

 

O Renegade, ícone da marca, é exportado ainda para diversos países da América Latina, como México, Argentina, Peru, Uruguai, Colômbia, Costa Rica, Panamá, República Dominicana, Guatemala, El Salvador, Paraguai, entre outros. (Revista Sobre Rodas)

 

 

 

Toyota Hiace estreia na versão Furgão e amplia atuação para segmento de vans de carga

 

A Toyota do Brasil anuncia a chegada da Hiace Furgão ao mercado brasileiro e amplia o leque de soluções para o segmento de vans, no qual estreou com a versão Minibus em setembro de 2025. Focada no transporte de cargas, o modelo recebeu novos equipamentos – como retrovisores elétricos, faróis de neblina e Toyota Serviços Conectados – e já está disponível por R$ 304.990.

 

Regulamentada para condução com habilitação de categoria B, a mesma de veículos de passeio, a nova Hiace Furgão se destaca pela versatilidade no uso urbano, com portas deslizantes em ambos os lados, uma exclusividade que proporciona mais comodidade e segurança ao usuário. Além disso, com 2,28 m de altura, o furgão pode acessar garagens de edifícios comerciais e residenciais, que geralmente têm vão livre de 2,40 m.

 

Outros atributos da família Hiace foram mantidos, como o Toyota 10, que estende a garantia por até 10 anos sem custo adicional, e o Revisão Facilitada, que oferece as três primeiras manutenções gratuitas e o melhor custo-benefício da categoria. Por sua vez, o conjunto mecânico é o mesmo já consagrado da Hilux, reconhecido pela confiabilidade e durabilidade, com câmbio automático de seis velocidades e tração traseira.

 

Espaço interno inteligente

 

Projetada para o uso profissional intensivo, a nova Hiace Furgão tem capacidade para transportar até 1.055 kg com volume de carga de 9,3 m³. Além disso, o acesso ao compartimento traseiro é feito pelas exclusivas portas deslizantes em ambos os lados da carroceria ou pela nova porta dupla bipartida na traseira, com grande ângulo de abertura de até 270° para mais versatilidade nas operações diárias de trabalho.

 

Para otimizar o espaço interno e aumentar o conforto a bordo, a carroceria adota o capô alongado, no formato semi-bonnet, que permite ampliar a cabine em relação ao motor e, também, reduzir vibrações e ruídos. Este layout ainda proporciona a posição de dirigir semelhante à de um automóvel, reforçada por ajustes de altura e profundidade da coluna de direção e pela regulagem de altura do banco do motorista.

 

Todo o painel foi desenvolvido para facilitar o dia a dia de quem dirige, com inclinação pensada para ampliar a visibilidade e a sensação de espaço. Nesse sentido, o quadro de instrumentos e a central multimídia de 9″ foram posicionados em local elevado, melhorando a ergonomia e liberando mais espaço para os ocupantes da primeira fileira. E, quando não utilizado, o encosto central pode ser rebatido para dar lugar a um amplo console com porta-copos e mesa de apoio.

 

Toyota Serviços Conectados

 

A nova Hiace Furgão passa a contar com o programa Toyota Serviços Conectados, que permite ao proprietário acessar informações como status do veículo, histórico de viagens, lembretes de revisão, indicadores de consumo e diagnóstico de falhas, sem nenhum custo adicional, pelo aplicativo Toyota App. Para gestores de frota, isso significa mais controle, mais eficiência e mais disponibilidade para o negócio

 

Ao adquirir o pacote completo de Serviços Conectados, com 12 meses gratuitos, o cliente terá acesso a funcionalidades como rastreamento e imobilização do veículo em caso de roubo, alertas remotos de velocidade e alarme, cerca geográfica, monitoramento em caso de acidente e acionamento automático das autoridades. Também será possível contratar Wi-Fi para até dez dispositivos.

 

Conjunto de motor e câmbio com DNA Hilux

 

Com foco na robustez, a nova Hiace Furgão traz o consagrado conjunto mecânico da Hilux, referência em confiabilidade e durabilidade no Brasil. O modelo segue a filosofia QDR da marca (sigla em inglês para qualidade, durabilidade e confiabilidade) com o mesmo projeto de conjunto mecânico da líder do segmento de picapes médias.

 

O motor 2.8 turbodiesel entrega 174 cv de potência a 3.400 rpm e torque de 45,8 kgfm já a partir de 1.600 rpm, com médias de consumo de até 8,8 km/l na cidade e 10,2 km/l na estrada, de acordo com dados do INMETRO. Por sua vez, a tração traseira garante o melhor desempenho e dirigibilidade mesmo com a capacidade máxima de carga.

 

Para reforçar o conforto e a resistência, a van é equipada com câmbio automático de seis marchas com opção de trocas manuais – o mesmo utilizado na Hilux. Já a suspensão adota a configuração McPherson com barra estabilizadora na dianteira e feixe de molas com amortecedores telescópicos na traseira, adaptados às necessidades do segmento.

 

Além disso, o modelo conta com raio de giro compacto, de apenas 6,9 m, reforçando a sua agilidade para manobras e o seu apelo para o uso urbano.

 

Segurança como prioridade

 

Toda a estrutura da nova Hiace Furgão foi projetada para oferecer o máximo em segurança, com zonas de absorção de impacto e reforços em formato ring frame ao longo da carroceria. O modelo traz cintos de segurança de três pontos para todos os ocupantes e três airbags (duplos frontais e um de joelho para o motorista), além de recursos de segurança ativa, como Assistente de Partida em Rampa (HAC) e Controles de Tração (TRC) e de Estabilidade (VSC). Câmera de ré e sensores de estacionamento dianteiros e traseiros auxiliam nas manobras com mais segurança e precisão.

 

Exclusiva garantia de até 10 anos com o Toyota 10

 

A nova Hiace Furgão também é contemplada pelo Toyota 10, programa de extensão de garantia que permite estender a cobertura por até 10 anos, sem custos adicionais. O benefício é ativado automaticamente com a realização das revisões programadas na rede autorizada após o término dos 5 anos de garantia de fábrica.

 

A cobertura adicional é renovada a cada 12 meses ou 10 mil km, e inclui peças de carroceria, sistema de arrefecimento, componentes elétricos e eletrônicos, motor, transmissão e freios, até o limite máximo de 60 meses adicionais (totalizando 120 meses quando somados à garantia inicial) e 200 mil km para uso particular ou 150 mil km para uso comercial – o que ocorrer primeiro.

 

Mais versatilidade com opções de conversão

 

Alinhada à visão de mobilidade da Toyota, a Hiace foi desenvolvida para atender às necessidades de diferentes perfis de clientes. Nesse contexto, o modelo se destaca pela versatilidade, oferecendo soluções para os segmentos de saúde e de cargas sensíveis à temperatura com conversões para carroceria isotérmica, refrigerada e ambulância.

 

Na versão isotérmica, o veículo recebe um isolamento composto por camadas de chapa naval, PU (Poliuretano) e fibra de vidro. Desta maneira, a Hiace conserva melhor a temperatura, mesmo sem resfriamento ativo. Na opção refrigerada, um sistema de controle de refrigeração mantém a temperatura específica, podendo chegar a até -5°C no compartimento de carga. Já a configuração ambulância é oferecida para os serviços de simples remoção ou transporte inter-hospitalar de pacientes.

 

Os fornecedores destes serviços de conversão passaram por testes rigorosos junto à matriz da Toyota no Japão e estão chancelados pelo reconhecido padrão de qualidade da marca. Desta forma, a conversão realizada pelas empresas certificadas tem garantia de 3 anos, o que não afeta a garantia de fábrica de até 10 anos da Hiace.

 

Preço e versão

 

Hiace Furgão: R$ 304.990

(Motor Mais)

 

 

 

Renault Filante é novo SUV de luxo que pode vir ao Brasil

 

A Renault apresentou o novo SUV de luxo Filante. O modelo tem plataforma da Geely e nasceu para mercados fora da Europa. É justamente por isso que não seria surpresa se viesse ao Brasil.

 

O Filante é o quinto modelo do “International Game Plan 2027”. O plano estratégico quer fortalecer a presença da Renault em mercados em ascensão, como América Latina, Índia, Turquia e Marrocos.

 

O fabricante também quer ampliar sua participação na Coreia do Sul, onde o Filante será produzido e fará sua estreia global.

 

Se o novo SUV da Renault será coreano de nascente, ele tem muita coisa da China. Uma delas é a plataforma modular CMA da Geely, que serve vários modelos do grupo, como o Volvo XC40.

 

Renault Filante é o maior carro da linha

 

Apesar de a Renault defini-lo como um crossover de sedã e SUV, o Filante quase não tem características de sedã.

 

O design é moderno e reflete a nova identidade visual presente nos lançamentos mais recentes da Renault, inclusive o Boreal . Destaque para a grade frontal com elementos tridimensionais, que incluem losangos que imitam o logotipo da marca.

 

O Renault Filante tem 4,91 m de comprimento, 1,89 m de largura e 1,63 m de altura, sendo o maior carro da gama.

 

O interior reflete o estilo moderno do lado de fora. Existem três telas de 12,3 polegadas cada que servem ao quadro de instrumentos, central multimídia e uma tela para o passageiro.

 

O driver desfruta de um head-up display de realidade ampliada de 25,6 polegadas.

 

Novo SUV da Renault tem motorização híbrida plena

 

O Filante usa um motor 1.5 turbo a gasolina assistido por dois motores elétricos.

 

A Renault preferiu oferecê-lo como um híbrido pleno ao invés de plug-in pela precariedade da infraestrutura de recarga nos países onde o Filante será vendido. A potência combinada é de 250 cv.

 

A promessa é de um consumo de combustível até 50% menor do que uma motorização semelhante sem tecnologia híbrida. (Automotive Business)

 

 

 

Puxadas pela Argentina, exportações de veículos cresceram 32%

 

As exportações ajudaram, e muito, no desempenho da produção brasileira de veículos leves e pesados em 2025. Os embarques para dezenas de países responderam por cerca de 20% de todos os automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus que deixaram as linhas de montagem no ano passado.

 

Seguiram para o exterior 528,8 mil unidades, crescimento de 32% diante do resultado registrado em 2024. Em números absolutos, a diferença se aproximou de 130 mil unidades.

 

Os automóveis de passeio e comerciais leves, naturalmente com maior participação, foram a mola principal desse avanço. Sozinhos, somaram 495,4 mil unidades, 40% a mais do que a frota enviada para fora no ano anterior.

 

Outro fator que impulsionou sobremaneira os negócios foi a Argentina. O país vizinho seguiu como o maior polo consumidor dos veículos brasileiros.

 

Para lá foram embarcados nada menos do que 302,5 mil veículos, 85,6% a mais do que um ano antes, refletindo a forte recuperação do mercado local.

 

Os argentinos, assim, compraram 57% do total de unidades embarcadas. O segundo maior mercado internacional dos veículos fabricados aqui foi o México.

 

Com participação, porém, muito menor, apenas 15% sobre o total, já que o país comprou somente 79,2 mil unidades, 16,5% a menos.

 

Ainda assim, manteve larga vantagem sobre a Colômbia, que, embora crescendo 19,5%, foi destino de somente 42,2 mil unidades.

 

A forte recuperação das exportações em 2025 não deve se repetir este ano. Igor Calvet, presidente da Anfavea, revelou nesta quinta-feira, 15, que a entidade projeta quase um equilíbrio nos embarques, algo como 536 mil veículos até dezembro.

 

Se assim for, o avanço será de apenas 1,3% sobre 2025, com os automóveis respondendo por 503 mil, 1,5% a mais, enquanto os negócios com caminhões e ônibus devem oscilar negativamente 1,1%, permanecendo no patamar de 33 mil unidades, calcula a associação das montadoras. (AutoIndústria/George Guimarães)

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