22 DE ABRIL - DIA DO PLANETA TERRA


Compostagem evita envio de 60 toneladas de resíduos para aterros sanitários


Resíduos orgânicos dos refeitórios das operações de Campinas e Jundiaí se transformam em adubo


O Brasil produz 79 milhões de toneladas de lixo por ano – cada indivíduo é responsável por 380 quilos nesse período. Na América Latina, o País é o campeão na geração de resíduos, mas apenas 59,5% do volume coletado vai para aterros sanitários – a destinação, ainda que apropriada, carrega inúmeros entraves, como a vida útil de 10 anos e o comprometimento da região por no mínimo mais 15, inviabilizando o uso do terreno para construções, por exemplo. Em muitos municípios, os resíduos ainda são destinados aos lixões, o que traz grandes impactos para o meio ambiente, como contaminação do solo, dos lençóis freáticos e do ar, devido à emissão de gás estufa.


Uma das formas de dar um destino útil para os resíduos é a compostagem, processo biológico em que microrganismos transformam a matéria orgânica como sobras de alimentos, papel, podas de galhos etc. em adubo rico em nutrientes. É o que fez a Dana, pautada por seu compromisso com o sistema DOS de produção e com suas certificações ISO, que deixará de enviar 60 toneladas/ano para aterros sanitários. Todos os resíduos orgânicos dos refeitórios das operações em Campinas e Jundiaí (SP), 5 toneladas/mês, tem agora como destino final a compostagem.


A transformação de resíduos em produtos úteis para outros segmentos atende, também, à Política Nacional de Resíduos Sólidos, contribui para a redução dos passivos ambientais e esgotamento de aterros sanitários e favorece a redução da poluição da água, ar e solo.


Biofertilizante


Em Gravataí, uma estação compacta de compostagem, com 12 torres, aguarda o licenciamento da prefeitura para entrar em operação. Parte do resíduo orgânico do refeitório, que hoje é destinado à suinocultura (com emissão de gases efeito estufa), será compostado para se transformar em biofertilizante, bem como podas de árvores dos jardins do site, atualmente enviados para o aterro sanitário. A ideia é que o adubo seja utilizado nas áreas verdes da operação gaúcha e o excedente doado para comunidades do entorno.


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